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Monday, December 25, 2023

Sintomas de Verme: Principais Sinais, Diagnóstico e Tratamento - VivaBem

Entre eles, destaca-se o exame de amostras de fezes, no qual é colhida uma amostra para verificar a presença do verme, larvas ou ovos do parasita. Normalmente, são necessárias várias amostras para ter um diagnóstico correto.

Além disso, podem ser solicitados exames de sangue para identificar evidências de infecção parasitária, como a detecção de anticorpos específicos.

Por fim, em casos de suspeita de infecções causadas por larvas de vermes, exames de imagem como a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética podem ser realizados para visualizar a localização e extensão das larvas no corpo.

Tratamento para verminose

O tratamento das verminoses muda de acordo com o tipo de parasita envolvido e a gravidade da infecção.

Portanto, geralmente, o tratamento é feito com medicamentos antiparasitários para eliminar os vermes do corpo e devem ser prescritos por um médico. Existem alguns vermífugos que são polivalentes e atuam contra vários tipos de vermes.

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Ordem de consumo dos alimentos interfere na saúde; veja qual é a ideal - VivaBem

Primeiro, devemos ter em mente que os alimentos são processados pelo organismo em ritmos diferentes, exigem ambientes com pHs específicos e têm tempos de trânsito variados em nosso trato gastrointestinal, assim como fornecem nutrientes de maneira distintas.

O estômago, por exemplo, é altamente ácido (pH baixo), o que facilita a quebra de proteínas. Por outro lado, o intestino delgado é mais alcalino (pH mais elevado), proporcionando um ambiente favorável para a ação de enzimas digestivas que quebram gorduras e carboidratos. Assim, proteínas, carboidratos e gorduras são digeridos e melhor absorvidos em diferentes estágios e locais do sistema digestório.

Por qual tipo de alimento devo então devo iniciar a minha refeição?

Grande parte dos especialistas aconselha começar pelos vegetais ricos em fibras (crus ou cozidos), seguidos por proteínas e gorduras saudáveis, e, por último, partir para os carboidratos (amidos e açúcares).

A ideia principal é que a fibra, a gordura e a proteína ajudem a desacelerar a digestão dos carboidratos, em especial os refinados, como arroz, pão ou macarrão.

De modo geral, os benefícios alegados para essa sequência giram em torno da sensação de saciedade (ou seja, a percepção de estarmos ou não satisfeitos) e na regulação dos níveis de açúcar no sangue, isto é, o equilíbrio glicêmico. A ideia é assim consumir alimentos em uma ordem que permita uma digestão mais eficiente em prol da absorção de nutrientes, além de ajudar no controle do peso e do diabetes.

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Sunday, December 24, 2023

Álcool e remédio: 10 tipos de medicamentos que não devem ser misturados com bebida - Marie Claire Brasil

O estudo Álcool e a Saúde dos Brasileiros – Panorama 2023, realizado pelo Ipec, revelou que 45% dos brasileiros bebem regularmente. Para surpresa de zero pessoas, o levantamento mostrou que o consumo sobe nos fins de semana, durante festas e churrascos e na companhia de amigos.

Se você faz parte desse contingente, ainda que de vez em quando, precisa saber que a bebida pode interagir com qualquer medicamento que você tome, mesmo aqueles vendidos sem receita.

A combinação de álcool e vários fármacos comuns pode causar reações adversas, mal-estar e até mesmo morte. O Instituto Nacional sobre Abuso de Álcool e Alcoolismo, dos Estados Unidos, elenca uma série de sintomas associados ao combo, entre eles:

- Náusea e vômito;
- Fraqueza;
- Desmaio;
- Sonolência;
- Palpitação;
- Sangramento interno;
- Dificuldade para respirar;
- Dano hepático.

Por que misturar álcool e remédio faz mal à saúde

Para compreender os perigos da interação, é preciso ter uma aulinha de bioquímica. Uma das funções do fígado no organismo é a desintoxicação. O órgão tem a capacidade de metabolizar, ou seja, transformar tudo aquilo que entra na nossa corrente sanguínea em algo que possa ser interpretado por ele. Se for bom, o organismo aproveita. Se for ruim, excreta.

Esse mecanismo vale para uma série de substâncias, incluindo os remédios e também o álcool. “As pessoas acham que o medicamento entra no organismo pronto para fazer efeito. Não é assim. A química do medicamento precisa ser metabolizada para só então ser aproveitada pelo corpo”, explica o farmacêutico Jamar Tejada.

Quando ingerimos bebida, o fígado precisa trabalhar muito. Primeiro, o órgão transforma o líquido numa substância chamada acetaldeído, que é muito tóxica, e depois em acetato. “O produto é como se fosse um vinagre que não é prejudicial para o nosso organismo. O problema é a quantidade de álcool ingerido”, esclarece.

