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Friday, July 28, 2023

Nutricionista revela alimentos que parecem vilões da dieta, mas não são - Estado de Minas

mesa com sanduíches, batata frita, pizza...

Muitas vezes as pessoas são influenciadas por informações equivocadas que rotulam certos alimentos como vilões da dieta

Dani Borges/MF Press Global
Na busca por uma alimentação saudável, muitas vezes as pessoas são influenciadas por informações equivocadas que rotulam certos alimentos como vilões da dieta. A nutricionista Dani Borges desmistifica essas crenças e revela alimentos que não atrapalham seu emagrecimento, se consumidos adequadamente. 
Nos dias de hoje, Dani afirma que é comum se deparar com uma infinidade de informações sobre nutrição, dietas da moda e restrições alimentares: "O terror nutricional, é essa  pressão que muitas pessoas sentem em relação à alimentação perfeita, à necessidade de cortar diversos alimentos e seguir restrições extremas para alcançar determinados objetivos. No entanto, é importante compreender que essa abordagem pode, na verdade, prejudicar a saúde e a sustentabilidade da dieta a longo prazo", explica a nutricionista.
A nutricionista destaca que ao restringir demasiadamente grupos alimentares, como dietas que cortam totalmente carboidratos, vegetais, leguminosas, corre-se o risco de privar o corpo de nutrientes essenciais: "Cada alimento tem uma contribuição única em termos de vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo".

Dani frisa que além disso, a restrição extrema pode tornar a dieta difícil de manter, especialmente para aqueles que não estão acostumados com essa abordagem: "A sensação de privação e a monotonia alimentar podem levar à frustração, ao desânimo e até mesmo ao abandono da dieta. É fundamental encontrar um equilíbrio, adotar uma abordagem flexível e focar em uma alimentação variada e balanceada".

Descubra alimentos e bebidas que não prejudicam a dieta 

1 - Água com gás: já deve ter ouvido que água com gás engorda. Mas não é o gás que engorda nas bebidas, e sim os açúcares. Além disso, Dani Borges alerta que o que pode engordar são as famosas bebidas gaseificadas e saborizadas que contém açúcar, que na verdade são refrigerantes.
2 - Pão: esqueça a ideia de que o pão é um vilão da dieta. Segundo a nutricionista, é possível incluir pães em uma alimentação saudável, desde que escolha opções que combine com fontes de fibras e proteínas. Assim, terá uma refeição equilibrada e nutritiva. É interessante optar por pães sem açúcar e com menos ingredientes possíveis no rótulo.
3 - Doce de leite: surpreendentemente, o doce de leite pode ter menos calorias do que a famosa pasta de amendoim. A nutricionista explica que, em quantidades moderadas, o doce de leite pode ser apreciado, desde que esteja atento ao seu consumo total de calorias diárias. Ela frisa que é interessante optar pelo doce sem açúcar ou marcas e opções com menos ingredientes possíveis.
4 - Óleo de soja e canola, e azeite:  enquanto o óleo de coco é frequentemente elogiado como uma alternativa saudável, Dani Borges alerta que, na verdade, ele também é rico em gorduras saturadas, e que podem elevar o colesterol e os triglicerídeos. Ela explica que qualquer óleo quando aquecido se torna ruim para a saúde, mas que isso não altera em questão de calorias, ou seja, as calorias continuam as mesmas se consumir quente ou frio. O ideal é consumir menos óleo no geral, e preferir por consumir alimentos assados ou na airfryer. Não será um fio de óleo individualmente que prejudicará sua dieta.
5 - Arroz e macarrão: esses carboidratos são frequentemente criticados, mas a nutricionista enfatiza que não são vilões por si só. A chave está na porção e no equilíbrio com outras fontes de nutrientes. Opte por combinar com uma boa porção de vegetais, salada e proteínas magras para uma refeição completa.
Dani Borges lembra que a qualidade geral da dieta é mais importante do que a eliminação de um único alimento: "A individualidade também deve ser considerada. Cada pessoa é única, com diferentes necessidades e preferências alimentares. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. É por isso que é tão valioso buscar orientação de um nutricionista, que poderá elaborar um plano alimentar personalizado, levando em conta suas necessidades, objetivos e estilo de vida".

