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Monday, October 3, 2022

Regulamentação OBRIGA planos de saúde a fazerem ISSO; confira! - PronaTEC

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Programa Farmácia Popular do Brasil receberá cinco novas medicações - Escola Educação

Talvez muitos brasileiros desconheçam, mas o governo possui um programa chamado Farmácia Popular, onde são distribuídos através do SUS (Sistema Único de Saúde) vários medicamentos para quem necessita e não consegue ter acesso a eles. Esse programa atende mais de 20 milhões de brasileiros de Norte à Sul do país, e atualmente possui em seus cadastros mais de 30 mil unidades de farmácias credenciadas.

Leia mais: Cortes em distribuições de remédios nas farmácias populares

Na última quinta-feira (29), o Ministério da Saúde anunciou a introdução de mais cinco medicamentos para as farmácias populares. Esses remédios são usados para tratar doenças cardiovasculares e diabetes. Segundo a pasta, essa é a primeira adição de novos remédios desde 2011, ou seja, a Farmácia Popular do Brasil estava há 10 anos sem receber novos medicamentos em sua listagem. Estima-se que esses medicamentos estejam disponíveis para a população em até 30 dias.

Os remédios que agora passam a ser distribuídos pelo programa são: Besilato de Anlodipino 5mg, Succinato de Metoprolol 25mg, Espironolactona 25mg, Furosemida 40mg e Dapagliflozina 10mg. Os quatro primeiros são para tratar do controle da hipertensão arterial, sendo oferecidos de forma gratuita. Já o último é usado para controlar a diabetes mellitus tipo 2, que está associada à doença cardiovascular, e vai ser oferecido em modalidade de copagamento. Acredita-se que mais de 2,7 milhões de brasileiros serão beneficiados com essa nova medida, que, a nível de curiosidade, foi anunciada no Dia Mundial do Coração.

“O Brasil tem uma das políticas públicas mais amplas em relação às doenças cardiovasculares, que começa na atenção básica, nas 48 mil unidades básicas de saúde. Nós temos um programa de assistência farmacêutica, que foi ampliado hoje, com mais medicamentos disponibilizados na Farmácia Popular do Brasil. E, de outro lado, nós temos uma rede de atenção especializada bem ampla, que é onde cuidamos dos casos mais graves” explicou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em uma entrevista para o programa A Voz do Brasil.

Segundo Queiroga, a hipertensão arterial é a doença do sistema cardiovascular que mais prevalece, e quatro dos cinco novos remédios são voltados para o seu tratamento. “Temos que mudar o hábito de vida das pessoas, como reduzir o sal da comida, estimular a perda de peso, não fumar. Esses fatores de risco são comuns a quase todas as doenças cardiovasculares”, destacou. O ministro ainda alega que apenas uma pequena parcela das pessoas faz o tratamento correto para essa doença, e que metade dos portadores nem sabem que são hipertensos.

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Quer perder peso? Conheça alimentos que ajudam no emagrecimento - Escola Educação

Muitas pessoas buscam manter uma prática regular de atividades físicas em suas rotinas, porém o que muitos não sabem é que alguns alimentos também podem fazer com que você emagreça de forma muito mais rápida. Caso esteja querendo perder alguns quilos, aqui vão dicas do que adicionar à alimentação para emagrecer saudável.

Leia mais: 4 opções de café da manhã para ajudar emagrecer e diminuir a cintura

Dicas de alimentos que vão te ajudar a perder peso

A busca pelo emagrecimento é constante. Todo o tempo nós vemos muitas pessoas que estão buscando se livrar de uns quilos a mais de forma rápida, então acreditam que comer menos é a melhor forma. Na verdade, há uma porção de alimentos com nutrientes que podem te ajudar a perder peso em um ritmo bacana e com garantia de saúde.

Banana

Quando está não tão madura, é um ótimo alimento para adicionar à dieta, pois a banana é rica em amido resistente. Este é um nutriente que contribui para a saúde intestinal, promove a saciedade e protege o coração.

Frutas cítricas

Uma sugestão que deve ser levada a sério, pois vai te ajudar, é comer bastante frutas cítricas, tendo em vista que elas podem te garantir bastante vitamina C, que traz diversos benefícios para o seu organismo, além de nutrientes que vão atuar diminuindo a absorção de gordura.

Abacate

Sabia que o abacate é pode reduzir a sua fome? Ele é muito bem-vindo nas dietas, pois evita que você fique com fome de tempos em tempos. Sem falar que é uma ótima fonte de fibras e proteínas.

