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Wednesday, May 3, 2023

Gordura abdominal: 5 alimentos que te ajudam a eliminar a barriguinha - Terra

Nutricionista revela cinco alimentos que ajudam a eliminar a gordura abdominal. Entenda os benefícios oferecidos por cada um

1 mai 2023 - 08h00

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Com o verão cada vez mais perto, a pressa para se livrar daquela barriguinha só aumenta. Mas se engana quem pensa que se trata apenas de uma questão estética. Isso porque a gordura abdominal pode comprometer a saúde do paciente, inclusive aumentar os riscos de doenças cardiovasculares.

Gordura abdominal: 5 alimentos que eliminam a barriguinha -

Gordura abdominal: 5 alimentos que eliminam a barriguinha -

Foto: Shutterstock / Sport Life

Como eliminar a gordura abdominal com a alimentação

Um estudo do Instituto de Medicina Social e Preventiva (IUMSP) em parceria com o Hospital Universitário de Lausanne (CHUV), revela que alguns alimentos podem ajudar a eliminar a gordura do abdômen.

A pesquisa foi realizada com mais de 1,3 mil suíços, em uma amostra de adultos entre 18 e 75 anos. Durante o levantamento, foi avaliada a dieta dos participantes por meio de dois recordatórios alimentares de 24 horas. O estudo definiu padrões alimentares usando uma análise de componentes principais, com base na ingestão de 22 grupos de alimentos específicos para o café da manhã. 

Nele, foi demonstrado que os participantes que tomavam um café balanceado, como smoothies, mingau de aveia, ovos, iogurte e whey protein, apresentavam menos gordura abdominal daqueles que consumiam cereais ou torradas na primeira refeição do dia. A nutricionista Marianne Fazzi, especializada em emagrecimento, explica porque esses alimentos estão entre os maiores aliados da perda de gordura.

Whey protein 

De acordo com a nutricionista, a proteína fornece mais saciedade em relação aos carboidratos. "O ato de tomar whey protein pode ajudar no controle da glicemia, pois as proteínas possuem um índice glicêmico menor do que os carboidratos. Isto é, apresenta uma menor variação da glicose após sua ingestão, que contribui para diminuir o apetite proporcionando uma sensação mais prolongada de saciedade", explica.

Smoothies 

Marianne faz um alerta para que não deixemos de lado as frutas e vegetais no café da manhã. "Consumir frutas e verduras nessa refeição é ideal para favorecer a saciedade e reduzir riscos de doenças, uma vez que são alimentos ricos em fibras. Os smoothies são opções práticas e deliciosas que ainda ajudam a acelerar o metabolismo dependendo dos ingredientes utilizados", indica.

Mingau de aveia

"A aveia é uma fonte de fibras. Ela ajuda a controlar os níveis de colesterol, além de contribuir para a saúde intestinal. O mingau de aveia é uma preparação saudável que prolonga a sensação de saciedade, uma vez que sua digestão é fácil e lenta, contribuindo para o emagrecimento", comenta a especialista.

No entanto, ela alerta para a quantidade ingerida do alimento. "A aveia pode fazer o efeito contrário se ingerido em grandes quantidades, como uma constipação e uma digestão lenta e difícil. Cabe sempre lembrar a importância de fazer uma dieta balanceada, com acompanhamento de um nutricionista", destaca .

Ovos

"Omelete, ovo mexido, ovo pochê ou ovo cozido. Não importa a forma de preparo, a proteína do ovo proporciona saciedade e diminui as chances de fazer refeições extras, além de ser rico em nutrientes essenciais. Por isso, não deixe de fora do seu cardápio de café da manhã", recomenda.

De acordo com a nutricionista, o ovo apresenta também uma alta quantidade de aminoácidos. Além disso, ele não possui altos níveis de calorias e carboidratos. Por isso é uma excelente opção para quem está em uma dieta low-carb, por exemplo.

Iogurte

Os iogurtes naturais são ricos em proteínas e gorduras saudáveis. Por isso, podem ser aliados de uma dieta equilibrada e saudável. "Esses alimentos devem ser consumidos de forma moderada. O consumidor deve sempre optar por versões de sabor natural, sem açúcar e com poucos ingredientes", comenta Marianne.

Emagrecimento e gordura abdominal

Além dos alimentos que ajudam na eliminação da gordura abdominal, Marianne explica que o emagrecimento é um jogo matemático, de comer menos e gastar mais. Por isso, o método mais eficaz no emagrecimento consiste em encontrar o sabotador da sua dieta. 

"O que te impede de emagrecer? É preciso acompanhar o paciente, fazer uma avaliação, elaborar cardápio e um plano alimentar que o paciente consiga colocar em prática. Claro, respeitando sua rotina, hábitos e biotipo. É basicamente trabalhar uma mudança de comportamento, e não apenas uma dieta", finaliza a nutricionista.

