Nesta sexta (26), Vanessa Lopes, que desistiu do BBB24, publicou um boletim médico no Instagram. No comunicado, a equipe diz que a participante do reality e influenciadora está afastada das atividades para se cuidar e segue fazendo "avaliações médicas psiquiátricas diárias'
"A paciente Vanessa Lopes Ramalho encontra-se sob cuidados médicos, em tratamento psiquiátrico, em domicílio dos pais, acompanhada pelos mesmos 24h por dia. Faz avaliação psiquiátrica diária, com boa evolução até o momento, necessitando ficar afastada das atividades de trabalho", começou o boletim, que revelou que a influenciadora tem bom prognóstico.
"Tais quadros necessitam também de apoio público, privacidade e empatia com a paciente e seus familiares", continou. Nos comentários, amigos e seguidores enviaram mensagens de apoio. "Mandando boas energias!", disse Eliezer. "Sua saúde é o mais importante, fica bem! Estaremos aqui te esperando", comentou uma fã.
Entenda o caso
Vanessa Lopes apertou o botão desistência na sexta, dia 19. Após alguns sinais que não estava bem emocionalmente, a sister desistiu do reality. O comportamento da influenciadora, que fazia parte do grupo Camarote, se tornou motivo de questionamento entre os fãs do reality nos últimos dias. No total, ela participou do BBB durante 11 dias, e fazia diversas teorias do que poderia estar acontecendo na casa.
Ela afirmou que as mulheres da casa estavam sendo propositalmente colocadas umas contra as outas. Em certo momento, ela conversou com um dragão, parte da decoração da casa. "Eu tava conversando com aquele dragão até agora, ele conversou comigo. Eu vi o negócio do botão rodar quando eu estava pensando em apertar, ele rodou!", relatou
Vanessa também criou a teoria dos olhos, se basendo no livro de George Orwell, "1984". "Aquela parede tem olhos... olhos que abrem e fecham. Olha a ordem dos fatores ali, quem está no topo? Luigi, Anny, Bin Laden e acho que o Juninho. São as pessoas que estão vendo tudo. Quem está lá para baixo, um dos últimos? Nizam. Quem está um pouco abaixo? Alane e Pizane, que, provavelmente, estavam vendo tudo e não estavam falando."
A influenciadora já havia falado de desistir anteriormente. Em certo momento, ela passou minutos encarando o botão, mas não apertou, e revelou o motivo: "“Eu quis apertar (o botão de desistência), não vou mentir, mas quando eu olhei para o seu rosto (Wanessa Camargo) e vi que você estava mal, falei: 'Não vou fazer isso'."
Vanessa Lopes fala sobre recuperação após realizar quatro cirurgias — Foto: Reprodução/Instagram
O Governo do Distrito Federal (GDF) declarou, nesta quinta-feira (25/1), situação de emergência na saúde pública, devido à explosão de casos da dengue e ao risco de epidemia de dengue e outras arboviroses.
O GDF informou que um decreto com detalhes sobre a situação foi publicado nesta quinta-feira (25/1), em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
A medida vai autorizar o Executivo local a comprar insumos, contratar serviços e profissionais por tempo determinado e, assim, de forma mais rápida, conter o avanço dos casos.
Leia também
Cenário
A capital federal registrou 16.079 casos prováveis da doença, entre 1º de janeiro e o último sábado (20/1). O total representou um aumento de 646,5% em relação ao mesmo período de 2024.
Três pessoas morreram em decorrência de dengue neste ano. Ceilândia é a região administrativa com maior incidência da doença, com 3.963 casos.