Farelo de aveia

Esse é um alimento riquíssimo em fibras, um nutriente que ajuda no funcionamento do intestino e reduz toda aquela absorção de gordura e carboidratos. Sendo assim, é um aliado de quem busca emagrecer. Também deve-se levar em consideração que é um alimento que dá para ser utilizado em diversas receitas diferentes.

Um detalhe importante é que é fundamental que você evite alimentos embutidos, doces, pratos com muita fritura e bebidas alcoólicas para obter o resultado esperado dentro do período estipulado. Isso tudo, é claro, sem esquecer os exercícios físicos que também são muito importantes para adiantar esse processo.

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Sunday, October 2, 2022

Especialistas defendem que IMC deixa de ser principal fator para peso saudável - Correio Braziliense

Paloma Oliveto

postado em 02/10/2022 05:00

 (crédito: Valdo Virgo)

(crédito: Valdo Virgo)

Já se foram mais de dois séculos desde que o matemático belga Adolphe Jacques Quetelet propôs a fórmula "peso dividido pela altura ao quadrado" para medir o grau de obesidade da população e, assim, nortear políticas públicas de saúde. Desde então, o chamado índice de massa corporal (IMC) é a referência mundial utilizada em estudos epidemiológicos. Alguns profissionais de saúde também recorrem ao cálculo para avaliar o peso dos pacientes, algo que o próprio Quetelet desaconselhava. Para muitos pesquisadores e especialistas, é hora de rever essa medida que, além de desatualizada, não leva em conta um dos principais fatores de risco para doenças metabólicas e cardiovasculares: a gordura abdominal.

Na reunião anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes em Estocolmo, na Suécia, pesquisadores da universidade irlandesa College Cork apresentaram um estudo sugerindo que a relação cintura-quadril (circunferência da cintura dividida pela do quadril) é um preditor melhor de morte precoce. Por isso, sugerem que seja utilizada como medida padrão de peso saudável. "O IMC não leva em consideração onde a gordura é armazenada. Como resultado, não prevê de forma confiável o risco de doença ou mortalidade", sustenta Irfan Khan, principal pesquisador e estudante de medicina da instituição.

Para descobrir se a relação cintura-quadril (RCQ) associa-se a aumento de mortalidade, os pesquisadores utilizaram dados do Biobank, um dos maiores bancos de dados mundiais sobre saúde, que aponta, entre diversas variáveis, a presença de alguns genes conhecidos por aumentar o risco de ganho de peso e de obesidade. A informação genética foi cruzada com o IMC e a RCQ.

A equipe utilizou dados de 25.297 homens e mulheres, cujas informações de saúde foram rastreadas até a morte dos participantes. A análise mostrou que, quanto menor a relação cintura-quadril, menor também o risco de mortalidade precoce. O inverso também foi verdadeiro: uma RCQ maior estava associada ao aumento de óbitos antes dos 70 anos. Porém, isso não aconteceu quando a mesma avaliação levou em consideração o IMC. Nesse caso, tanto um índice extremamente alto quanto um excessivamente baixo mostraram relação com um risco aumentado de mortalidade.

Além disso, a RCQ foi mais fortemente associada à mortalidade por todas as causas do que o IMC: cada aumento de uma unidade nessa relação elevou o risco de óbito precoce quase duas vezes mais, comparado ao IMC. "A RCQ reflete melhor os níveis de gordura abdominal, incluindo a gordura visceral, que envolve os órgãos profundamente dentro do corpo e aumenta o risco de uma série de condições, incluindo diabetes tipo 2 e doenças cardíacas", explica Khan. "A mensagem é simples: quanto maior a relação cintura-quadril, maior o risco. Uma medida mais precisa de uma forma corporal saudável pode fazer uma diferença significativa nos problemas de saúde e nas mortes causadas por doenças metabólicas, cardiovasculares, alguns tipos de câncer e várias outras condições", defende.

Segundo o médico endocrinologista Filippo Pedrinola, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (Abeso) e da Endocrine Society, dos Estados Unidos, o IMC pode levar a interpretações equivocadas. "Como ele não leva em conta a composição corporal, uma pessoa bastante musculosa pode ter 1,70m, pesar 80kg e praticamente não ter gordura. Mas o cálculo do IMC a classificaria como obesa. Para estudos populacionais, o IMC ajuda. Mas, individualmente, é pouco preciso."