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Tuesday, May 2, 2023

COVID-19: Postos de saúde de BH têm fila para aplicar vacina bivalente - Estado de Minas

fila em posto de saúde
Postos de saúde de BH amanheceram com fila no primeiro dia de ampliação da vacina bivalente contra COVID-19 (foto: Leandro Couri/EM/D.A.Press)

Pessoas que procuraram os postos de saúde de Belo Horizonte para receber a vacina bivalente contra COVID-19 encontraram fila na manhã desta terça-feira (2/5). O imunizante, capaz de oferecer proteção contra novas variantes do coronavírus, começou a ser aplicado hoje em pessoas a partir de 18 anos.No Centro de Saúde Carlos Chagas, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, o movimento foi bastante intenso nas primeiras horas da manhã. A vacina está disponível em 152 centros de saúde de BH e em três postos extras para aqueles que já têm pelo menos duas doses da proteção contra COVID-19.

A cuidadora de idosos Elen Coelho, de 47 anos, aproveitou o primeiro dia de ampliação da campanha para tomar não só a bivalente, mas também a vacina da gripe. "Já vim e tomei logo as duas. É uma segurança a mais. A COVID não acabou, a gente não pode facilitar", disse.

Como profissional da área de saúde, Elen diz se ver na responsabilidade de dar o exemplo para a população e manter o esquema vacinal sempre em dia. "Tenho obrigação de tomar pelo bem do paciente e do meu também", afirmou à reportagem do Estado de Minas.

Cuidadora de idosos Elen Coelho exibe cartão de vacina
Cuidadora de idosos Elen Coelho, de 47 anos, tomou a bivalente e a vacina contra gripe (foto: Leandro Couri/EM/D.A.Press)

Estoques baixos

Belo Horizonte tem apenas 104 mil doses disponíveis da bivalente para um público de 1,2 milhão de pessoas. Ciente dos estoques baixos, André Castro, de 33 anos, não perdeu tempo e foi logo tomar a vacina. Após um parente próximo ter tido complicações por causa da COVID-9, ele diz que a família passou a valorizar ainda mais a vacina.

"É a vacina que segura a pessoa, que garante estarmos protegidos. Como as doses são reduzidas, vim no primeiro dia para garantir. Tomei todas as vacinas, e vou tomar quantas forem necessário", afirma.

A campanha de vacinação da bivalente foi iniciada em fevereiro na capital mineira para o público de risco: idosos maiores de 80 anos e imunossuprimidos com mais de 12 anos, conforme orientação do calendário do Ministério da Saúde. Ao longo dos três meses seguintes, a imunização seguiu a ordem prioritária pela idade e estagnou no público acima de 60 anos.

Confira os requisitos para tomar a vacina bivalente

» Ter a partir de 18 anos.
» Ter concluído, pelo menos, o esquema primário completo de duas doses com as vacinas monovalentes, respeitando o intervalo mínimo de 4 meses da última dose de vacina contra COVID-19 monovalente recebida.
» A população que comparecer aos postos de saúde para receber a aplicação da vacina bivalente precisa apresentar um documento de identidade com foto e CPF, além do cartão de vacinas e não ter tido coronavírus com início de sintomas nos últimos 30 dias.
» A prefeitura ainda solicita um cadastro em um centro de saúde para a vacinação, que pode ser realizado no momento em que o usuário chegar à unidade. Este é um procedimento de rotina exigido pelo Ministério da Saúde para o registro de doses aplicadas no município e que as informações sejam incluídas no Conecte SUS, plataforma digital do governo federal.

Onde tomar a dose em BH

» A vacina pode ser tomada nos 152 centros de saúde, distribuídos em todas as nove regionais da capital mineira e nos pontos extras.

Os endereços e horários de vacinação devem ser verificados no portal da prefeitura.

Pontos extras

» Faculdade UNA (Centro-Sul) - Rua dos Aimorés, 1.451, Lourdes. Funcionamento das 8h às 16h
» Faculdade Universo (Nordeste) - Rua Paru, 762, Nova Floresta. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h; entretanto, nas próximas segunda, quarta e quinta o atendimento será das 13h às 17h
» Centro Universitário UNI-BH (Oeste) - Rua Líbero Leone, 259, Buritis. Funcionamento das 9h às 16h

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Falta de Ozempic nas farmácias: 'Fico brava de não encontrar o remédio' - VivaBem

O Ozempic, remédio para tratar o diabetes tipo 2, virou alternativa ao emagrecimento estético. A medicação, uma caneta para aplicar na pele, pode ser comprada sem receita médica e isso aumentou a demanda pelo fármaco com o objetivo de perder peso.

Enquanto isso, pacientes com diabetes tipo 2 convivem com a escassez do medicamento nas farmácias. A moradora da zona leste de São Paulo Natália Galvão, 32, que usa o Ozempic como tratamento para diabetes desde janeiro, diz fazer uma "peregrinação" com o marido para encontrá-lo.

Antes, ela usava o Saxenda, mas as picadas diárias lhe causavam irritações na pele —o Ozempic tem aplicação semanal. O tratamento foi revolucionário, afirma. Ela, que ganhou o apelido de Brisa dos amigos por ser muito avoada, teve outro ânimo para viver. "[Antes] eu não estava funcionando. Estava muito mal e nem sabia", diz.