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Thursday, July 27, 2023

Quais os efeitos da erva-mate no corpo? - National Geographic Brasil

Quirguistão: No lago Song-Köl o tempo corre lento

Bruno Fernandes, professor de História, acredita que "viajar é o que melhor serve a educação". Na região de Naryn, no Quirguistão, visitou Song-Kol, o "lago seguinte", situado a 3016 metros acima do nível do mar. Partilha hoje com os nossos leitores as suas impressões e memórias, com a ajuda de fotografias do seu arquivo pessoal. Vamos viajar até à Ásia Central?

Bruno Fernandes (Texto e fotografias)

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Tratamento da diabetes tipo 1 | Vaquinhas online - Vakinha.com.br

Família e amigos

Essa é a Sara tem 6 anos 

A 11 meses descobrimos que tem DM1 …faz uso de insulinas…e usa o sensor libre…e como vaí a escola precisamos de mais uns itens p nos dar mais segurança e controlar a diabete …como todos sabem é tudo muito caro!!! O que precisamos agora   é um aparelho e um relógio qué vaí sé juntar ao libre e mandar as medições da glicose p mim no meu celular…e me avisa quando estiver caindo ou subindo…onde é que eu preciso sempre estar atenta..e corrigir…nos ajude a conseguir com esses itens a Sara vai estar um pouco mais confortável !!

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Nathalia Silva Rocha | Vaquinhas online - vakinha.com.br

Você pode ajudar via Pix usando a chave:

3902348@vakinha.com.br

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Olá pessoal!  Como é de conhecimento geral de familiares, amigos e colegas de faculdade, nossa tão querida Nathalia, acadêmica de medicina da UCP, sofreu um acidente de moto no dia 12/07/2023, nas proximidades da sua residência, que causou seríssimas fraturas na sua cabeça. Ela ficou internada 10 dias no Hospital Regional de Ponta Porã, na UTI e enfermaria, com quadro de traumatismo craniano, quando foi liberada e se deslocou para Dourados a fim de ser avaliada por médicos especialistas (neurologista, otorrinolaringologista, psiquiatra, bucomaxilofacial, dentre outros), uma vez que não há tais profissionais na cidade de Ponta Porã. Ocorre que, as consultas, exames e medicamentos são caríssimos, a Nathalia não possui plano de saúde e mesmo com encaminhamentos de urgência o SUS não fornece o tratamento imediato, considerando o quadro clínico e a necessidade de atendimento urgente. Por tal razão é que a presente Vakinha foi criada, para aqueles que já tiveram a oportunidade de compartilhar momentos com a Nathalia e conseguiram sentir o ser de luz, boa energias, amor, amizade, diversão, companheirismo, que ela é e nesse momento de fragilidade precisa de nós!  Se você puder ajudar, qualquer quantia será de grande valia, vamos ajudar nossa Nathalia!

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Wednesday, July 26, 2023

Paracetamol: o remédio que virou principal causa de falência do fígado - G1

O paracetamol está entre os medicamentos isentos de prescrição mais vendidos em vários países — inclusive no Brasil — Foto: Getty Images

O paracetamol está entre os medicamentos isentos de prescrição mais vendidos em vários países — inclusive no Brasil — Foto: Getty Images

Disponível livremente em farmácias, sem necessidade de receita médica, o paracetamol está entre os remédios mais consumidos de todo o mundo.

Para ter ideia, algumas estimativas apontam vendas de 49 mil toneladas desse medicamento ao ano nos Estados Unidos — o que significa 298 comprimidos por americano a cada 12 meses. No Reino Unido, a média é de 70 unidades desse fármaco por pessoa durante o mesmo período.

E o mais curioso dessa história é que, apesar de ser conhecido há mais de um século, o paracetamol ainda está cercado de mistérios: o mecanismo de ação dele ainda não foi completamente desvendado pelos cientistas.

As evidências sobre a eficácia dessa medicação para diversos incômodos também variam — em alguns casos, como a dor na lombar, os efeitos do comprimido ou das gotas não são superiores aos do placebo, uma substância que não tem efeito terapêutico algum.