Pedrinola, que também é pesquisador e autor do livro Um convite à saúde (editora Abril), explica que a relação cintura-quadril é um melhor indicador de riscos porque ela considera a gordura visceral. Esse lipídio tem um perfil metabólico diferente do subcutâneo e está relacionado a processos inflamatórios que aumentam a resistência à insulina, a síndrome metabólica e estimula mais ganho de peso. No estudo irlandês, a associação da RCQ com mortalidade precoce foi maior entre os homens. "De fato, os homens têm mais gordura visceral que as mulheres. Essa gordura não é causada só por obesidade, mas por dietas inadequadas, consumo de álcool e carboidratos refinados", diz.

O médico Bruno Babetto, pós-graduado em endocrinologia e metabologia, ressalta que não há medidas perfeitas, porque a própria relação cintura-quadril pode gerar equívocos. "Fatores como idade, sexo, etnia e massa muscular podem influenciar a relação cintura-quadril. Por exemplo, latinos têm a tendência de terem quadris mais largos. Você pode ter uma RCQ alta porque carrega mais peso em seu abdômen. Ou você pode simplesmente ter músculos extras ao redor dos quadris por causa do treino", destaca (Leia entrevista).

Para Filippo Pedrinola, os pacientes deveriam desviar o foco de fórmulas matemáticas e apostar em mudanças no estilo de vida. "Os pilares da vida saudável são alimentação, atividade física, gerenciamento das emoções, sono adequado e espiritualidade. É mais importante pensar em hábitos do que em medidas."

 

Como calcular

Para obter a relação cintura-quadril, é necessário dividir a circunferência da cintura (no ponto médio entre a última costela e o osso do quadril) pela circunferência do quadril, medidas por fita métrica. Segundo a Organização Mundial da Saúde, os resultados da relação cintura-quadril variam de acordo com o sexo e idade, devendo ser de no máximo 0,80 para mulheres e máximo de 0,95 para homens. Resultados iguais ou superiores a esses valores indicam alto risco para doenças cardiovasculares.

Três perguntas para Bruno Babetto, pós-graduado em endocrinologia e metabologia, médico da clínica Tivolly

 (crédito: Arquivo pessoal )

crédito: Arquivo pessoal

Bruno Babetto, pós-graduado em endocrinologia e metabologia, médico da clínica Tivolly
A relação cintura-quadril é um indicador mais adequado que o IMC?
De fato, o índice de massa corporal (IMC) não distingue entre excesso de gordura, massa muscular ou massa óssea (massa corporal magra e massa gorda). Atletas podem ter um IMC alto sem ter um alto percentual de gordura corporal. Por outro lado, uma pessoa com IMC normal pode ter baixa porcentagem de massa muscular. Há muito se sabe que a relação cintura-quadril (RCQ) está mais intimamente associada ao risco cardiovascular do que o índice de massa corporal, e, por esse motivo, está incluída nas diretrizes para avaliação e manejo do sobrepeso e da obesidade.

É possível um indivíduo ter peso considerado saudável e uma relação cintura-quadril inadequada?
A principal desvantagem da circunferência da cintura parece ser sua falta de capacidade de diferenciar a deposição de gordura subcutânea da visceral e também possíveis erros na correta medição. Além disso, a relação quadril-cintura muda pouco com a perda de peso modesta e, portanto, não reflete necessariamente melhorias na saúde como resultado de tratamentos de obesidade que levam à perda de peso. O cálculo da RCQ é um dos fatores que auxiliam na estratificação do risco cardiovascular. No entanto, além dessa medida, outros dados clínicos devem ser obtidos pelo médico. Indivíduos magros com quadril pequeno podem apresentar uma RCQ elevada; porém, nesse caso, não configura aumento do risco cardiovascular por esse critério. Nem sempre a RCQ traduz um risco cardíaco aumentado. Por isso, a avaliação deve ser individualizada e realizada por um profissional. O que se pode dizer é que pessoas com baixa RCQ, mas alto IMC são raras.
Por que a gordura abdominal é um preditor de doenças metabólicas e cardiovasculares?
A obesidade abdominal está relacionada à deposição de tecido adiposo nas vísceras. Ou seja, ao contrário da gordura logo abaixo da pele (gordura subcutânea), a gordura em torno dos órgãos dentro da cavidade abdominal aumenta o risco de entupimento das artérias, dificultando o desempenho adequado do coração. Isso ocorre porque o acúmulo de células gordurosas produz substâncias inflamatórias que se alojam nos vasos sanguíneos, aumentam a pressão sanguínea e inflamam tecidos e órgãos. O problema é que não é possível afirmar que uma pessoa dentro do peso ideal está livre dessa gordura. Mesmo aqueles que não são considerados obesos pelos padrões de IMC podem ter gordura visceral, assim como também é possível ser obeso e não ter nenhuma gordura visceral.

