Fernando Henrique Guerrero, falso médico que atuou em Sorocaba Imagem: Reprodução/Band
O Hospital Samaritano de Sorocaba, no interior paulista, foi condenado a pagar uma indenização de R$ 30 mil a um paciente que foi atendido por um falso médico em julho de 2011.
O paciente, de 63 anos à época, chegou ao hospital de ambulância sentindo fortes dores no peito e foi atendido por uma pessoa que se identificava como sendo o "doutor Ariosvaldo Diniz Florentino". O suposto médico receitou alguns medicamentos e o liberou, diagnosticando-o com um simples "mal-estar".
No dia seguinte, ainda sentindo dores no peito, de acordo com o relato feito à Justiça, o paciente procurou um especialista que, após uma bateria de exames, disse que ele sofrera um infarto e determinou sua imediata internação em outro hospital, onde permaneceu por nove horas na UTI e passou por uma intervenção cirúrgica (cateterismo e angioplastia).
“Beber álcool antes de dormir é como apertar um botão. No início, ele tem um efeito sedativo e você provavelmente se sentirá mais relaxado e adormecerá facilmente. Neste ponto, você ainda tem um alto nível de álcool no sangue. Mas não se deixe enganar. À medida que seu corpo processa a bebida e a noite avança, o álcool realmente atrapalha seu sono“, escrevem as nutricionistas Charlotte Gupta, Grace Vincent, Saman Khalesi e a psicóloga Madaline Sprajcer.
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Quando a pessoa está dormindo, o corpo continua processando o álcool, e eventualmente a sensação de sono é transformada em animação. Esse momento acontece, normalmente, na segunda metade da noite, quando estamos em sono profundo (REM). Os principais efeitos são sonhos vívidos e estressantes, além de acordar várias vezes.
Beber demais e insônia
A interrupção do sono interfere na regulação das emoções e função cognitiva. Por isso, é comum acordar cansado e tonto depois de uma noite de bebedeira.
A sugestão das pesquisadoras da CQUniversity e Griffith University é evitar beber perto da hora de ir dormir — o ideal é dar tempo para que o álcool seja processado antes de deitar. Elas também sugerem beber muita água e não esquecer de comer.
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Esse é o cenário que Chris Hemsworth vive hoje: ele não tem a doença, só o conhecimento de que, quem sabe, um dia ele possa ter.
A endocrinologista Fernanda Victor, que já foi colunista de VivaBem, falou sobre o excesso de pedidos de ultrassons de tireoide: "Os aparelhos atuais de ultrassom, com alta resolução, conseguem detectar nódulos muito pequenos (de cerca de 2 mm). O problema é que esses achados são interpretados como doença potencialmente grave, mesmo sem qualquer repercussão negativa na saúde, e ainda podem gerar muito transtorno e custos ao paciente".
Mesmo um simples ultrassom precisa ser solicitado após cuidadosa avaliação médica, não havendo necessidade de incluí-lo nos seus exames de check-up sem que haja uma indicação clara. Fernanda Victor, endocrinologista
Desigualdade no acesso
Luiz Paulo Rosa reforça que excesso de exames também está relacionado à classe social. Nem sempre, quem depende do SUS, consegue fazer o básico, mesmo com necessidade.
"Quem tem mais poder aquisitivo pode fazer exames sem indicação. Enquanto isso, há pessoas sem acesso a uma boa assistência médica que não conseguem realizar nem aqueles que, de fato, precisam", diz Rosa.
Já casos mais intensos de desidratação podem ser fatais pela impossibilidade de repor líquidos por via oral, sendo necessário receber infusões de soro por via endovenosa no pronto-socorro. Nesses casos, o paciente pode ter alteração do estado mental e pressão arterial baixa, assim como o aumento das frequências respiratória e cardíaca, pele fria e pegajosa.
Quanto beber de água?
A quantidade é muito individual, pois depende da idade, nível de atividade física, alimentação, temperatura ambiente etc.
A recomendação geral para adultos é tomar de 30 e 35 ml de água por kg de peso do corpo ao dia. Assim, uma pessoa com 70 kg deveria beber cerca de 2,1 a 2,5 litros diariamente.
Na dúvida, para não ter de ficar fazendo conta, a regra de tomar de 2 a 3 litros de água por dia é uma boa medida para grande parte da população.
E nunca ignore a sede. Quando ela chega, é sinal de que seu corpo está ficando desidratado e você precisa repor água.
Perfil do paciente é diferente. A esclerose múltipla é mais rara que o AVC, mas atinge pessoas mais novas: no geral, se manifesta entre 20 e 25 anos, mais próximo da idade que Gabriela tinha em 2011. Já o AVC costuma acontecer com pessoas entre 60 e 65 anos.
Embora as duas doenças tenham sintomas parecidos, quando você começa a destrinchar, vê a diferença. No AVC isquêmico, que é o que pode ser confundido, a fraqueza tende a ser súbita e de um lado. Na fraqueza da esclerose, o processo é outro e pode ser nos dois lados simultaneamente. Guilherme Diogo, neurologista e especialista em esclerose múltipla do Hospital São Luiz Itaim
Tratamentos são completamente diferentes. No caso do AVC, nas primeiras horas, é importante liberar o vaso que foi fechado — o que pode ser feito por remédios que "afinam" o sangue ou por um procedimento chamado trombectomia. No caso da esclerose, o primeiro atendimento deve ser a aplicação de corticoide para baixar a inflamação. Em ambas as condições, a ação reduz o risco de sequelas.