Ela foi avisada sobre a alta procura do Ozempic desde que começou a usá-lo e, por isso, sai em busca da medicação sempre uma semana antes de a caneta acabar.

Eu percebo que existe um padrão das balconistas. Elas perguntam se quero a caneta de 1 mg ou a menor. Quando digo que tomo a de 0,25 mg, elas falam: 'Que alívio, porque a maior es em falta, que é a que usam para emagrecer'. Natália Galvão, que usa Ozempic para tratar o diabetes tipo 2

Natália também conta ter sido aconselhada a expor o Ozempic com cautela, pois relatos de roubo não são raros.

Para que o Ozempic serve

O Ozempic é um remédio à base de semaglutida, substância que simula a ação do hormônio GLP-1, produzido no intestino e que regula a glicemia e nossas respostas de saciedade.

É uma injeção em formato de caneta para aplicação semanal, disponível em três dosagens: 0,25 mg, 0,50 mg e 1 mg —as duas primeiras, que Natália toma, são vendidas juntas.

O GLP-1 aumenta o volume de insulina no pâncreas, e isso ajuda a controlar os níveis de glicose do sangue. O remédio faz o pâncreas secretar o hormônio de acordo com o nível glicêmico, o que impede que a pessoa tenha hipoglicemia.

Já emagrecer é um efeito natural, porque o remédio age em receptores do sistema nervoso central para controlar o apetite e retarda o esvaziamento gástrico (como se a pessoa ficasse mais tempo com a comida no estômago).

Medicações com semaglutida são consideradas revolucionárias para o controle do diabetes tipo 2 e da obesidade. Isso é impulsionado pelos seus bons resultados nos estudos e pelo nível de segurança, com perfil de efeitos colaterais moderados. Para a obesidade, entretanto, o uso ainda não está aprovado no Brasil.

O Ozempic custa entre R$ 994,03 e R$ 1.308,32. Os valores, da tabela da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), são deste mês e variam conforme a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de cada estado.

O grande problema é que são remédios caros, então toda a discussão é para uma parcela pequena da população. Bruno Halpern, endocrinologista e presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica)

"Eu me sinto mal, mole"

Natália chegou a ficar sem a medicação por duas semanas e cinco dias. Estava em uma cidade no interior de São Paulo, para onde ela e o marido se mudam neste mês. Na viagem, esqueceu de levar o remédio e ficou em pânico.

"É péssimo [ficar sem o Ozempic]. Fica tudo muito estranho, eu me sinto mal, mole. Parece que eu não existo quando fico sem, me sinto uma 'batata'. Mexo com água, e a unha começa a partir, sangrar. Só fico tranquila quando compro de novo", afirma.

Com a mudança marcada, fez um trato com a farmácia local para já encomendar a próxima caixa sempre que receber uma nova. É o jeito para evitar ficar sem o remédio.

Mesmo com a dificuldade em encontrar a medicação, Natália diz ponderar esses sentimentos. Entende que a busca pelo Ozempic para emagrecer muitas vezes está ligada à ânsia para atingir padrões de beleza ditados pela sociedade, sobretudo às mulheres.

Fico brava de não encontrar o remédio, ao mesmo tempo que fico muito triste. Porque sei que a maioria das pessoas em busca dele são mulheres, muitas vezes desesperadas e humilhadas, que sofrem pressão do trabalho ou da família para entrar nesse padrão que nunca está perfeito. As pessoas falam sobre a romantização da obesidade. Se fosse isso, estariam atrás de caneta para engordar, e não para emagrecer. Natália Galvão

Risco de desabastecimento do Ozempic no Brasil

Em fevereiro, a Novo Nordisk emitiu um comunicado falando sobre o risco de desabastecimento do remédio neste semestre no Brasil.

Ao VivaBem, a endocrinologista Marcela Caselato, gerente médica da farmacêutica, disse existir uma falha "intermitente" no Brasil para a caneta de 1 mg. Esse cenário é global, explicou.

Por aqui, a expectativa é normalizar o abastecimento até o final de junho.

O laboratório também afirmou não conseguir monitorar os perfis de compra dos pacientes —aqueles com diabetes, obesidade ou que buscam o remédio por estética.

O que fazer se não achar a medicação? Pessoas com diabetes tipo 2 que não encontram o Ozempic precisam ajustar com o seu médico outras opções medicamentosas. A transição de tratamento deve ser feita sempre por um profissional.

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Monday, May 1, 2023

À espera de um pulmão: 'Tudo difícil, desde tomar banho até amarrar cabelo' - VivaBem

Com menos de 25% do pulmão funcionando, Julia Alvares Dal'la aguarda há 6 meses na fila de transplante de pulmão. A paranaense de 19 anos nasceu com fibrose cística e teve uma vida relativamente normal, até que, em 2021, a doença rara e crônica, que atinge 70 mil pessoas em todo mundo, começou a progredir de uma forma mais agressiva, levando a jovem a passar mais tempo internada do que em casa. Abaixo, ela conta sua história:

"Nasci com esta doença. A descoberta foi feita enquanto eu ainda estava na maternidade com o teste do pezinho. Meu irmão também tem a doença, mas ainda não precisa entrar na fila de transplante.