Foco no percentual de perda

Especialistas da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) defendem uma mudança na classificação da obesidade. No lugar do índice de massa corporal (IMC), os médicos argumentam que, para o acompanhamento do progresso dos pacientes, é mais vantajoso considerar o percentual de perda de peso.

Em um artigo publicado na revista Archives of Endocrinology and Metabolism, os médicos destacam que a perda acima de 5% do peso mais alto que o paciente registrou é associada a melhoras clínicas, sendo que a redução entre 10% e 15% traz ainda mais benefícios à saúde, independentemente do IMC. "Essa classificação simples — que não pretende substituir outras, mas servir como ferramenta adjuvante — poderia ajudar a disseminar o conceito de benefícios clínicos derivados da perda de peso modesta, permitindo que indivíduos com obesidade e seus profissionais de saúde se concentrem em estratégias de manutenção do peso, no lugar de maior redução de peso", alegam.

Segundo a endocrinologista Maria Edna de Melo, presidente do Departamento de Obesidade da Sbem, especialmente nos casos de obesidade grave, em que, geralmente, o paciente tem excesso de peso há muito tempo, além de predisposição genética à doença, pode ser muito frustrante ter como meta baixar o IMC. "Isso pode levar à interrupção do tratamento e à recidiva da doença", destaca a médica, que é um dos autores do artigo publicado na Archives of Endocrinology and Metabolism.

Maria Edna de Melo explica que algo semelhante acontece no manejo da diabetes 2. De acordo com a endocrinologista, a hemoglobina glicada (medida da glicemia no sangue) ideal é abaixo de 5,7. "Mas para uma pessoa que tem a doença, em torno de 7 é considerado um valor bom, não precisa ficar abaixo disso, porque há benefícios para a saúde." A médica exemplifica com uma paciente jovem, que pesava 160kg e conseguiu eliminar 60kg. "Ela ainda tem 100kg e um IMC 40 (classificado como obesidade mórbida). Mas ela perdeu 60kg, e, para a saúde, isso é muito importante."

A especialista destaca que avaliações de peso e distribuição de gordura corporal devem, sempre, levar em conta as especificidades de cada paciente. "A obesidade se apresenta de maneiras diferentes; por exemplo, tem gente com peso considerado normal, mas com toda a gordura concentrada na barriga. Por isso, a abordagem tem de ser individualizada." (PO)

 

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Saturday, October 1, 2022

Poucos sabem, mas comer ESTE alimento faz bem para o coração - PronaTEC

Ter uma saúde em dia é fundamental para mantermos a energia para trabalharmos e realizarmos nossas atividades cotidianas. Por isso, é muito importante se alimentar bem, de forma saudável, sem cometer grandes exageros. Agora, um novo estudo descobriu que um alimento delicioso é extremamente saudável e faz muito bem para o coração.

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Podendo ser degustado juntamente de diversas combinações ou separado, a comida objeto do estudo é saborosa de qualquer forma. Por isso, comer este alimento que tão bem faz o coração não é nenhum sacrifício e nem vai lhe obrigar a adotar uma dieta rígida para cuidar desse órgão tão importante do corpo humano. Vamos descobrir, a seguir, os benefícios deste alimento.

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Saiba por que este alimento faz tão bem para o coração (Foto: divulgação)

Como foi feito o estudo?

Um estudo publicado na revista científica Journal of the American College of Cardiology revelou que comer um punhado de nozes pelo menos duas vezes por semana pode diminuir a chance de problemas cardíacos. Segundo a pesquisa, realizada pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, este alimento faz tão bem ao coração que o risco de uma pessoa que o consome desenvolver alguma doença cardíaca é 15% menor. Ele também ajuda a reduzir a chance de uma doença arterial coronariana em 23%.

