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Thursday, January 4, 2024

Urina de bebê escura faz médicos descobrirem câncer raro - Metrópoles

Um bebê inglês de 16 meses foi diagnosticado com um tipo raro de câncer após a mãe dele notar que sua urina estava ficando cada vez mais escura e de cheiro forte. O pequeno Jaxon Hart foi diagnosticado com tumor de Wilms, um tipo agressivo de doença nos rins que atinge especialmente crianças menores de seis anos.

“Meu filho fez xixi no hospital e estava tão escuro quanto Coca-Cola. Os médicos o levaram para uma ultrassonografia que revelou uma massa de cinco centímetros de diâmetro no rim dele. Era quase o órgão direito inteiro”, lembra a mãe do menino, Stacie Hart, em entrevista ao Daily Mail.

Câncer raro

O tumor de Wilms é um tipo raro de câncer, apesar de ser responsável pela maioria dos diagnósticos de tumor renal em crianças.

O tumor é formado por células-tronco, que normalmente se especializam e se tornam células de diferentes tipos. No caso dos rins, em pacientes saudáveis, elas seguem amadurecendo até cerca de quatro anos de idade.

Nas crianças que têm tumor de Wilms, essas células param de se especializar e continuam se multiplicando, formando massas malignas.

Os tumores crescem rápido e não apresentam sintomas específicos nos estágios iniciais, por isso costumam ser diagnosticados tardiamente. Em casos mais graves, podem ocorrer metástases principalmente para o pulmão, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

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O menino estava com uma tosse persistente além do xixi progressivamente mais escuro e com cheiro intenso. Os médicos suspeitaram da metástase para o pulmão, o que justificaria a tosse intensa, mas descobriram que o sintoma estava relacionado a uma infecção decorrente do mal funcionamento dos rins.

O bebê teve seu rim removido e, antes da cirurgia, passou por cinco sessões de quimioterapia. Após o procedimento, Jaxon fez mais um mês da terapia — combinado, o tratamento funcionou e todos os sinais do tumor desapareceram. Agora, aos 19 meses de vida, Jaxon se encontra saudável.

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Wednesday, January 3, 2024

'Trataram minha tosse como sinusite, mas era tuberculose' - VivaBem

O técnico de enfermagem Jonatas Bezerra, 29, foi diagnosticado com tuberculose em junho de 2023. Tinha febre, tossia muito e chegou a perder mais de 10 kg, mas a condição era sempre tratada como um quadro alérgico ou sinusite. Depois de seis meses nesta situação, ele descobriu a doença.

"Tive receio de contar para as pessoas"

Fiquei com medo de ter passado a doença para outros familiares, o que foi descartado nas semanas seguintes.

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Tuesday, January 2, 2024

Brasil bate recorde de hospitalizações por trombose venosa - SBT

O Brasil bateu recorde de casos de trombose venosa em 2023. Só nos oito primeiros meses do ano, 165 pessoas foram hospitalizadas, por dia, na rede pública de saúde, para tratamento da doença. A conclusão é de um levantamento inédito da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), com base em dados do Ministério da Saúde.

+ Leia as últimas notícias no portal SBT News

Ainda segundo o estudo, entre janeiro de 2012 e agosto de 2023, mais de 489 mil brasileiros foram internados para tratar da doença. Para a entidade, os dados evidenciam a necessidade de conscientização da sociedade sobre hábitos mais saudáveis, além de cuidados diários relacionados à saúde vascular.

A trombose pode acometer várias regiões do corpo e tem como sintomas inchaço, dor e mudança de coloração na pele. Os fatores de risco são o sedentarismo, o uso de pílula anticoncepcional, tabagismo, obesidade e fatores hereditários.

A doença também pode ter consequências trágicas, conforme explica o médico Armando Lobato, que integra a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular. "Essa trombose nada mais é que um coágulo. E esse coágulo pode se desprender da veia e chegar no pulmão da gente, causando a embolia pulmonar, e ela pode levar a uma taxa de mortalidade nos casos diagnosticados acima de 15%", explica o cardiologista.

O médico destaca ainda que a prevenção da trombose passa por uma mudança de hábitos. "Parar de fumar, por exemplo. Uma pessoa com sobrepeso ou uma pessoa obesa, ela tem um risco maior de trombose, na própria mobilidade", observa o doutor Armando Lobato.

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Por que hipocondríacos morrem antes do que quem se preocupa menos com a saúde - G1

Aqueles que sofrem com a hipocondria procuram constantemente sinais visíveis de uma doença em seus corpos — Foto: Getty Images via BBC

Aqueles que sofrem com a hipocondria procuram constantemente sinais visíveis de uma doença em seus corpos — Foto: Getty Images via BBC

As pessoas que se preocupam excessivamente com a sua saúde tendem a morrer mais cedo do que aquelas que não o fazem, concluiu um estudo recente realizado na Suécia.