Dengue, Zika e Chikungunya: saiba como diferenciar as doenças:
3 Cards_Galeria_de_Fotos (2)
Dengue, Zika e Chikungunya são doenças cujos nomes são conhecidos no Brasil. Os três vírus transmitidos pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti, têm maior incidência no país em períodos de chuva e calor, e apresentam sintomas parecidos, apesar de pequenas sutilezas os diferenciarem Joao Paulo Burini
Febre, dor no corpo e manchas vermelhas são sintomas comuns de todas as doenças. Apesar disso, a forma distinta como evoluem, a duração dos sintomas e o grau de complicação são algumas das diferenças entre elas IAN HOOTON/SCIENCE PHOTO LIBRARY / Getty Images
****Foto-mosquito-da-dengue-1.jpg
Estar atento aos sinais e saber identificar as distinções é importante para um diagnóstico e tratamento precisos, pois, apesar do que se pensa, essas doenças são perigosas e podem matar boonchai wedmakawand/ Getty Images
****Foto-pessoa-com-as-maos-na-cabeca-3.jpg
Na dengue, os sinais e sintomas duram entre dois e sete dias. As complicações mais frequentes, além das já mencionadas, são dor abdominal, desidratação grave, problemas no fígado e neurológicos, além de dengue hemorrágica Uwe Krejci/ Getty Images
****Foto-pessoa-com-as-maos-no-olho.jpg
Além disso, dores atrás dos olhos e sangramentos nas mucosas, como a boca e o nariz, também podem acontecer em pacientes que contraem a dengue SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
****Foto-teste-de-sangue-positivo-para-zika.jpg
Os sintomas da zika são iguais aos da dengue, só que a infecção não costuma ser tão severa e passa mais rápido. Há, no entanto, um complicador caso a pessoa infectada esteja grávida Sujata Jana / EyeEm/ Getty Images
Nestas situações, a doença pode prejudicar o bebê em formação causando microcefalia, alterações neurológicas e/ou síndrome de Guillain-Barré, no qual o sistema nervoso passa a atacar as células nervosas do próprio organismo DIGICOMPHOTO/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images
Já os sintomas da chikungunya duram até 15 dias e, segundo especialistas, provoca mais dores no corpo, entre as três doenças Peter Bannan/ Getty Images
****Foto-mosquito-da-dengue-2-1.jpg
Assim como a infecção pela zika, a chikungunya pode resultar em alterações neurológicas e síndrome de Guillain-Barré Joao Paulo Burini/ Getty Images
Apesar de não existirem tratamentos para as doenças, há medicamentos que podem aliviar os sintomas, bem como a indicação de repouso total. Além disso, aspirinas não devem ser utilizadas, pois podem piorar o quadro do paciente Milko/ Getty Images
****Foto-pessoa-fazendo-exame-de-sangue.jpg
Caso haja suspeita de infecção por qualquer um dos vírus, é importante ir ao hospital para identificar do que se trata e, assim, iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível FG Trade/ Getty Images
****Foto-mosquito-da-dengue-em-um-tubo.jpg
O Aedes aegypti é um mosquito que se aproveita de lixo espalhado e locais mal cuidados e é favorecido pelo calor e pela chuva. Por isso, impedir a presença de água parada em sua casa, rua e empresa é o suficiente para travar a proliferação do inseto Bloomberg Creative Photos/ Getty Images
0
Atrás dela, figuram Sol Nascente/Pôr do Sol, com 1.110 pessoas diagnosticadas com dengue; Brazlândia (1.045); e Samambaia (997).
O Executivo local detalhou que o decreto valerá enquanto a situação sanitária de enfrentamento à dengue não se estabilizar.
Além disso, servidores poderão ser remanejados para reforçar o trabalho das equipes que atuam no combate à doença.
A campanha de vacinação contra a virose começa em fevereiro, com especial atenção para as regiões endêmicas, em 521 municípios brasileiros (9% do total).
A escolha das prioridades seguiu três critérios: municípios de grande porte (com mais de 100 mil habitantes); com alta transmissão da dengue registrada em 2023; e com maior predominância de casos do tipo 2 (Denv-2).
A capital do país tem 194 mil crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público-alvo apto a receber a vacina. Segundo o ministério, a faixa etária concentra o maior número de hospitalizações por dengue, depois dos idosos.