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Durante 32 anos, os pesquisadores acompanharam em torno de 210.000 pessoas. Reuniram informações fundamentais sobre os voluntários como histórico de saúde, estilo de vida, alimentação e doenças. Os dados foram coletados através de questionários feitos a cada dois anos. A partir disso, eles verificaram 14.136 casos de doenças cardiovasculares, bem como 8.390 de doença arterial coronariana e 5.910 casos de acidente vascular cerebral (AVC), sendo muitos deles fatais.

Veja também: ANS suspende comercialização de dezenas de planos de saúde: e agora?

Sugestões para você

Por que este alimento faz bem ao coração?

Os estudiosos utilizaram nozes no estudo e também testaram castanhas dos mais variados tipos, como amêndoas, amendoim, avelãs, castanha-de-caju, castanha-do-pará, pistache e noz-pecã. Todos são considerados superalimentos por causa dos teores altíssimos de antioxidantes, proteínas, minerais e fibras.

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Segundo o nutricionista e endocrinologista do Hospital Clínico da Universidade de Barcelona, Emilio Ros, o estudo é bastante consistente a respeito do efeito positivo das oleaginosas sobre o coração. Já para o médico Jeremy Pearson, da Associação Britânica do Coração, “comer nozes cruas regularmente realmente pode representar um menor risco de desenvolver doenças cardíacas (…) Pode haver muitas razões para isso, incluindo a possibilidade de que as pessoas que costumam comê-las sejam mais propensas a seguir dietas saudáveis em geral.”

O doutor Pearson lembrou também que a pesquisa se concentrou demais na ingestão de nozes cruas não processadas, “que são muito diferentes das nozes torradas e salgadas, que em geral possuem grandes quantidades de sal ou açúcar.”

Outros benefícios das nozes

Antes de sabermos que este alimento faz bem para o coração, já tínhamos ciência de que as nozes eram saudáveis. Isso porque elas são ricas em ômega-3 e outras substâncias que, ao serem consumidas regularmente, podem diminuir as chances de desenvolver obesidade e diabetes.

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Segundo um estudo publicado no periódico científico Diabetes, Obesity and Metabolism, as nozes também conseguem reduzir o apetite e, até por isso, servem como uma ferramenta poderosa e eficiente na luta para a perda de peso.

Veja também: Conheça 5 países onde vale a pena se aposentar; confira o ranking das melhores aposentadorias

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Vacinação contra pólio está causando confusão; saiba quem precisa tomar - VivaBem

Você que é mãe ou pai de uma criança pequena já deve ter lido alguma notícia nas últimas semanas sobre a campanha de vacinação contra a poliomielite que está acontecendo desde agosto em todo Brasil. Em muitos estados ela foi prorrogada durante o mês de setembro e, pela baixa cobertura vacinal, vários estados e cidades, como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e a capital paulista prorrogaram novamente até o fim de outubro.

No entanto, alguns pais e mães estão confusos sobre qual grupo de crianças deve realmente ser vacinado. Se o meu filho menor de 5 anos está com a vacinação em dia, ele precisa? E se ele tem menos de 1 ano? E mais de 5 anos?

Vacinas contra a pólio

Primeiro de tudo é bom saber que existem duas vacinas contra a poliomielite: a VPO (vacina pólio oral) ou Sabin, também conhecida por ser a vacina da gotinha; e a VIP (vacina inativada pólio) ou Salk, administrada por via intramuscular, ou seja, com uma injeção. As vacinas são conhecidas pelos nomes dos cientistas Jonas Salk e Albert Sabin, que desenvolveram as duas modalidades de imunizantes para a doença.

E, sim, as crianças tomam ambos os tipos, está no calendário de vacinação do Ministério da Saúde, no total, são 5 doses contra a pólio.

  • VIP: aos 2, 4 e 6 meses. O intervalo recomendado entre as doses é de 60 dias.
  • VOP: aos 15 meses e 4 anos.

Na Cartilha de Vacinação VivaBem há o calendário completo para todas as idades de todos os imunizantes necessários (inclusive para adultos e idosos), explicação de como as vacinas funcionam, como são produzidas, seus benefícios e riscos. Clique e baixe aqui (arquivo em pdf).

E para quem é essa campanha?

Conforme orientação do Ministério de Saúde, para a campanha atual contra a poliomielite, o grupo-alvo são as mais de 14,3 milhões de crianças menores de cinco anos de idade, sendo que as crianças menores de 1 ano deverão ser imunizadas conforme a situação vacinal para o esquema primário.