Parece estranho que os hipocondríacos – que por definição se preocupam mais, mas não necessariamente têm problemas de saúde – tenham uma expectativa de vida mais curta do que o resto da população. Mas vamos entender por quê.

👉 Primeiro, um pouco sobre a terminologia. O termo “hipocondríaco” está rapidamente se tornando pejorativo e, por isso, os médicos são incentivados a utilizar transtorno de ansiedade por doença. Portanto, usaremos esta expressão ao longo do texto.

Este transtorno pode ser definido como uma condição de saúde mental caracterizada pela preocupação excessiva com a própria saúde, geralmente com a crença infundada de que se sofre de uma condição médica grave.

🚨 Pessoas com esse diagnóstico podem fazer visitas frequentes ao médico ou podem evitá-las completamente, alegando que uma condição real e muito possivelmente fatal poderia ser diagnosticada.

Este último argumento me parece muito racional. Um hospital é um lugar perigoso e é possível morrer em um lugar como esse.

O transtorno de ansiedade por doença pode ser muito debilitante:

  • Uma pessoa com essa condição passará muito tempo se preocupando e visitando clínicas e hospitais.
  • É caro para os sistemas de saúde devido ao tempo e aos recursos de diagnóstico utilizados, além de ser bastante estigmatizante.
  • Profissionais de saúde ocupados preferem gastar tempo tratando pessoas com “doenças reais” e muitas vezes podem ser bastante desdenhosos. As pessoas ao redor do paciente também.
Pessoas ansiosas tendem a beber mais álcool — Foto: Getty Images via BBC

Pessoas ansiosas tendem a beber mais álcool — Foto: Getty Images via BBC

Pesquisadores suecos acompanharam cerca de 42 mil pessoas (das quais 1.000 sofriam do distúrbio) ao longo de duas décadas.

Durante esse período, as pessoas com o transtorno apresentaram maior risco de morte.

🚨 Em média, aqueles que se preocupavam mais com a saúde morreram cinco anos mais jovens do que aqueles que se preocupavam menos.

Além disso, o risco de morte aumentou tanto por causas naturais quanto por não naturais.

👉 Pessoas com o transtorno que morreram de causas naturais apresentaram maior mortalidade por causas cardiovasculares, respiratórias e desconhecidas. Curiosamente, não foi observada uma mortalidade maior por câncer.

O fato é curioso porque a ansiedade gerada pelo medo do câncer é muito disseminada nessa população.

👉 A principal causa de morte não natural no grupo com o transtorno foi o suicídio, com uma taxa pelo menos quatro vezes maior do que a observada entre aqueles que não sofriam do transtorno.

Tocofobia: a doença de quem tem pânico de engravidar

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Como essas descobertas são explicadas?

Sabe-se que o transtorno de ansiedade por doença tem uma forte associação com transtornos psiquiátricos. Dado que o risco de suicídio aumenta com as doenças psiquiátricas, tal conclusão parece bastante razoável.

🚨 Soma-se a isso o fato de que os pacientes podem se sentir estigmatizados e desconsiderados, e isso pode contribuir para a ansiedade e a depressão, levando, em última análise, ao suicídio em alguns casos.

O aumento do risco de morte por causas naturais é mais difícil de explicar.

Fatores como o estilo de vida podem fazer parte do processo. O uso de álcool, tabaco e drogas é mais comum em pessoas ansiosas e com transtornos psiquiátricos.

Sabe-se que esses vícios podem limitar a longevidade e, portanto, contribuir para o aumento da mortalidade.

O transtorno também é mais comum entre pessoas com familiares que tiveram doenças graves.

Dado que muitas doenças graves têm um componente genético, podem ser que a expectativa de vida seja reduzida devido a genes “defeituosos”.

Preocupação exagerada com doenças pode ser sinal de hipocondria; médico explica

Preocupação exagerada com doenças pode ser sinal de hipocondria; médico explica

O que podemos aprender?

Os médicos devem estar atentos aos problemas de saúde subjacentes dos pacientes e ouvir com mais atenção.

Quando desprezamos nossos pacientes, muitas vezes podemos ser surpreendidos.

É inteiramente possível que pessoas com transtorno de ansiedade por doença tenham uma condição subjacente oculta.

Talvez possamos ilustrar este ponto com o caso do romancista francês Marcel Proust.

Ele é frequentemente descrito por seus biógrafos como um hipocondríaco, mas morreu em 1922, aos 51 anos, em uma época em que a expectativa de vida dos franceses era de 63 anos.