Desde pequena tive uma vida relativamente normal, meu pulmão funcionava bem, porém ele ficou debilitado nos últimos anos. A única diferença na escola entre meus amigos e eu é que nunca consegui fazer atividade física e na adolescência sempre precisei andar mais devagar do que as outras pessoas.

Tive minha primeira pneumonia com 8 anos e depois ela aparecia uma vez por ano. O tratamento era feito com antibióticos.

Mas em 2021, enquanto estava no segundo ano de medicina, as coisas mudaram. Passei a ter pneumonia a cada 2 meses praticamente, e os remédios de antes não estavam mais resolvendo porque as bactérias (pseudomonas) que tenho no pulmão ficaram mais resistentes. Por isso, passei a ficar internada com frequência e tranquei a faculdade.

A doença foi progredindo mais rápido e em janeiro do ano passado, como não tinha nenhum remédio ou tratamento que resolvesse minha doença, e a capacidade pulmonar passou a 30%, recebi a indicação médica para entrar na fila do transplante.

Há um ano passei a usar oxigênio 24 horas por dia e já não aguento caminhar muito tempo.

Mas não foi rápido entrar na fila, passei por muita burocracia. Fiz muitos exames e só entrei na fila há 6 meses. Como na minha cidade (Maringá/PR) não fazem esse tipo de cirurgia, me mudei para Porto Alegre junto com a minha mãe.

Deixei tudo para trás na esperança de conseguir a doação de um pulmão. Enquanto aguardo, vou três vezes por semana ao hospital para fazer fisioterapia para meu físico aguentar o novo órgão.

Antes da minha última internação por pneumonia, a capacidade do meu pulmão estava em 25%. Acredito que agora já deve ter diminuído. A cada nova internação eu fico mais fraca.

Antes, na fisioterapia, conseguia fazer 30 minutos de esteira, hoje só consigo fazer 5 minutos.

Só fico em casa, inclusive para comer, para não pegar nenhuma doença. Quase todas as atividades do meu dia a dia estão difíceis de executar, desde tomar banho até amarrar o cabelo.

Faz pouco mais de uma semana que saí da última internação, mas vivo no hospital. Só para ter uma ideia, nos últimos seis meses precisei internar quatro vezes para tratar a pneumonia. A cada internação, ficava 20 dias no hospital. Então, desde outubro, passei 80 dias internada no hospital. Fico mais lá do que em casa.

Apesar de ser ruim ir toda hora ao hospital, tem um lado bom, que é poder me distrair conversando com outras pessoas. A equipe que me atende acabou virando uma segunda família.

No começo, quando mudei de cidade, foi mais difícil aguentar a saudade do meu pai, irmão e amigos, porém já me acostumei. A parte mais difícil tem sido esperar. Tenho medo de não aguentar esperar o transplante porque há pouca doação de órgãos. É bem complicado, já faz 20 dias que a gente não tem transplante por aqui. Falta conscientização.

Foto - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Julia Alvares Dal'la fazendo fisioterapia

Imagem: Arquivo pessoal

Por isso, se você quer ser doador de órgãos, avise seus familiares. Acontece tudo normalmente, diferentemente do que as pessoas pensam, não deforma o corpo do doador.

A doação de órgãos é o ato mais bonito que o ser humano pode ter de amor ao próximo. Conseguir um transplante representaria a chance de ter uma nova vida."

Saiba mais sobre a fibrose cística

Também conhecida como doença do beijo salgado ou mucoviscidose, a fibrose cística é uma enfermidade genética recessiva. Por isso, de acordo com Alexandre Borges, pneumologista do HSF (Hospital São Francisco na Providência de Deus) e membro da SPT-RJ (Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Estado do Rio de Janeiro), os filhos vão desenvolver a doença, assim como aconteceu com a Julia e Murilo, se o pai e a mãe tiverem o gene da doença.

"Os pais da Julia devem ser portadores do gene da doença, mas não têm a fibrose e coincidiu de passarem, cada um, um gene para a filha, e ela manifestar a enfermidade. A doença altera todo o funcionamento das glândulas que produzem as secreções do pulmão, do pâncreas e do fígado. Nos homens também atrapalha a fertilidade", explica Borges.

A doença afeta de maneira igual homens e mulheres e acomete em torno de 70 pessoas a cada 100 mil nascimentos. A evolução da fibrose cística é progressiva e acontece de forma diferente em relação aos órgãos afetados, mesmo em casos de irmãos. Como a fibrose nasce junto com o paciente é comum ver a fase mais agressiva durante a juventude.

O nome beijo salgado é dado à doença porque quando criança, o paciente desidrata facilmente e o suor dele fica com um valor de sódio muito mais alto do que quem não tem a fibrose. Se você beijar essa paciente, vai sentir um gosto salgado.