Uma coisa que está bem clara para os especialistas, porém, é o risco de overdose: esse medicamento é a principal causa de falência do fígado em países como EUA e Reino Unido (veja dados abaixo), o que gerou alertas de várias entidades de saúde nos últimos anos.

Por trás desse cenário, está a alta disponibilidade dos comprimidos e a falta de orientações sobre os limites de consumo, como você vai entender ao longo desta reportagem.

A BBC News Brasil entrou em contato com a Johnson & Johnson (fabricante do Tylenol, um dos remédios com paracetamol mais populares) e com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde (Acessa), mas não foram enviadas respostas até a publicação desta reportagem.

Já a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) disseram que, por diretrizes internas, não fazem comentários sobre questões envolvendo moléculas/medicamentos específicos.

Do ostracismo ao sucesso de vendas

O paracetamol foi sintetizado no final do século 19. Os estudos pioneiros com essa molécula foram publicados pelo químico alemão Joseph von Mering em 1893.

Mas a substância ficou restrita às pesquisas pelas seis décadas seguintes. Ela só estreou nas farmácias de Estados Unidos e Austrália a partir dos anos 1950, já com o nome comercial que a tornaria mundialmente famosa: Tylenol.

Nos EUA, aliás, esse princípio ativo é conhecido por outro nome: acetaminofeno.

No Brasil, ele está disponível desde os anos 1970.

E, mesmo passadas mais de seis décadas do lançamento, até hoje não se conhece o mecanismo de ação desse remédio — em outras palavras, como ele age no corpo para reduzir a dor ou baixar a febre.

“O mecanismo de ação do paracetamol ainda não foi completamente esclarecido”, diz o médico Philip Conaghan, professor de Medicina Musculoesquelética da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

“É provável que ele tenha algum efeito na forma como nosso corpo ‘entende’ a dor no sistema nervoso central e no cérebro, além de provavelmente agir em regiões periféricas onde há inflamação”, detalha ele.

Acredita-se que o paracetamol interfira em ações de enzimas conhecidas como ciclooxigenase, ou COX na sigla em inglês, relacionadas à sensação dolorosa e ao aumento da temperatura corporal. Alguns estudos também observaram uma ação da droga em neurotransmissores e vias cerebrais, o que traria um efeito analgésico.

Mas, até o momento, não existe um consenso entre os especialistas sobre qual ou quais os efeitos exatos desse remédio pelo corpo para que se obtenha os resultados de melhora da dor ou redução da temperatura corporal.

Como citado no início da reportagem, o paracetamol está disponível livremente nas drogarias e pode ser comprado diretamente pelo consumidor, sem necessidade de receita médica.

Ele aparece tanto com nomes comerciais — Tylenol, por exemplo — quanto em genéricos, além de ser adicionado à composição de diversos medicamentos junto de outros princípios ativos.

A Food and Drug Administration (FDA), a agência regulatória dos Estados Unidos, calcula que o paracetamol esteja na fórmula de mais de 600 produtos farmacêuticos diferentes.

No Brasil, o paracetamol sempre aparece no topo da lista de remédios isentos de prescrição mais vendidos — seja como molécula única ou conjugada com outros fármacos.

Uma lista publicada periodicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com os 263 medicamentos isentos de prescrição mais comercializados do país revela que o paracetamol aparece em 23 das opções farmacológicas com alta popularidade.

O Tylenol está disponível na farmácia de alguns países desde a década de 1950 — Foto: Getty Images

O Tylenol está disponível na farmácia de alguns países desde a década de 1950 — Foto: Getty Images

O que dizem as evidências

Mas, afinal, com tamanho sucesso comercial, o paracetamol realmente cumpre aquilo que promete — diminuir febre e dor?

O FDA aponta em seu site oficial que o paracetamol é uma opção para o tratamento desses dois incômodos com intensidades leve a moderada.

Mas evidências disponíveis até o momento variam bastante, principalmente quando são avaliados diferentes incômodos que afligem o corpo.

O Instituto Cochrane, que se dedica a revisar as evidências disponíveis sobre diversos tratamentos, publicou vários trabalhos a respeito da eficácia do paracetamol.

A análise dos especialistas, que leva em conta os estudos publicados até aquele momento, revelou que esse medicamento não é superior ao placebo (substância sem efeito terapêutico) para tratar dores na região lombar.