Ao longo de sua vida, ele se queixou de vários sintomas gastrointestinais, como saciedade extrema, distensão abdominal e vômitos, mas seus médicos não encontravam nada de errado.

Na verdade, os sintomas são consistentes com a gastroparesia.

Esta é uma condição em que a mobilidade do estômago é reduzida e ele se esvazia mais lentamente do que deveria, fazendo com que a pessoa se sinta cheia demais.

O quadro pode causar vômito e, com isso, existe o risco de inalar o vômito, o que causa pneumonia por aspiração. E sabe-se que Proust morreu por complicações de uma pneumonia.

Por fim, um alerta: escrever sobre esse transtorno pode ser bastante arriscado.

O dramaturgo francês Molière escreveu Le Malade Imaginaire ("O Doente Imaginário"), uma peça sobre um hipocondríaco chamado Argan que tenta fazer com que sua filha se case com um médico para reduzir suas contas médicas.

Quanto a Molière, ele morreu após a quarta montagem de sua obra. Zombe dos hipocondríacos se quiser, mas por sua própria conta e risco.

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Monday, January 1, 2024

Publicada a Resolução que disciplina a aplicação da Tabela SUS Paulista aos estabelecimentos de Saúde do SUS - COSEMS/SP

Publicada a Resolução que disciplina a aplicação da Tabela SUS Paulista aos estabelecimentos de Saúde do SUS

Após meses de discussões entre COSEMS/SP e Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), foi publicada a Resolução SS nº 198, de 29 de dezembro de 2023, a qual disciplina a aplicação da Tabela SUS Paulista aos estabelecimentos de saúde, com ou sem fins lucrativos, que participam do SUS, com acréscimo à remuneração, e em conformidade com a estrutura organizacional da Tabela de Procedimentos Unificada e Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos (SIG-TAP) e OPM do SUS.

O valor da complementação aos prestadores de serviço conveniados ou contratados pelo SUS da Gestão Estadual e das Gestões Municipais do Estado de São Paulo, dar-se-á, exclusivamente, conforme produção registrada no SIH e SIA e aprovadas pelo Ministério da Saúde (MS), com recursos do Tesouro Estadual, de acordo com os valores estabelecidos na Tabela SUS Paulista, no Anexo I (Tabela SUS Paulista Hospitalar), Anexo II (Tabela SUS Paulista Ambulatorial) e Anexo III (Tabela SUS Paulista OPME).

Os anexos citados acima são encontrados na publicação do DOU abaixo. A publicação da Resolução nº 198 se inicia na página 04, em Atos do Governador – Saúde. Confira também as condições para que o prestador de serviços conveniado ou contratado pelo SUS receba a complementação prevista na Tabela SUS Paulista.

Acesse aqui a publicação.

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Fato curioso: Ter gatos cedo eleva risco de esquizofrenia, indica pesquisa - Capitalist

Cientistas realizaram novas revisões em um antigo estudo e descobriram que pessoas que possuem gatos em casa estão sujeitas a um risco maior de desenvolver esquizofrenia. Assim, pesquisadores australianos analisaram 17 trabalhos acadêmicos elaborados nos últimos 44 anos em 11 países diferentes para chegar a essa conclusão.

Tal ideia, que associa felinos à doença, foi sugerida pela primeira vez em uma pesquisa no ano de 1995, devido à exposição ao parasita denominado Toxoplasma gondii, sendo essa a causa sugerida para o aparecimento desse tipo de patologia. Entretanto, as conclusões finais foram mistas.

Gatos podem ser o estopim para quadros esquizofrênicos?

Apesar dos resultados obtidos em alguns trabalhos acadêmicos, nem todos os estudos realizados encontraram uma associação verdadeiramente coerente. Dessa forma, não é possível responsabilizar os animais pelo aparecimento da doença com 100% de certeza.

“Encontramos uma associação entre a posse de gatos amplamente definida e o aumento das chances de desenvolver distúrbios relacionados à esquizofrenia”, escrevem o psiquiatra John McGrath e outros pesquisadores, todos do Centro de Pesquisa em Saúde Mental de Queensland.

Para obter resultados mais exatos sobre o tema, o especialista e sua equipe alegam que é necessário realizar uma análise e revisão completa das pesquisas elaboradas sobre o assunto até o momento. Lembram que o T. gondii é um parasita quase inofensivo e pode ser transmitido por outras vias, como a ingestão de carne mal cozida ou água contaminada.

Uma simples ligação com esse microorganismo não comprova que os gatos sejam os principais vetores de transmissão para os humanos. Conforme apontado por McGrath, após o ajuste de variáveis, descobriu-se que pessoas expostas a felinos tinham quase o dobro de chances de desenvolver esquizofrenia.