No caso das pessoas com mais de 60 anos, ainda não há recomendação pela imunização por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Dengue: o que você precisa saber sobre a doença:
3 Cards_Galeria_de_Fotos (4)
A dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Com maior incidência no verão, tem como principais sintomas: dores no corpo e febre alta. Considerada um grave problema de saúde pública no Brasil, a doença pode levar o paciente a morte Joao Paulo Burini/Getty Images
***Foto-mosquito-da-dengue.jpg
O Aedes aegypti apresenta hábitos diurnos, pode ser encontrado em áreas urbanas e necessita de água parada para permitir que as larvas se desenvolvam e se tornem adultas, após a eclosão dos ovos, dentro de 10 dias Joao Paulo Burini/ Getty Images
***Foto-mosquito-da-dengue-2.jpg
A infecção dos humanos acontece apenas com a picada do mosquito fêmea. O Aedes aegypti transmite o vírus pela saliva ao se alimentar do sangue, necessário para que os ovos sejam produzidos Joao Paulo Burini/ Getty Images
***Foto-mosquito-da-dengue-3.jpg
No geral, a dengue apresenta quatro sorotipos. Isso significa que uma única pessoa pode ser infectada por cada um desses micro-organismos e gerar imunidade permanente para cada um deles. Ou seja, é possível ser infectado até quatro vezes Bloomberg Creative Photos/ Getty Images
***Foto-pessoa-olhando-termometro.jpg
Os primeiros sinais, geralmente, não são específicos. Eles surgem cerca de três dias após a picada do mosquito e podem incluir: febre alta, que geralmente dura de 2 a 7 dias, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, náuseas e vômitos Guido Mieth/ Getty Images
***Foto-pessoa-deitada-em-maca-hospitalar.jpg
No período de diminuição ou desaparecimento da febre, a maioria dos casos evolui para a recuperação e cura da doença. No entanto, alguns pacientes podem apresentar sintomas mais graves, que incluem hemorragia e podem levar à morte Peter Bannan/ Getty Images
***Foto-pessoa-em-frente-a-vaso-vomitando.jpg
Nos quadros graves, os sintomas são: vômitos persistentes, dor abdominal intensa e contínua, ou dor quando o abdômen é tocado, perda de sensibilidade e movimentos, urina com sangue, sangramento de mucosas, tontura e queda de pressão, aumento do fígado e dos glóbulos vermelhos ou hemácias no sangue Piotr Marcinski / EyeEm/ Getty Images
***Foto-pessoa-sentada-em-cama-de-hospital.jpg
Nestes casos, os sintomas resultam em choque, que acontece quando um volume crítico de plasma sanguíneo é perdido. Os sinais desse estado são pele pegajosa, pulso rápido e fraco, agitação e diminuição da pressão Image Source/ Getty Images
***Foto-pessoa-deitada-no-chao.jpg
Alguns pacientes podem ainda apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade. O choque tem duração curta, e pode levar ao óbito entre 12 e 24 horas, ou à recuperação rápida, após terapia antichoque apropriada Getty Images
***Foto-pessoa-segurando-remedio-nas-maos.jpg
Apesar da gravidade, a dengue pode ser tratada com analgésicos e antitérmicos, sob orientação médica, tais como paracetamol ou dipirona para aliviar os sintomas Guido Mieth/ Getty Images
***Foto-pessoa-deitada-em-maca-hospitalar-2.jpg
Para completar o tratamento, é recomendado repouso e ingestão de líquidos. Já no caso de dengue hemorrágica, a terapia deve ser feita no hospital, com o uso de medicamentos e, se necessário, transfusão de plaquetas Getty Images
0
Apoio das Forças Armadas
Ainda nesta quinta-feira (25/1), o GDF pediu apoio ao Ministério da Defesa para tentar conter o avanço da dengue. Secretária de Saúde da capital do país, Lucilene Florêncio anunciou a medida durante lançamento do plano nacional de combate à doença, coordenado pelo Ministério da Saúde.
“A vacina vem nos dar um alento. Porém, não temos quantidade suficiente. Então, agora, temos de fazer nosso dever de casa, nossa parte. Vamos conversar com o Ministério da Defesa e pedir apoio”, afirmou a secretária.
As Forças Armadas serão chamadas para ajudar nas ações de campo para conter a doença, porque as equipes do Distrito Federal estão sobrecarregadas e ainda se recuperam das sequelas deixadas pelas ações em atenção à Covid-19, segundo a chefe da Secretaria de Saúde (SES-DF).