Se for uma dose baixa, como uma latinha de cerveja, talvez não seja maléfico para a maioria das pessoas. Para alguns indivíduos, no entanto, pode ser. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já declarou que não existe dose considerada segura.

“O álcool por si já é muito tóxico para o organismo. Se a pessoa está tomando remédio e bebe, o fígado vai ter dois trabalhos e pode não dar conta. Ele vai ter que escolher o que metabolizar e, com isso, acaba inflamando”, diz o farmacêutico.

Jamar Tejada conta quais são alguns possíveis efeitos de combinar remédios com álcool:

Álcool + paracetamol

Pode aumentar o risco de hepatite medicamentosa e causar inflamação no fígado. “Algumas pessoas tomam esse remédio quando estão alcoolizadas, para não ter dor de cabeça na ressaca. Na realidade, o medicamento pode inflamar o órgão ainda mais”, diz o farmacêutico.

Álcool + dipirona

As duas substâncias atuam no sistema nervoso central. A sonolência e a lentidão decorrentes do consumo da bebida ficam potencializadas.

Álcool + ácido acetilsalicílico

O fármaco é um antiagregante plaquetário, ou seja, ele não inibe a agregação das plaquetas. Esse resultado favorece sangramentos e é perigoso para pessoas com qualquer tipo de problema gástrico, como uma úlcera. O álcool, por sua vez, prejudica o muco de proteção do estômago, aumentando ainda mais o risco de hemorragia. “Essa é uma das interações que eu acho mais perigosas”, aponta Jamar Tejada.

Álcool + antibióticos

O combo pode causar dor de cabeça, náusea, palpitação, pressão baixa, dificuldade respiratória e até mesmo morte. Assim como o anti-inflamatório, o antibiótico prejudica a camada de proteção do estômago.

“Antibióticos são remédios muito agressivos. Se a pessoa está alcoolizada, o fígado está ocupado metabolizando a bebida e não vai dar conta do trabalho a mais”, diz. “Não vai ser uma latinha de cerveja que vai causar tudo isso, mas não é aconselhável tomar nada.”

Álcool + anti-inflamatórios

Nessa combinação, aumenta risco de úlcera gástrica e sangramentos.

Álcool + antidepressivos ou ansiolíticos

A mistura pode aumentar a sedação da pessoa e diminuir a eficácia do fármaco. “Todos os medicamentos que têm uma ação no sistema nervoso central, como o antidepressivo e ou ansiolítico, não devem ser usados junto com o álcool, porque o efeito sedativo vai ser potencializado.

Álcool + inibidores de apetite

Pode levar à tontura, vertigem, fraqueza, desmaio e confusão mental.

Álcool + insulina

Pode gerar hipoglicemia e inibir o metabolismo do etanol no organismo. “O corpo interpreta o álcool como açúcar e vai entender que tem muita glicose no sangue. O diabético é quem mais sofre com consumo de álcool”, diz.

Álcool + anticonvulsivantes

Causa risco de intoxicação e diminuição da eficácia contra as crises de epilepsia. “O álcool pode quebrar o efeito do remédio, porque ele altera a estrutura química do medicamento”, afirma o farmacêutico.

Precauções

Qual é a dica para pessoas que precisam tomar remédio e, ao mesmo tempo, querem beber?

“Sempre tomar muita água junto com o álcool, para diluir a toxina, e estar bem alimentado. Além disso, evite o consumo do remédio próximo ao uso do medicamento. O álcool tem um pico de ação no nosso organismo de 90 minutos. O intervalo mínimo que a pessoa deve dar entre o remédio e o álcool é de 2 horas”, recomenda Jamar Tejada.

Esse intervalo não serve para todas as drogas, porque algumas têm liberação mais lenta no organismo. Na dúvida, é melhor consultar o médico ou o farmacêutico sobre qual o melhor horário para tomar o remédio. “O certo seria não beber. Na prática, muita gente deixa de tomar o medicamento por causa da festa, o que também não pode”, diz.

Para curar a ressaca e deixar o fígado e o estômago em paz, o farmacêutico sugere consumir produtos fitoterápicos: “O bom e velho chá de macela, de boldo e de camomila são bons. Além disso, é recomendável seguir uma alimentação leve e beber bastante água”.

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Ordem de consumo dos alimentos interfere na saúde; veja qual é a ideal - VivaBem

Primeiro, devemos ter em mente que os alimentos são processados pelo organismo em ritmos diferentes, exigem ambientes com pHs específicos e têm tempos de trânsito variados em nosso trato gastrointestinal, assim como fornecem nutrientes de maneira distintas.