Entre os outros sintomas, a barriga da criança pode inchar bastante porque o intestino ficou preso. "A pessoa fica bem no início se hidratando bastante, tomando xaropes mucolíticos, fazendo dieta para preservar os órgãos, como pâncreas e tubo digestivo. Mas, ao longo do tempo, os pacientes têm uma tendência de desenvolver diabetes, cirrose hepática, além do quadro de pneumonia", conta Borges.

Como não tem cura, o pneumologista do HSF explica que os tratamentos disponíveis são para cuidar daquilo que a doença vai mostrando, por exemplo, se o paciente desenvolver diabetes, vai tratar com insulina, dieta e medicação. Já se tiver pneumonia, o médico vai entrar com antibiótico, fisioterapia e vacinas para prevenção de infecção.

Em casos mais graves, como da Julia, a indicação é entrar na fila do transplante. Para metade dos pacientes que recebem o pulmão e não há rejeição, o tempo de sobrevida chega a 5 anos, segundo Borges. "Mesmo que o transplante seja um sucesso, ele não cura a doença. A fibrose continua nos outros locais que ela atinge, seja no pâncreas, no trato final, etc."

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Paulo Chaccur - Existem profissões perigosas ao coração? Como o trabalho afeta o órgão - VivaBem

Embora a maioria das pessoas não associe as doenças cardíacas com os riscos ocupacionais, certas características de alguns tipos de trabalho podem elevar os riscos de ataques cardíacos e outros problemas relacionados à saúde cardiovascular.

Fatores como longas jornadas, excesso de pressão, muitas horas sentado, rotina estressante, horário irregular e exposição a produtos químicos ou poluição podem trazer consequências prejudiciais ao coração.

Vamos começar por um dos pontos mais críticos: o estresse!

Quando pensamos em um emprego estressante, a lista que vem à cabeça geralmente é extensa. Isso porque diversos tipos de trabalho podem apresentar diferentes níveis de estresse —que variam também de acordo com as características e percepção individual de cada um.

Dependendo do grau, há interferência na qualidade do sono, na prática de exercícios físicos, no consumo de álcool e medicamentos, no tabagismo, na alimentação, entre outros aspectos que são considerados fatores de risco para o coração.

O estresse no trabalho, quando presente de forma constante, estimula a produção de hormônios, como a adrenalina, responsável por aumentar o ritmo da respiração e da frequência cardíaca, alterando a pressão arterial.

Outra substância que passa a ser produzida em excesso é o cortisol, o chamado "hormônio do estresse", capaz de elevar o nível de insulina, o que causa desequilíbrio em todo o sistema metabólico. O cortisol também pode levar a uma resposta inflamatória no organismo que predispõe problemas no coração.

O quadro como um todo incita a evolução de uma aterosclerose (acúmulo de placas de gorduras nas paredes das artérias), a ocorrência de arritmias e da doença arterial coronariana, podendo desencadear até um infarto do miocárdio ou AVC (acidente vascular cerebral).

Enquanto os outros dormem...

De modo geral, nós não estamos adaptados para nos mantermos ativos cotidianamente durante a noite e dormir de dia.

Estimativas apontam que quem trabalha em período noturno tem cerca de 30% mais risco de apresentar problemas cardíacos. Uma das explicações é a falta ou a má qualidade do sono, uma vez que quem dorme durante o dia sofre a influência de diversos estímulos, como claridade e barulhos.

Essa privação do sono pode gerar cansaço, mau humor, estresse e irritabilidade, além da elevação da pressão arterial e até uma predisposição à obesidade, aumentando o trabalho do coração e a possibilidade de aparecimento de doenças cardíacas.

Entre os muitos exemplos que cabem aqui, podemos citar: garçons, bartender, seguranças, porteiros, motoristas, profissionais da área de tecnologia e da saúde.

Trabalhar durante a noite pode perturbar o nosso ciclo circadiano, o popular relógio biológico, que, além de regular o metabolismo e nos induzir a dormir, também participa do processo de reparação das nossas células —expostas ao estresse, poluição e outros elementos prejudiciais.

Ficar muito tempo sentado

Mulher trabalho computador - iStock - iStock
Imagem: iStock

Permanecer muito tempo sem movimentar o corpo pode estimular o ganho de peso, faz mal para a coluna, dificulta a circulação do sangue, aumenta o risco de varizes e ainda pode complicar a saúde cardíaca.

Ao permanecer horas sentado, a tendência é o corpo inchar, especialmente os membros inferiores, uma vez que o fluxo sanguíneo até os pés fica reduzido. A posição faz as veias dilatarem e exercerem mais pressão para bombear o sangue.

Nesses casos, o retorno do sangue dos pés ao coração é mais difícil. Além do inchaço, também é comum sentir desconforto nas pernas ao levantar, como se estivessem mais pesadas.

Portanto, para empregos como de recepcionistas, pessoas que desempenham funções em escritório ou que precisam passar longas jornadas em frente ao computador e até os motoristas profissionais (de ônibus, caminhões, táxis, etc), a recomendação é fazer pausas e, de tempos em tempos, dedicar alguns minutos para movimentar o corpo, nem que seja uma breve caminhada.