“É muito complexo o enfrentamento das arboviroses [doenças transmitidas por artrópodes como mosquitos e carrapatos], porque não se trata de um medicamento, de um quimioterápico [para combater novos casos]. É [necessário] um processo de mudança de comportamento”, alertou Lucilene.
A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) contará com duas carretas para ajudar na guerra contra a doença: uma ficará no Sol Nascente/Pôr do Sol, a outra ficará no Recanto das Emas.
Sinais e sintomas
A população de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Sobradinho, São Sebastião, Estrutural, Recanto das Emas, Brazlândia e Santa Maria pode fazer testes rápidos para detecção da dengue nas tendas de acolhimento instaladas ao lado das administrações regionais das cidades. Os espaços provisórios também oferecem hidratação para pacientes com sintomas da doença.
Os primeiros sinais da dengue são:
febre acima de 38°C;
dores no corpo, nas articulações de cabeça e atrás dos olhos;
mal-estar;
falta de apetite; e
possíveis manchas vermelhas pelo corpo.
Em caso de sintomas mais graves, a população deve procurar uma unidade de pronto-atendimento (UPA) ou a emergência de um dos hospitais regionais. Os sinais de alarme são dores intensas na barriga, vômitos persistentes, tontura, cansaço extremo e sangramentos no nariz, na boca ou nas fezes.
O Sistema Único de Saúde (SUS) vai iniciar, em breve, a distribuição da vacina Qdenga, um imunizante contra a Dengue produzido pelo laboratório japonês Takeda Pharma. Este será o primeiro imunizante contra Dengue oferecido gratuitamente pelo SUS.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, o primeiro lote da vacina contém 750 mil doses que foram doadas pela fabricante. Essas doses serão destinadas a adolescentes de 10 a 14 anos que residem em cidades com mais de 100 mil habitantes.
Como funciona a Vacina Qdenga?
A vacina Qdenga (TAK-003) foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023. Com vírus vivos atenuados da dengue em sua composição, a vacina induz respostas imunológicas contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. O esquema de imunização conta com duas doses, aplicadas com um intervalo de três meses entre elas.
Quem pode se vacinar com a Qdenga?
O público-alvo da Qdenga, segundo a Anvisa, são pessoas de 4 a 60 anos. Importante ressaltar que a eficácia da vacina em pessoas acima de 60 anos não foi avaliada.
Adicionalmente, tanto indivíduos que já tiveram dengue, quanto aqueles que nunca foram infectados pela doença, podem ser vacinados com a Qdenga. Porém, pessoas com sistema imunológico comprometido, gestantes, lactantes e aqueles com alergia a algum dos componentes da vacina não podem recebê-la.
Distribuição da Vacina
Em 2024, 521 cidades em 16 estados receberão o imunizante, conforme a pasta de saúde. As cidades foram selecionadas com base em critérios estabelecidos em conjunto pelo Ministério da Saúde e estados e municípios, levando em consideração os índices de transmissão da doença nos últimos anos.
A previsão do governo é que aproximadamente 3,2 milhões de pessoas sejam vacinadas com a Qdenga em 2024. Para 2025, há a perspectiva de aquisição de mais 9 milhões de doses da vacina.
Possíveis efeitos colaterais
Os estudos clínicos sobre a Qdenga apontaram a ocorrência de possíveis efeitos colaterais de gravidade leve a moderada, com duração de 1 a 3 dias após a injeção. Os efeitos mais frequentes relatados incluem dor no local da injeção, dor de cabeça, dor muscular, vermelhidão no local de injeção, mal-estar, fraqueza e febre.
Os dados indicam ainda que essas reações são menos frequentes após a segunda dose da Qdenga.
O Ministério da Saúde reforça que a população-alvo do imunizante não deve deixar de se vacinar em virtude desses possíveis efeitos colaterais, é fundamental a imunização.
Depois de se machucar ao andar de skate em 2019, o advogado americano Brandon Alexander precisou passar por um procedimento inusitado. Os médicos tiraram parte de seu crânio para “lavar” o cérebro como parte do tratamento contra uma infecção séria no órgão.