Todas as crianças de 1 a 4 anos devem tomar agora na campanha a VOP, a "gotinha", desde que já tenham recebido as três doses de VIP do esquema básico (previstas aos 2, 4 e 6 meses de idade).

As crianças abaixo de um ano de idade também estão convocadas para a campanha, porém, deverão ser vacinadas conforme o histórico vacinal, por isso não há meta de cobertura para elas.

Além da pólio, caso as crianças e adolescentes até 15 anos tenham outras vacinas pendentes, conforme avaliação da caderneta, poderão fazer as demais doses que estiverem em atraso.

Esquema da campanha contra pólio:

  • Abaixo de 1 ano de idade: só faz vacina se tiver alguma em atraso.
  • Entre 1 e 4 anos: faz vacina da pólio (gotinha) e outras se tiver alguma em atraso.
  • Dos 5 aos 14 anos: só faz vacina se tiver alguma em atraso.

Atenção: não podem receber gotinhas as crianças que não estão com as três doses da vacina inativada (injetável) em dia.

As crianças em atraso devem atualizar o esquema vacinal. Mesmo que tenham passado da idade de receberem as três doses inativadas, devem colocar em dia o esquema de vacinação das injeções antes de receberem as doses de gotinha.

A campanha ocorre independentemente da situação vacinal. Ou seja, pais e responsáveis devem ser estimulados a levar a criança independentemente de a vacina estar em dia ou não.

A vacinação é indiscriminada. É para todos. Recuperar quem está com dose em atraso e dar dose extra para quem está em dia, reforçando a proteção. Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria)

Cobertura vacinal está muito baixa

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Campanha atual está imunizando com vacina contra a pólio de gotinha

Imagem: iStock

A meta é atingir 95% das crianças de 1 a 4 anos vacinadas na campanha, no entanto, segundo dados de hoje (1º/10) do painel de vacinação do Ministério da Saúde, este número está em 59,5%. Ainda muito baixo.

"O Brasil está sendo considerado como um país de alto risco de retorno de uma doença totalmente evitável por vacina. Um dos fatores importantes que nos coloca em risco é exatamente a baixa cobertura vacinal", afirma Juarez Cunha, pediatra e presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Embora o Brasil tenha recebido o certificado de eliminação da doença em 1994, a baixa adesão faz o PNI (Programa Nacional de Imunizações) alertar sobre a importância e o benefício da vacinação, para evitar a reintrodução do vírus da poliomielite no país. Atualmente, menos de 70% das crianças de até um ano estão com a vacinação de rotina em dia.

Para o presidente da SBIm, uma das formas de se incentivar a população é trazendo de volta os riscos da doença. "As pessoas têm uma falsa sensação de segurança de que não precisam mais vacinar contra a poliomielite, já que não temos casos da doença no Brasil há mais de 30 anos, mas o vírus pode voltar. Temos que ressaltar essa parte de riscos, assim como a segurança e eficácia da vacina que controlou e eliminou a doença em nosso país. Não podemos deixar a doença voltar", acrescenta ele.

Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações, as doses previstas para a vacina inativada contra a poliomielite —as que são administradas em bebês com menos de 1 ano de idade— atingiram a meta pela última vez em 2015, quando a cobertura foi de 98,29%.

Desde 2016, o país não ultrapassa a linha de 90% de crianças vacinadas. Em 2019, caiu para 84,19%. Em 2020, muito em razão da pandemia de covid-19, o índice chegou a 76,15% dos bebês imunizados. Em 2021, o porcentual ficou abaixo de 70% pela primeira vez, com 69,9%. Ou seja, a cada 10 crianças, três não estão plenamente protegidas contra o poliovírus.

Quais os riscos da doença?

A poliomielite é uma doença altamente contagiosa, que atinge principalmente crianças com menos de 5 anos e que vivem em alta vulnerabilidade social, em locais onde não há tratamento de água e esgoto adequado.

O poliovírus é transmitido de pessoa para pessoa por via fecal-oral ou por água ou alimentos contaminados, e também de forma oral-oral, por meio de gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar.

O vírus ataca o intestino, mas pode chegar ao sistema nervoso e provocar paralisia irreversível —daí o nome paralisia infantil— em membros como as pernas, e também dos músculos respiratórios, levando o paciente à morte. A poliomielite não tem cura, apenas prevenção, que é feita com a vacina.