No caso dos profissionais que atuam no trânsito, há ainda mais agravantes: além da tendência ao sedentarismo ligado à ocupação, eles precisam estar o tempo todo alertas para evitar acidentes e, em alguns casos, manter os passageiros seguros, o que pode gerar níveis elevados de estresse. Isso sem falar da poluição a que são expostos, especialmente ao trafegar pelas grandes cidades.

Altos níveis de atividade física

O inverso também pode ser danoso. Um estudo realizado com cerca de 17 mil trabalhadores nos EUA indicou que as pessoas com altos níveis de atividade física no trabalho, especialmente levantando e carregando peso, estão mais propensas a ter doenças cardiovasculares.

A atividade física realizada no emprego é potencialmente diferente para a saúde quando comparada com o exercício feito fora do trabalho.

Uma hipótese que explica isto é que quando nos exercitamos durante o tempo livre, "estressamos" o organismo por períodos específicos, permitindo a recuperação do corpo. As atividades realizadas no trabalho muitas vezes não dão esse tempo suficiente de recuperação por serem constantes e rotineiras.

Longas jornadas e ritmo intenso

Ser produtivo é bom, mas trabalhar 24 horas por dia leva a exaustão e até a um possível burnout. Pesquisa de instituições renomadas como a OMS e a OIT (Organização Internacional do Trabalho) revela o impacto da carga e ritmo intenso de trabalho na saúde (estudo publicado na revista científica Environment International).

Segundo o levantamento, a cada ano, 750 mil pessoas morrem de doenças cardíacas isquêmicas (a doença arterial coronariana) e AVC, devido às longas jornadas de trabalho —definidas como 55 horas ou mais por semana. E o principal vilão nessa história é o estresse, que, como relatado acima, provoca uma série de consequências à saúde do coração.

Outra pesquisa, realizada pela Universidade do Texas (EUA), aponta que ultrapassar 45 horas semanais trabalhando durante 10 anos, eleva em 16% as chances de desenvolver problemas cardíacos. A experiência crônica do estresse associado às longas horas de trabalho pode levar a casos de depressão e crises de ansiedade —ambos fatores que também interferem no funcionamento do sistema cardiovascular.

Assédio moral

Assédio moral por chefes feministas - Getty Images/iStockphoto - Getty Images/iStockphoto
Imagem: Getty Images/iStockphoto

Viver uma situação de assédio moral constante no ambiente de trabalho é mais um dos fatores que eleva os riscos de problemas cardiovasculares, segundo pesquisa publicada no European Heart Journal. Isso porque novamente esse cenário propicia o aumento dos níveis de estresse crônico, de colesterol ruim (LDL), da proteína C reativa e da pressão sanguínea.

O levantamento revelou que quem trabalha em um ambiente no qual o assédio moral de chefes e colegas é constante tem um risco 59% maior de sofrer doenças cardíacas em comparação aos que não foram expostos a nenhum tipo de bullying ou assédio.

Já a probabilidade de ter um AVC é 40% mais alta. E aqui não podemos esquecer a saúde mental: casos de assédio podem desencadear crises de ansiedade e depressão, entre outras questões relacionadas à saúde mental e que interferem igualmente no funcionamento do coração.

Atividades radicais: na ficção e na vida real

Alguns trabalhadores enfrentam no dia a dia momentos de adrenalina, tensão e ação. São profissões de alto risco, marcadas por uma rotina que envolve saltos, voos, perseguições, alta velocidade, exposição à altura e ao fogo. Podemos citar os dublês, policiais e bombeiros, por exemplo.

Estimativas apontam que cerca de 22% das mortes no trabalho em policiais e 45% em bombeiros acontecem em decorrência de doenças cardiovasculares —em comparação com 15% em outros empregos (pesquisa publicada no site health.com).

São funções que combinam a inatividade com episódios de altos picos de estresse —como o combate ao crime ou a incêndios. Situações extremas que podem provocar a hipertensão e aumentar o risco de arritmias cardíacas, doenças coronarianas, aterosclerose, infarto e AVC.

O que fazer?

Nem todo mundo tem a opção de reduzir a jornada de trabalho, mudar de emprego ou até de ramo de atividade, mas é preciso achar saídas, pois uma hora o corpo pode mandar a conta —e nem sempre ele dá sinais antes de um acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco fatal. Por isso, a dica é: concentre-se nos fatores de risco que você pode controlar.

Procure cuidar da saúde mental, evitar hábitos prejudiciais (como consumo de álcool e o tabagismo), investir em uma alimentação de qualidade, manter a prática de exercícios físicos, ter boas noites de sono na maioria dos seus dias, reservar espaço na rotina para atividades e momentos de lazer e com que você gosta.

Ter um hobby, por exemplo, ajuda a tirar a mente do trabalho e relaxar. Além disso, mantenha os cuidados e o monitoramento da sua saúde em dia, com a realização de avaliações médicas e exames de rotina.