Brandon acordou no hospital três dias depois do acidente e passou por quatro cirurgias no cérebro, além de um procedimento de reconstrução facial. “Eu estava com um dreno na cabeça que deveria ter sido removido antes de receber alta, mas me disseram para deixá-lo, pois era o que me mantinha vivo depois de tantas operações”, destaca Brandon em postagem nas redes sociais.
Leia também
No ano seguinte, ele passou por mais uma cirurgia. Porém, os médicos identificaram um acúmulo de líquido na cabeça e o entupimento do dreno – o principal sintoma de Brandon foi dor latejante na cabeça.
“Voltei para o hospital e fui informado que havia contraído uma infecção cerebral no período pós-cirúrgico. Eles precisavam remover parte do meu crânio para lavar meu cérebro”, conta o rapaz.
Brandon sobreviveu à cirurgia e acordou com 89 grampos na cabeça. “Não tenho mais um crânio comum, eles substituíram uma parte por malha de titânio para que meu cérebro fique protegido até a próxima cirurgia, em abril de 2024. Pode ser que eu receba um novo crânio, garantindo que a infecção não volte”, afirma o advogado.
Desde então, ele tem usado as redes sociais para contar sua história após tantos procedimentos tão invasivos.
Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!
Já leu todas as notas e reportagens de Saúde hoje? Clique aqui.
Apesar das vantagens do home office, como a possibilidade de conciliar melhor vida pessoal e profissional e evitar longos deslocamentos e tempo no trânsito, nem tudo é perfeito na vida de quem trabalha de casa. Uma das maiores queixas costuma ser a falta de estrutura para passar longas horas sentado na frente do computador.
Móveis, acessórios e equipamentos eletrônicos inadequados podem causar dores, especialmente nas articulações e nas costas, complicando a saúde. Para poupar o seu corpo desses incômodos, o Guia de Compras UOL selecionou 11 produtos capazes de transformar seu home office em escritório profissional. Confira:
Em uma semana, o Distrito Federal passou de 7.329 para 16.079 casos prováveis de dengue, registrando um aumento superior a 9 mil casos no período entre 14 e 22 de janeiro. Os dados estão no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde divulgado nesta terça-feira (23/1). Além disso, três mortes foram confirmadas e outras 15 estão sendo investigadas se ocorreram devido à doença.
Segundo os dados, há aumento de 646,5% no número de casos quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Pelos números, há uma média de 730 casos diários da doença. Em uma semana, foram 17.150 casos suspeitos, envolvendo moradores do DF e do Entorno.
Os três óbitos são de pacientes do sexo masculino, das faixas etárias de 5 a 9 anos, 40 a 49 anos e 70 a 79 anos. Segundo a secretaria, todos tinham comorbidades. As regiões com mais ocorrências são Ceilândia (3.963), Sol Nascente/ Pôr do Sol (1.110) e Brazlândia (1.045).
3 Cards_Galeria_de_Fotos (4)
A dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Com maior incidência no verão, tem como principais sintomas: dores no corpo e febre alta. Considerada um grave problema de saúde pública no Brasil, a doença pode levar o paciente a morte Joao Paulo Burini/Getty Images
***Foto-mosquito-da-dengue.jpg
O Aedes aegypti apresenta hábitos diurnos, pode ser encontrado em áreas urbanas e necessita de água parada para permitir que as larvas se desenvolvam e se tornem adultas, após a eclosão dos ovos, dentro de 10 dias Joao Paulo Burini/ Getty Images
***Foto-mosquito-da-dengue-2.jpg
A infecção dos humanos acontece apenas com a picada do mosquito fêmea. O Aedes aegypti transmite o vírus pela saliva ao se alimentar do sangue, necessário para que os ovos sejam produzidos Joao Paulo Burini/ Getty Images
***Foto-mosquito-da-dengue-3.jpg
No geral, a dengue apresenta quatro sorotipos. Isso significa que uma única pessoa pode ser infectada por cada um desses micro-organismos e gerar imunidade permanente para cada um deles. Ou seja, é possível ser infectado até quatro vezes Bloomberg Creative Photos/ Getty Images