Portanto, pais e mães, deem uma olhada na caderneta de vacinação de seu filho, e se ele tiver menos de 5 anos, leve-o para tomar essa dose extra de vacina contra a pólio. Além disso, nunca é demais relembrar que não é porque uma campanha nacional acaba que você não pode levar seu filho para tomar vacinas: os postos de saúde vacinam o ano todo.

*Com informações de reportagem do dia 26/9/2022.

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Extrato de cannabis favorece a reversão de sintomas de Alzheimer - Correio Braziliense

Aline Gouveia

postado em 29/09/2022 18:25 / atualizado em 29/09/2022 19:32

 (crédito: Arquivo Pessoal)

(crédito: Arquivo Pessoal)

No Paraná, o uso de extrato de cannabis está sendo testado em pacientes com Alzheimer. O estudo realizado pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) é pioneiro no Brasil e investiga os benefícios do THC (Tetrahidrocanabinol) e CBD (canabidiol ) para a reversão dos sintomas da doença. Após 22 meses de acompanhamento, foi possível observar melhoras no humor, no sono e na memória de Delci Ruver, de 78 anos.

A farmacêutica Ana Carolina Ruver Martins, principal autora da pesquisa e neta de Delci, começou a estudar os benefícios da cannabis em pacientes com Parkinson. No entanto, diante da progressão do Alzheimer no avô, ela propôs o protocolo de pesquisa voltada à doença. Delci começou utilizando o extrato de cannabis com uma dose de 500 microgramas de THC todos os dias antes de dormir, quantidade oito vezes maior do que a substância CBD.

"Essa dose foi ajustada para mais e para menos de acordo com os efeitos experimentados pelo paciente, e chegamos na melhor dose sendo 500 microgramas. Nós elencamos duas ferramentas de avaliações específicas, uma auxilia na determinação do estado mental e serve como uma triagem para determinar o nível de dificuldade cognitiva do paciente, como de memória, orientação espacial, raciocínio lógico e é chamada Mini Teste do Estado Mental (Mini-Mental)", conta a pesquisadora.

A farmacêutica Ana Carolina Ruver Martins iniciou o mestrado na Unila em 2017
A farmacêutica Ana Carolina Ruver Martins iniciou o mestrado na Unila em 2017 (foto: Arquivo Pessoal )

A outra ferramenta do protocolo do estudo é chamada Adas-Cognitivo, que consiste em verificar os progressos com o tratamento, coletando relatos do paciente e dos familiares. As substâncias da cannabis atuam no sistema endocanabinoide do organismo humano, sendo um importante aliado para a regulação e equilíbrio de processos fisiológicos do corpo.

Para exemplificar a atuação do THC e do CBD, a pesquisadora Ana Carolina compara o cérebro com uma orquestra. "Nessa orquestra, existem vários instrumentos que são todas as substâncias conhecidas como neurotransmissores. Esses neurotransmissores são responsáveis por controlar todo nosso organismo, como nosso movimento, memória, aprendizado, humor, dor, inflamação, sistema imunológico. Para que todas essas funções estejam bem, a orquestra precisa que o maestro exerça sua função adequadamente, e esse maestro é o que chamamos de sistema endocanabinoide, o sistema no qual as substâncias da cannabis atuam", diz.

Saiba Mais

Resultados

As causas do Alzheimer ainda não são bem conhecidas. Porém, sabe-se que os sintomas começam a surgir por causa da morte de neurônios localizados no sistema nervoso central, ocasionando desequilíbrio entre as proteínas da região. "Assim, quando tratamos o paciente com cannabis, nós estamos ajudando o maestro dessa orquestra a equilibrar todo o sistema. De forma mais técnica, podemos dizer que o nosso sistema endocanabinoide sofre um decaimento com o avançar da idade e com isso ele reduz sua capacidade de manter o equilíbrio bioquímico do nosso organismo, conhecida como homeostasia", destaca a pesquisadora.

Com a progressão da doença, as falhas de memória em Delci Ruver foram se agravando. "Lembro até hoje meu avô relatando que a cabeça dele parecia que ficava vazia, como uma tontura, um branco, e aí ele não sabia mais nada, onde estava, que dia era, o que estava acontecendo e se perdia. Assim, ele passava a se perder e perder as coisas, o que o deixava com ansiedade, irritado. E essas e outras dificuldades fizeram com que ele não pudesse mais ficar sozinho ou fazer suas atividades sozinho", relata Ana Carolina.