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Fila do SUS tem mais de meio milhão de pessoas à espera de cirurgias eletivas em 16 estados e no DF - G1

Mutirão de pacientes da fila de cirurgias do SUS para avaliação pré-operatória no HC da Unicamp em 3 de setembro — Foto: Elaine Ataide/Divulgação

Mutirão de pacientes da fila de cirurgias do SUS para avaliação pré-operatória no HC da Unicamp em 3 de setembro — Foto: Elaine Ataide/Divulgação

Dezesseis estados e o Distrito Federal informaram ao Ministério da Saúde que mais de 566 mil pessoas estão na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para a realização de cirurgias eletivas. O número aparece no relatório mais recente da pasta sobre o andamento de um novo programa do governo federal, que pretende repassar recursos para reduzir a espera por cirurgias, exames e consultas na rede pública de saúde.

🩺 Na primeira etapa, a prioridade são as cirurgias eletivas, que são procedimentos já marcados e sem urgência.

📝 Estados aprovados: Até o dia 27 de abril, o Ministério da Saúde tinha aprovado os planos de 17 unidades da federação: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

  • No total, o tamanho da fila declarada por esses estados foi de 566.923 pessoas.
  • Dessas, 256.215 cirurgias serão realizadas por meio do programa do governo federal.
  • De acordo com o ministério, a redução da fila declarada até agora será de 45,2%.

📄 Estados pendentes: Ainda faltam informações sobre a espera por cirurgias eletivas no SUS em 10 estados: oito elaboram os planos para enviar ao Ministério da Saúde e dois aguardam a análise da pasta, de acordo com os dados mais atuais.

Até então, não havia um número exato de pessoas na chamada 'fila do SUS'. O detalhamento feito pelos estados está ajudando o governo federal a ter uma noção sobre a espera pelos procedimentos de saúde na rede pública de uma maneira nacional.

Ainda em janeiro, o secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Helvecio Magalhães, afirmou que era "um mistério completo esse número exato".

Nesta quinta-feira (27), durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), o diretor de programa da mesma secretaria, Aristides Vitorino De Oliveira Neto, afirmou que o caminho para a redução das filas do SUS "é longo".

"A gente sabe que [a fila] é ainda maior [que 566 mil]. Existe um esforço para a gente conseguir captar a totalidade desta fila em todo o território nacional, em parceria com os estados e municípios", disse.

"O percurso para que a gente atinja os objetivos é longo, mas a gente está trilhando, asfaltando essa estrada, para que a gente consiga chegar lá", afirmou ainda o representante do Ministério da Saúde.

Represamento pós-pandemia

A espera por cirurgias, consultas e exames no SUS sempre existiu, mas ficou ainda maior após a pandemia da Covid-19, quando cirurgias não urgentes foram paralisadas. E, consequentemente, as filas aumentaram.

Para a professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) Marília Louvison, o programa do governo federal pode ser efetivo para resolver o represamento agravado nos últimos anos. Mas, segundo ela, é preciso avançar para uma melhor organização dos processos.

"Filas sempre existirão. É preciso fazer a gestão das filas pra garantir tempo oportuno para resolver as necessidades da população, em cada território", afirmou Marília.

As filas de espera, muitas vezes, não estão devidamente organizadas nos sistemas de regulação, estão desatualizadas ou até mesmo dispersas com os especialistas. É preciso qualificar e organizar adequamente essas demandas
— Marília Louvison, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP

A tendência, porém, é de que a fila não ande tão rápido como o esperado pelos pacientes. Um dos motivos está na contratação de mão-de-obra capaz de atender as demandas represadas, sem esquecer dos atendimentos de saúde que ocorrem fora das filas.

"Uma das dificuldades que faz o programa ter maior lentidão é a necessidade de identificar os prestadores capazes de assumir essa oferta adicional, porque a rotina continuará acontecendo normalmente, considerando especificidade, especialidade e complexidade cirúrgica", afirmou Marília Louvison.

Após as cirurgias eletivas, o governo federal planeja seguir com o programa para tentar reduzir as filas de espera por exames e consultas especializadas.

"Quando chegar nessa etapa, esse mapeamento e contratação dos prestadores de serviço talvez ficará ainda mais difícil", disse a professora Marília Louvison.

As cirurgias mais esperadas

A cirurgia de catarata é um procedimento simples e moderno, um dos mais feitos na oftalmologia, e é a única forma de tratamento para a doença, que deixa a lente interna do olho opaca, gerando perda de visão. Com a cirurgia, o paciente pode voltar a enxergar.

💊 Ranking dos procedimentos com mais demanda

No ranking dos 10 principais procedimentos cirúrgicos com maior demanda até agora e que serão realizados, em parte, pelo programa do governo federal, também estão:

  • colecistectomia (retirada da vesícula biliar);
  • hernioplastias (tratamento de hérnia em diferentes partes do corpo);
  • histerectomia (remoção do útero);
  • hemorroidectomia (remoção das hemorroidas).

Os dados podem mudar à medida que os estados enviem ao governo federal as informações sobre as filas e procedimentos mais represados.