O estômago, por exemplo, é altamente ácido (pH baixo), o que facilita a quebra de proteínas. Por outro lado, o intestino delgado é mais alcalino (pH mais elevado), proporcionando um ambiente favorável para a ação de enzimas digestivas que quebram gorduras e carboidratos. Assim, proteínas, carboidratos e gorduras são digeridos e melhor absorvidos em diferentes estágios e locais do sistema digestório.

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Grande parte dos especialistas aconselha começar pelos vegetais ricos em fibras (crus ou cozidos), seguidos por proteínas e gorduras saudáveis, e, por último, partir para os carboidratos (amidos e açúcares).

A ideia principal é que a fibra, a gordura e a proteína ajudem a desacelerar a digestão dos carboidratos, em especial os refinados, como arroz, pão ou macarrão.

De modo geral, os benefícios alegados para essa sequência giram em torno da sensação de saciedade (ou seja, a percepção de estarmos ou não satisfeitos) e na regulação dos níveis de açúcar no sangue, isto é, o equilíbrio glicêmico. A ideia é assim consumir alimentos em uma ordem que permita uma digestão mais eficiente em prol da absorção de nutrientes, além de ajudar no controle do peso e do diabetes.

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Saturday, December 23, 2023

O tweet mais ridículo da semana (51) - Revista Oeste

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, conseguiu relacionar a vacinação contra a dengue com a presença da cantora norte-americana Beyoncé em Salvador, na Bahia.

Geraldo Alckmin tem usado as redes sociais para publicar memes. Ele já usou o personagem Harry Potter, a cantora Carmen Miranda (1909-1955) e o slogan “Lula não cansa”. Agora, foi a vez de atingir o mundo pop.

Geraldo Alckmin (novamente) foi o vencedor desta semana. No fim da temporada, o campeão vai ganhar o troféu Luís Roberto Barroso, com indicações de livros, pensamentos e música para refletir. 

A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].

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Sociedades médicas pedem à Anvisa medidas contra o 'chip da beleza' - UOL Confere

Sociedades médicas brasileiras enviaram carta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo providências quanto ao uso indiscriminado de implantes hormonais, popularmente chamados de "chip da beleza", no país. Esses produtos, que não possuem bula e não têm regulamentação da Anvisa, são considerados um risco à saúde e têm sido prescritos por médicos de forma indiscriminada e com um "viés altamente comercial", de acordo com o grupo que assina a carta ao diretor-presidente da agência, Antonio Barra Torres.

"A monetização desse comércio através de venda direta ou parcerias comissionadas, bem como a promoção de cursos não científicos, ferem todos os princípios éticos, legais e humanos", diz o documento, assinado pelas sociedades brasileiras de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), de Urologia (SBU), de Geriatria e Gerontologia (SBGG), de Diabete (SBD) e de Medicina do Exercício e do Esporte, pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

"Não existe dose, tampouco acompanhamento médico que garanta segurança para o uso de hormônios para fins estéticos ou de performance. Os efeitos colaterais podem ser imprevisíveis e graves, com os riscos ultrapassando qualquer possível benefício. Casos de enfarte agudo do miocárdio, de tromboembolismo e de acidente vascular cerebral vêm se tornando frequentes", advertem.

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Friday, December 22, 2023

Nutricionistas avaliam 13 marcas de granola disponíveis no mercado - VivaBem

Ingredientes: flocos de aveia integral, flocos de milho integral, uva-passa, flocos de cereais, óleos vegetais (milho /ou girassol e/ou algodão e/ou palma), melado de cana, açúcar mascavo, fibra de trigo, extrato de malte, glicose, coco, mix de vitaminas e minerais (cálcio, vitaminas C, B3, E, zinco, vitaminas B2, B6, B1, B5, A e D), gergelim, aromas e antioxidante natural tocoferol. Pode conter centeio, amêndoa, amendoim, castanha-de-caju, castanha-do-pará, avelã, macadâmia, noz, pecã, pistache, pinoli, castanhas e soja. Contém glúten.

Possui muitos açúcares, como melado de cana, açúcar mascavo, extrato de malte e glicose, além de ter óleo vegetal. Porém, tem boa proporção de fibras e gorduras insaturadas, que favorece a absorção das vitaminas lipossolúveis (A, D e E) presentes na composição.

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Governo de Minas entrega 11 ônibus do Transporta SUS em Curvelo - Agência Minas Gerais

Seguindo a meta de levar os serviços de saúde cada vez mais próximos ao cidadão, o Governo de Minas , por meio da Secretaria de Estado de Sa...