No entanto, 15 dos 17 trabalhos tratavam-se de estudos de caso-controle, e isso não é suficiente para comprovar causa e efeito, pois essa modalidade muitas vezes não contempla elementos que possam afetar tanto a exposição quanto o resultado.

Além disso, alguns dos levantamentos analisados eram de qualidade duvidosa e apresentaram conclusões inconstantes. Por fim, a maioria dos investigadores é unânime ao afirmar que mais pesquisas são necessárias para que possamos traçar um panorama mais assertivo sobre os gatos.

“Há necessidade de mais estudos de alta qualidade, baseados em amostras grandes e representativas, para melhor compreender a posse de gatos como um candidato a fator modificador de risco para transtornos mentais”, disse John McGrath.

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Governo de SP vai produzir remédio à base de maconha para distribuição no SUS - UOL

O governo de São Paulo vai desenvolver estudos para a fabricação de remédios à base de maconha visando o atendimento a pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) a partir do ano que vem.

O trabalho será conduzido pela Furp (Fundação para o Remédio Popular), laboratório público estadual, que vai importar o IFA (insumo farmacêutico ativo) para a produção dos medicamentos. O processo licitatório já está em andamento e deve ser concluído até o fim de janeiro.

O ingrediente será utilizado na elaboração de duas novas formulações do óleo de CBD (canabidiol). Após estudos de estabilidade e análise técnica, o laboratório deve solicitar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorização para distribuir o produto.

A habilitação pelo órgão regulador é a etapa final antes de o medicamento chegar ao SUS. A previsão é que o processo seja concluído em até 36 meses (3 anos).

Na última terça-feira (26), a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) publicou as diretrizes para o fornecimento gratuito de cannabis medicinal em São Paulo. A princípio, o tratamento será restrito a portadores de três doenças que provocam convulsões e de difícil controle: Síndrome de Dravet, Síndrome de Lennox-Gasteaux e esclerose tuberosa.

Com a produção própria pelo laboratório paulista, o governo espera reduzir no futuro os custos da medicação, que inicialmente será adquirida pela Secretaria de Estado da Saúde por meio de licitação aberta ao setor privado.

A Furp também quer se estabelecer como possível fornecedor para outros estados, diante da perspectiva de crescimento da demanda por esse tipo de tratamento –ao menos 13 unidades da federação já aprovaram leis próprias distribuição gratuita de CBD, que aguardam regulamentação.

"A Furp viu isso como uma oportunidade de negócio: fornecer não só para São Paulo, mas também eventualmente para outros estados no futuro, onde houver essa legislação. O nosso desafio é mostrar que a gente pode fornecer medicamento com qualidade e preço competitivo", explica Fabiano Marques de Paula, superintendente da fundação.

Além do preço, ele ressalta a importância estratégica da produção do medicamento por um laboratório oficial para atender a política pública. "Eu sempre lembro o exemplo recente da pandemia. Se não fosse a Fiocruz e o Butantan, que são dois laboratórios públicos, a gente teria uma situação muito mais difícil para conseguir vacinar a população."

A dependência do IFA importado, contudo, pode se tornar um gargalo para a assistência farmacêutica no país com a ampliação do acesso ao tratamento, avalia De Paula. "Agora ainda estamos dando os primeiros passos, mas depois que isso pegar uma robustez em outros estados pode virar o caso de repensar essa legislação. O país não pode ficar refém de comprar alguns insumos apenas do exterior, tem que produzir internamente", disse o superintendente, que considera levar a questão ao Ministério da Saúde.

Gastos com judicialização

Entre as justificativas citadas pelo governo paulista no edital da Furp está a crescente despesa com cannabis medicinal para atendimento de ações na Justiça.

"As despesas oriundas da judicialização elevaram-se de forma quase exponencial de 2019 a 2022, uma vez que todas as ações julgadas davam ganho de causa aos usuários, razão pela qual ampliou-se a busca por tratamentos com uso de canabidiol", diz trecho do documento. Cerca de 70% dos produtos distribuídos no período eram importados.

Como a Folha mostrou em outubro, o estado de São Paulo teve gasto recorde com a compra de remédios à base de maconha após decisões judiciais em 2023. De janeiro a outubro, R$ 25,6 milhões foram destinados a atender 843 ações movidas por pacientes.

O valor corresponde a quase um terço de tudo o que o estado já gastou com cannabis medicinal desde 2015, quando a Anvisa autorizou pela primeira vez a importação de produtos com CBD para o Brasil. A despesa total se aproxima dos R$ 85 milhões.

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Governo de Minas entrega 11 ônibus do Transporta SUS em Curvelo - Agência Minas Gerais

Seguindo a meta de levar os serviços de saúde cada vez mais próximos ao cidadão, o Governo de Minas , por meio da Secretaria de Estado de Sa...