Os resultados também não foram positivos para os casos de incômodos físicos relacionados ao tratamento do câncer.

Já para lidar com artrite no joelho ou no quadril, o efeito positivo foi considerado “pequeno” pelos autores dos artigos.

O paracetamol também mostrou algum benefício, mesmo que mínimo, no alívio da enxaqueca aguda e das dores pós-parto e pós-cirúrgicas.

Conaghan, que publicou alguns estudos sobre o uso desse fármaco no tratamento da osteoartrite, classifica as evidências como “pequenas” e “não muito boas”. Mas ele diz entender porque o paracetamol continua popular até os dias de hoje.

“Primeiro, há um histórico de uso, o que faz as pessoas se sentirem confortáveis em tomar esses comprimidos. Segundo, a indicação de tratamentos com o paracetamol é abrangente, e vai desde dores musculoesqueléticas até cólicas menstruais”, lista o médico.

“Terceiro, falamos de uma opção barata e amplamente disponível ao consumidor. E, em quarto lugar, não existem muitas outras opções para lidar com esses sintomas”, complementa ele.

Com resultados tão variados, a principal orientação é sempre buscar a avaliação de um profissional da saúde — principalmente se a dor não vai embora ou piora depois de dois ou três dias.

A partir da avaliação e do diagnóstico, é essencial seguir à risca o tratamento prescrito para se livrar dos incômodos.

O paracetamol não funciona para dores lombares, segundo estudos — Foto: GETTY IMAGES

O paracetamol não funciona para dores lombares, segundo estudos — Foto: GETTY IMAGES

Risco de eventos adversos

Mas e a segurança? Será que o paracetamol pode provocar efeitos colaterais mais graves?

O problema aqui está na dosagem: as agências de saúde estipulam um limite de 4 gramas (ou 4 mil miligramas) por dia para os adultos. Em crianças de 2 a 11 anos, a dose de paracetamol depende do peso corporal (são de 55 a 75 mg por quilo em um dia). Já abaixo dos 2 anos, é sempre necessário consultar o médico antes de dar o remédio.

Como os comprimidos comumente trazem 500 miligramas ou 1 grama desse princípio ativo, isso significa que um adulto não pode ultrapassar as quatro ou oito unidades (a depender da dosagem) a cada 24 horas.

Mas a história é mais complicada que parece, pois muitos remédios trazem o paracetamol na composição junto de outras substâncias — com isso, uma pessoa que está gripada ou resfriada, por exemplo, acaba ingerindo diversos fármacos para lidar com os sintomas (dor, febre, nariz entupido…) e pode ultrapassar sem querer esse limite.

O principal problema aqui acontece no fígado, responsável por metabolizar o fármaco. Cerca de 5% do remédio se transforma em quinoneimina, uma substância tóxica para o corpo.

Em pequenas quantidades (abaixo desse limite de 4 gramas de paracetamol), o fígado consegue neutralizar o perigo. Porém, quando há muita quinoneimina, o órgão entra em parafuso e deixa de funcionar como o esperado.

Isso, por sua vez, gera um quadro de falência hepática aguda, que não raro demanda internação e transplante, além de estar relacionado ao risco aumentado de morte.

Segundo a FDA, as overdoses de paracetamol foram a principal causa de falência hepática aguda nos Estados Unidos entre 1998 e 2003. Em 48% dos casos, a overdose foi acidental, pois as vítimas sequer sabiam que tinham ultrapassado o limite diário.

Um estudo de 2007 do Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano estima que a overdose por esse medicamento leva a 56 mil visitas ao pronto-socorro, 26 mil hospitalizações e 458 mortes por ano.

Outros levantamentos apontam que o paracetamol é a causa de falência hepática em até 45% dos casos registrados nos EUA e 60% dos episódios do tipo que ocorrem no Reino Unido.

Todos esses números exigiram mudanças nas regulamentações sobre o paracetamol. Desde 2011, a FDA limitou a dosagem do remédio a 325 mg por comprimido — o que reduziu as hospitalizações nos anos seguintes, segundo um estudo da Universidade do Alabama, nos EUA, publicado em 2023.

No Brasil, a Anvisa já publicou diversos alertas sobre o consumo indiscriminado do paracetamol e os efeitos disso na saúde.