Erro poderia trazer consequências para Gabriela. Como o tratamento da esclerose múltipla mexe no sistema de defesa, o corpo do paciente pode ficar mais suscetível a infecções graves —além do risco de possíveis alergias.
Ideal é procurar especialista. Guilherme Diogo reforça a importância de procurar um especialista na doença identificada para que exames mais detalhados sejam feitos, minimizando a possiblidade de diagnóstico errado.
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Edith Cowan, da Austrália, descobriu qual a frequência necessária na academia para que os resultados comecem a aparecer.
Publicado em 8 de agosto, no European Journal of Applied Physiology, o artigo aponta que três vezes por semana são suficientes para que os ganhos musculares se tornem perceptíveis em um mês.
Para chegar à conclusão, os pesquisadores realizaram um experimento com 26 jovens. Metade do grupo realizou atividades físicas três vezes por semana e os demais apenas duas. Durante quatro semanas, eles deveriam realizar exercícios de bíceps de contração por três segundos.
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Os voluntários que malharam três dias por semana aumentaram a força muscular em até 4%. Enquanto os que se exercitaram apenas duas vezes não obtiveram melhora alguma.
O principal autor do estudo, o professor Ken Nosaka, afirma que os resultados mostram o “ponto de inflexão” para obter benefícios significativos com os exercícios.
Veja na galeria dicas sobre como ganhar massa muscular mais rápido:
Academia
Para ganhar massa muscular de forma saudável, é preciso seguir uma rotina com atividade física regular e alimentação rica em fontes de proteína Getty Images
Academia
As repetições dos exercícios devem ser lentas, principalmente na fase de contração do músculo. Assim, mais efetivo será o ganho de massa muscular durante o período de recuperação Getty Images
Cross fit
Não pare o exercício assim que começar a sentir dor ou sensação de queimação. É nesse momento que as fibras brancas do músculo começam a ser rompidas, levando à hipertrofia Getty Images
Academia
Treine de três a cinco vezes por semana. Mas alterne os grupos musculares. O descanso é fundamental para a hipertrofia Getty Images
Ovos
Tenha uma alimentação saudável e rica em proteínas. Elas são responsáveis pela manutenção das fibras musculares e estão diretamente relacionadas à hipertrofia Getty Images
Treino na academia
Getty Images
Musculação perda de peso Fitness bem-estar
A musculação ajuda a formar mais massa magra no corpo iStock
treino malhação academia
É preciso ter paciência para alcançar os resultados desejados e treinar sempre com orientação Getty Images
homem musculo
Não pare quando atingir o objetivo para evitar a perda da definição conquistada. Geralmente, a perda de massa muscular pode ser observada em apenas 15 dias sem treino iStock
treino academia
Manter uma rotina regrada favorece o aumento dos músculos. Não pare quando conseguir seus objetivos, pois a perda de massa magra é perceptível em apenas duas semanas sem atividades Getty Images
malhando na academia
O tempo de descanso entre os treinos também influencia nos resultados Unsplash
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“Esses novos resultados sugerem que pelo menos três dias por semana são necessários, pelo menos para o treinamento de contração excêntrica de três segundos. Os músculos parecem gostar de ser estimulados com mais frequência, especialmente para o pequeno volume de exercícios de fortalecimento muscular”, afirma Nosaka.
Vale a pena ir mais vezes à academia?
Embora os primeiros resultados da pesquisa apontam que ir mais vezes à academia aumenta os ganhos, o professor Ken Nosaka, que é especialista em ciência do esporte, lembra que o corpo também precisa de descanso.
“As adaptações musculares ocorrem quando estamos descansando, então os músculos precisam descansar para melhorar sua força e sua massa muscular”, disse ele.
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Perfil do paciente é diferente. A esclerose múltipla é mais rara que o AVC, mas atinge pessoas mais novas: no geral, se manifesta entre 20 e 25 anos, mais próximo da idade que Gabriela tinha em 2011. Já o AVC costuma acontecer com pessoas entre 60 e 65 anos.
Embora as duas doenças tenham sintomas parecidos, quando você começa a destrinchar, vê a diferença. No AVC isquêmico, que é o que pode ser confundido, a fraqueza tende a ser súbita e de um lado. Na fraqueza da esclerose, o processo é outro e pode ser nos dois lados simultaneamente. Guilherme Diogo, neurologista e especialista em esclerose múltipla do Hospital São Luiz Itaim
Tratamentos são completamente diferentes. No caso do AVC, nas primeiras horas, é importante liberar o vaso que foi fechado — o que pode ser feito por remédios que "afinam" o sangue ou por um procedimento chamado trombectomia. No caso da esclerose, o primeiro atendimento deve ser a aplicação de corticoide para baixar a inflamação. Em ambas as condições, a ação reduz o risco de sequelas.
Erro poderia trazer consequências para Gabriela. Como o tratamento da esclerose múltipla mexe no sistema de defesa, o corpo do paciente pode ficar mais suscetível a infecções graves —além do risco de possíveis alergias.
Ideal é procurar especialista. Guilherme Diogo reforça a importância de procurar um especialista na doença identificada para que exames mais detalhados sejam feitos, minimizando a possiblidade de diagnóstico errado.