Cirurgias com maior fila no SUS em 17 unidades da federação — Foto: Ministério da Saúde

Cirurgias com maior fila no SUS em 17 unidades da federação — Foto: Ministério da Saúde

💰 Envio de dinheiro para mutirões

O Ministério da Saúde pretende transferir R$ 600 milhões para estados e municípios realizarem mutirões de cirurgias eletivas, exames e consultas ao longo deste ano - mais de R$ 200 milhões somente para cirurgias eletivas.

Os repasses começaram em março. Até agora, 11 estados já foram beneficiados, segundo levantamento feito pelo g1 com base nas publicações do Diário Oficial da União (DOU).

Com funciona? O ministério envia um terço do dinheiro previsto após a aprovação do plano estadual e o restante é repassado depois da realização dos procedimentos.

Confira os estados que já receberam recursos para redução das filas no SUS:

  • Acre: R$ 2.550.776,40
  • Alagoas: R$ 9.465.746,06
  • Amazonas: R$ 12.010.244,50
  • Distrito Federal: R$ 8.703.429,35
  • Espírito Santo: R$ 11.556.028,89
  • Maranhão: R$ 20.120.029,55
  • Minas Gerais: R$ 60.225.464,06
  • Piauí: R$ 9.251.808,75
  • Rondônia: R$ 5.105.845,00
  • Roraima: R$ 1.835.890,37
  • Santa Catarina: R$ 20.640.973,81

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Fila do SUS tem mais de meio milhão de pessoas à espera de cirurgias eletivas em 16 estados e no DF - G1
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Whey, creatina e mais: estes produtos podem ajudar a melhorar o treino - VivaBem

Na hora da atividade na academia o que não faltam são opções de alimentos e suplementos para melhorar o resultado do treino.

Produtos com creatina, que originalmente é produzida pelo fígado, rins e pâncreas, a partir de alguns aminoácidos, são recomendados para quem quer aumentar a força, potência e massa muscular (hipertrofia) durante os exercícios na academia.

Já o whey protein, a proteína do soro de leite usada pela maioria dos praticantes de atividades físicas, serve tanto para atletas que fazem esportes aeróbicos de longa duração (corrida, triatlo e ciclismo) quanto para pessoas que buscam ganho de força e potência muscular. A proteína é vendida em pó para misturar e também em bebidas prontas para consumir.

O supercafé, uma bebida a base de café solúvel com acréscimo de substâncias como vitaminas e minerais, também tem se tornado popular entre as pessoas que praticam atividades físicas. Isso porque a bebida tem como objetivo melhorar a performance esportiva e estimular a queima de gordura.

Há ainda outros produtos que também ajudam você a atingir seus objetivos nos treinos.

Abaixo, selecionamos alguns produtos:

Creatine Turbo - Black Skull

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Preço: R$ 62,80

  • Suplemento a base de creatina monohidratada e maltodextrina
  • Sem glúten
  • Pacote com 300 g
  • Proporciona maior força durante os treinos
  • Indicada para antes ou depois dos treinos

Nutri Whey Protein - Integralmédica

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Preço: De R$ 62,99 por R$ 58,91 (6% de desconto)

  • Ajuda no ganho de massa muscular
  • Feito com frutose, colágeno hidrolisado e mix de minerais
  • Pacote com 907 g
  • Indicado para o pós-treino

Bebida láctea - YoPRO

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Preço: R$ 8,49

Suplemento energético Prohibido - 3VS Nutrition

Suplemento energético Prohibido - 3VS Nutrition - Divulgação - Divulgação
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Preço: de R$ 149 por R$ 94,80 (36% de desconto)

Whey Zero Lactose - Piracanjuba

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Preço: de R$ 8,59 por R$ 7,49 (13% de desconto)

Cafeína - Dux Nutrition

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Preço: de R$ 59,90 por R$ 40,99 (32% de desconto)

  • Aumenta a resistência atlética
  • Contém 90 cápsulas
  • Acelera o metabolismo e aumenta a disposição
  • Indicado para o pré-treino

100% Whey - Max Titanium

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Preço: de R$ 118,84 por R$ 112,05 (6% de desconto)

  • Contém lactose
  • Favorece o ganho de massa muscular
  • Promove o aumento de força
  • Indicado para o pós-treino
  • Sabor chocolate
  • Também disponível no sabor baunilha. Preço pode variar

SuperCoffee 3.0 - Caffeine Army

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Preço: de R$ 221,90 por R$ 194 (13% de desconto)

  • Supercafé que promete dose extra de energia
  • Sem glúten e zero açúcar
  • Indicado para o pré-treino
  • Pacote de 380 g
  • Sabor baunilha
  • Também disponível nos sabores original e chocolate. Preços podem variar

Multivitamínico Esportivo - Dux Nutrition

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Imagem: Divulgação

Preço: de R$ 49,90 por R$ 46,95 (6% de desconto)

  • Indicado para o pré-treino
  • Contribui com a manutenção da imunidade
  • Contém 17 vitaminas, minerais, complexo B e antioxidantes
  • Pote com 90 cápsulas
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