“O uso do medicamento deve ser feito com cautela, sempre observando a dose máxima diária e o intervalo entre as doses, conforme as recomendações contidas na bula, para cada faixa etária”, orienta a agência em comunicado de 2021.

Falência hepática é uma das principais repercussões do abuso de paracetamol — Foto: GETTY IMAGES

Falência hepática é uma das principais repercussões do abuso de paracetamol — Foto: GETTY IMAGES

Efeitos na sociedade

Também é curioso notar que o paracetamol, com mais de um século de história e alguns mistérios persistentes, ainda é capaz de surpreender os cientistas.

Exemplo disso é o trabalho feito pelo psicólogo Dominik Mischkowski, da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos.

Num estudo de 2019, ele dividiu voluntários em dois grupos. O primeiro tomou paracetamol, e o segundo engoliu comprimidos sem nenhum efeito terapêutico. Depois, todos leram uma história inspiradora e tinham que reagir a ela.

Os participantes que tomaram paracetamol tinham uma habilidade reduzida de sentir empatia, ou de se colocar no lugar do personagem da história. E isso eventualmente teria implicações na forma como as pessoas interagem em diferentes contextos sociais, aponta o cientista.

“Se interfiro em determinados circuitos neurais com uma droga como o paracetamol, por exemplo, posso acabar afetando outros aspectos que chamamos de emoções sociais, ou comportamentos sociais, sobre os quais inicialmente nem pensávamos. E isso, quem sabe, pode ser uma espécie de efeito colateral social dessas drogas", diz Mischkowski.

O próprio psicólogo pondera que os resultados, apesar de interessantes, são experimentais e não refletem a realidade, que é muito mais intrincada e cheia de variáveis do que um experimento controlado em laboratório.

“Quando as pessoas tomam remédios para dor, há muitos processos complexos envolvidos sobre os quais não entendemos. Então quero ser muito cuidadoso sobre o nosso achado, pois não sabemos ainda os detalhes sobre os efeitos do consumo [do paracetamol] na sociedade”, explica ele.

“Então, se você está com dor e precisa de tratamento, deve sempre continuar a tomar os remédios como paracetamol, porque isso é importante. A dor é uma das condições mais impactantes da atualidade", complementa Mischkowski.

Já para Conaghan, o uso massivo de remédios para a dor, como o paracetamol, ajuda a entender como nossa sociedade se modificou nas últimas décadas.

"Suspeito que muito de nossa crença nos remédios começou após a Segunda Guerra Mundial, quando os antibióticos se mostraram tão bem sucedidos. Até então, acredito que meus avós não tinham tanta confiança assim nos comprimidos”, opina o médico.

"E as intervenções para tratar a dor podem levar um certo tempo e esforço para surtir resultado. A dor no joelho, por exemplo: nós sabemos que alongamentos musculares são muito efetivos, mas vai demorar pelo menos duas ou três semanas de exercícios diários antes de você notar qualquer benefício.”

“Então, acredito que esse imediatismo dos remédios é outra coisa que nos faz procurá-los tanto. Talvez essa crença cultural nos medicamentos e a necessidade de alívio imediato para a dor sejam algumas das razões para tamanha popularidade do paracetamol", conclui ele.

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Monday, July 24, 2023

Propriedades desta fruta tropical ajudam a reduzir colesterol ruim - Catraca Livre

Fruta que combate colesterol ruim, o LDL

Créditos: iStock/Rasi Bhadramani

Fruta que combate colesterol ruim, o LDL

Uma fruta com poder antioxidante e anti-inflamatório pode oferecer benefícios significativos na redução do colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”.

O colesterol é uma substância lipídica essencial para a função celular. Mas altos níveis de LDL no sangue podem levar à formação de placas nas artérias, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, como ataques cardíacos e derrames.

Assim, compostos presentes no tamarindo são capazes de combater os níveis elevados de colesterol, o que torna a fruta tropical uma aliada da saúde cardiovascular.

O tamarindo é um fruto obtido do tamarindeiro, que se assemelha a uma vagem e tem sabor ácido. Originada da África, a fruta acaba sendo amplamente cultivada na Índia e em regiões de clima tropical. No Brasil, é mais comum nas regiões norte e nordeste.