***Foto-pessoa-olhando-termometro.jpg
Os primeiros sinais, geralmente, não são específicos. Eles surgem cerca de três dias após a picada do mosquito e podem incluir: febre alta, que geralmente dura de 2 a 7 dias, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, náuseas e vômitos Guido Mieth/ Getty Images
***Foto-pessoa-deitada-em-maca-hospitalar.jpg
No período de diminuição ou desaparecimento da febre, a maioria dos casos evolui para a recuperação e cura da doença. No entanto, alguns pacientes podem apresentar sintomas mais graves, que incluem hemorragia e podem levar à morte Peter Bannan/ Getty Images
***Foto-pessoa-em-frente-a-vaso-vomitando.jpg
Nos quadros graves, os sintomas são: vômitos persistentes, dor abdominal intensa e contínua, ou dor quando o abdômen é tocado, perda de sensibilidade e movimentos, urina com sangue, sangramento de mucosas, tontura e queda de pressão, aumento do fígado e dos glóbulos vermelhos ou hemácias no sangue Piotr Marcinski / EyeEm/ Getty Images
***Foto-pessoa-sentada-em-cama-de-hospital.jpg
Nestes casos, os sintomas resultam em choque, que acontece quando um volume crítico de plasma sanguíneo é perdido. Os sinais desse estado são pele pegajosa, pulso rápido e fraco, agitação e diminuição da pressão Image Source/ Getty Images
***Foto-pessoa-deitada-no-chao.jpg
Alguns pacientes podem ainda apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade. O choque tem duração curta, e pode levar ao óbito entre 12 e 24 horas, ou à recuperação rápida, após terapia antichoque apropriada Getty Images
***Foto-pessoa-segurando-remedio-nas-maos.jpg
Apesar da gravidade, a dengue pode ser tratada com analgésicos e antitérmicos, sob orientação médica, tais como paracetamol ou dipirona para aliviar os sintomas Guido Mieth/ Getty Images
***Foto-pessoa-deitada-em-maca-hospitalar-2.jpg
Para completar o tratamento, é recomendado repouso e ingestão de líquidos. Já no caso de dengue hemorrágica, a terapia deve ser feita no hospital, com o uso de medicamentos e, se necessário, transfusão de plaquetas Getty Images
0
Sintomas e tratamento
A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O vírus é passado pela picada da fêmea do mosquito, que é urbano, diurno e se reproduz em depósitos de água parada.
Leia também
Dessa forma, o período do ano com maior transmissão da doença ocorre nos meses mais chuvosos. O acúmulo de água parada contribui para a proliferação do mosquito e, assim, para a disseminação da doença.
Os principais sintomas da dengue são:
Febre alta
Dor no corpo e articulações
Dor atrás dos olhos
Mal estar
Falta de apetite
Dor de cabeça
Manchas vermelhas no corpo
Como a dengue é uma doença viral, o tratamento é feito para aliviar os sintomas, por meio da prescrição de antitérmicos, ingestão de líquidos e repouso. Portanto, aos primeiros sintomas, procure a Unidade Básica de Saúde ou o serviço médico mais próximo de você. No DF, são 176 UBS, sendo que 33 delas estão localizadas em zonas rurais.
Prevenção
De acordo com o Ministério da Saúde, controlar o vetor Aedes aegypti é o principal método para prevenção e controle da dengue e de outras doenças. Deve-se reduzir a infestação de mosquitos por meio da eliminação de criadouros sempre que possível e manter qualquer local que possa acumular água totalmente coberto, impedindo que os ovos do mosquito sejam depositados.
O órgão ressalta que medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos devem ser adotadas por viajantes e residentes em áreas de transmissão. “A proteção contra picadas de mosquito é necessária principalmente ao longo do dia, pois o Aedes aegypti pica principalmente durante o dia”, indica o ministério.
O Ministério da Saúde recomenda as seguintes medidas de proteção individual:
Proteger as áreas do corpo que o mosquito possa picar, com o uso de calças e camisas de mangas compridas.
Usar repelentes adequados e seguros.
A utilização de mosquiteiros sobre a cama, uso de telas em portas e janelas e, quando disponível, ar-condicionado.
Quer ficar ligado em tudo o que rola no quadradinho? Siga o perfil do Metrópoles DF no Instagram.