Com o tratamento, Delci teve a autonomia restabelecida. "Ele viaja sozinho, cuida do sítio dele, cultivando plantas e pastagem, e também cuidando de animais como gado, e reconhece todas as pessoas. O que é inédito nesse estudo, ou seja, nunca antes foi relatado para nenhuma outra substância, é que o tratamento realizado com canabinoides reverteu os sintomas que o paciente apresentava e manteve a doença estável, ou seja, sem progredir."

Delci Ruver, de 78 anos, foi diagnosticado com Alzheimer. Após 22 meses de acompanhamento, ele teve reversão nos sintomas da doença. Atualmente, ele já completou 4 anos de tratamento.
Delci Ruver, de 78 anos, foi diagnosticado com Alzheimer. Após 22 meses de acompanhamento, ele teve reversão nos sintomas da doença. Atualmente, ele já completou 4 anos de tratamento. (foto: Arquivo Pessoal)

Após os resultados positivos observados em Delci, a pesquisa se expandiu para 28 pacientes em estágio moderado de Alzheimer. Os participantes foram divididos em dois grupos, metade recebe 500 microgramas de THC e os 14 pacientes restantes recebem placebo. "O uso do placebo é muito importante para que os resultados possam ser validados e dar uma robustez maior para que um dia esse tratamento possa estar mais disponível para todos. A duração dessa etapa de coleta de dados foi de 6 meses e além da avaliação cognitiva, nós avaliamos o estado de ansiedade e depressão dos pacientes e fizemos análises bioquímicas no sangue e no líquor, que é o líquido que passa por nossa medula espinal e reflete o equilíbrio bioquímico do nosso sistema nervoso central", detalha Ana Carolina.

Cannabis em pacientes com Parkinson

Em 2017, Ana Carolina Ruver iniciou o mestrado na Unila, estudando os possíveis efeitos da cannabis em doenças neurológicas. "Nessa época, conheci a Associação Medianeirense de Portadores de Parkinson, e conhecendo o potencial dos canabinoides também para controle motor, eu resolvi propor um protocolo de estudo para a doença de Parkinson, que foi apoiado pelos meus orientadores e se tornou meu estudo de mestrado, em 2023 iniciarei a nova etapa que consiste no meu doutorado", ressalta a farmacêutica.

Oito pacientes participaram do estudo, com doses baixas de THC e CBD: metade recebeu 1mg de THC e outros quatro, 0,250mg da mesma substância. Cabe destacar que os pacientes estavam em estágios moderados e avançados da doença, apresentando dificuldades em se movimentar, além de problemas relacionados a dor, ansiedade, depressão e sono.

Após três meses de acompanhamento, foram observadas melhoras nos movimentos dos participantes do estudo. "Eles travavam menos durante os movimentos, e também tinham menos períodos conhecidos como off, que é quando os sintomas pioram durante o dia, conseguiam fazer atividades do dia a dia melhor, dormir melhor, reduziram a ansiedade e depressão".

Uso de cannabis medicinal no país e os desafios para a ciência

Para acessar o produto, a pesquisa conta com o apoio da Abrace, primeira instituição do país autorizada pela Justiça para cultivar maconha medicinal. Atualmente, 18 produtos à base de cannabis são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil. Entretanto, apenas dois estão nas farmácias. A regulamentação em passos lentos prejudica o andamento de pesquisas vigentes na área. A demora na liberação pode ser atribuída a fatores como burocracia e proibicionismo (processo histórico que acarretou na proibição da maconha no país).

"Outra dificuldade, não só para pesquisa, mas também para os pacientes, é garantir a qualidade dos produtos, pois apesar da proibição, existem inúmeros produtos de cannabis por aí, e as pessoas estão utilizando sem o devido acompanhamento. Porém, consideramos que isso é um dos maiores problemas, pois não sabemos o que realmente tem nesses produtos, por não serem dosados e muitos serem comercializados como suplementos, não necessitando todo controle de qualidade que é exigido para os medicamentos, e assim não se pode fazer o acompanhamento correto dos pacientes na clínica", conclui a pesquisadora Ana Carolina Ruver.

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    Delci Ruver, de 78 anos, foi diagnosticado com Alzheimer. Após 22 meses de acompanhamento, ele teve reversão nos sintomas da doença. Atualmente, ele já completou 4 anos de tratamento. Foto: Arquivo Pessoal

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    A farmacêutica Ana Carolina Ruver Martins iniciou o mestrado na Unila em 2017 Foto: Arquivo Pessoal

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