Benefícios do tamarindo

O tamarindo contém antioxidantes e saponinas que podem auxiliar na redução dos níveis de colesterol LDL, prevenindo o surgimento de doenças cardiovasculares e promovendo a saúde do coração.

Pesquisas revelam que o consumo do tamarindo diminui o colesterol total sérico (50%), LDL (73%) e triglicerídeos (60%), enquanto aumenta o HDL (61%). Ou seja, a fruta combate o colesterol ruim a medida que melhorou os níveis do colesterol bom.

As fibras solúveis presentes na fruta desempenham um papel crucial na diminuição do colesterol ruim. Essas fibras se ligam ao colesterol no intestino, inibindo a sua absorção e facilitando a sua eliminação do organismo.

Além disso, os flavonoides no tamarindo possuem propriedades antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres e a proteger o coração contra danos oxidativos.

Conheça os benefícios do tamarindo

Créditos: iStock/Koval Nadiya

Conheça os benefícios do tamarindo

Outros benefícios do tamarindo

Além do impacto positivo sobre o colesterol, o tamarindo oferece outros benefícios para a saúde, como:

  1. Rico em nutrientes: é uma fonte de diversas vitaminas essenciais, incluindo A, C, E e K, bem como minerais como cálcio, ferro, magnésio e potássio, que são fundamentais para a saúde geral do organismo.
  2. Apoio à digestão: as fibras presentes no tamarindo promovem uma boa digestão e auxiliam na regulação do trânsito intestinal.
  3. Propriedades anti-inflamatórias: o ácido tartárico e o ácido málico encontrados no tamarindo possuem propriedades anti-inflamatórias, contribuindo para reduzir a inflamação no corpo.
  4. Saúde da pele: os antioxidantes presentes no tamarindo podem ajudar a melhorar a saúde da pele e combater os sinais de envelhecimento.

Devido a todas essas propriedades, o tamarindo ainda promove a saúde visual, fortalece o sistema imunológico, contribui na cicatrização e controla o diabetes.

Como consumir o tamarindo? 

Apesar dos inúmeros benefícios, o recomendado é consultar um profissional de saúde antes de incluir o tamarindo na dieta, especialmente se houver condições de saúde preexistentes.

Além disso, como a fruta tem muitas calorias, o consumo deve ser em pouca quantidade, cerca de 30 gramas por dia, dentro de uma alimentação saudável e equilibrada.

O tamarindo pode ser consumido de diversas maneiras, tanto fresco como na forma de polpa, concentrado ou em receitas culinárias. É frequentemente utilizado para dar um toque agridoce a pratos, molhos e bebidas.

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Prefeituras do MA fraudaram dados e receberam R$ 53 mi indevidos do SUS - Metrópoles

Prefeituras do Maranhão fraudaram dados do Sistema Único de Saúde (SUS) para receber R$ 53 milhões a que não tinham direito, concluíram auditorias do Ministério da Saúde obtidas pela coluna por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Os municípios já foram obrigados a ressarcir os valores.

As auditorias no Maranhão foram conduzidas a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e constataram que os municípios falsificaram dados de exames e de produção ambulatorial para receber mais verbas.

O Ministério da Saúde encaminhou pedidos de devolução dos valores indevidamente recebidos, que já foram executados.

Os aumentos artificiais pelas prefeituras, feitos para aumentar seus repasses, principalmente os do “orçamento secreto”, foram mostrados pelo repórter Breno Pires em 2022. A Polícia Federal (PF) identificou, no fim do ano passado, um esquema de desvio de dinheiro público no estado, quando deflagrou a Operação Quebra-Ossos.

A apuração mira 62 municípios do Maranhão, um universo maior do que o das auditorias completas até agora a que a coluna teve acesso. Dentre essas cidades, segundo o MPF, 21 são investigadas sob suspeita de terem falsificados dados de reabilitação pós-Covid.

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Governo de Minas entrega 11 ônibus do Transporta SUS em Curvelo - Agência Minas Gerais

Seguindo a meta de levar os serviços de saúde cada vez mais próximos ao cidadão, o Governo de Minas , por meio da Secretaria de Estado de Sa...