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Friday, May 27, 2022

Síndrome respiratória grave apresenta tendência de alta em 20 capitais - O POVO

Chega a 20 o número de capitais brasileiras com tendência de aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o Boletim Infogripe divulgado hoje (26) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A fundação informa que há um sinal contínuo de aumento dos casos de covid-19 em todas as regiões do país. 

A Síndrome Respiratória Aguda Grave pode ser causada pelo SARS-CoV-2 e vem sendo monitorada como parâmetro para acompanhar a pandemia de covid-19 no país desde 2020. Em momentos mais críticos da pandemia, mais de 98% das mortes por SRAG em que havia teste positivo para algum vírus respiratório eram causadas pela covid-19. No boletim de hoje, 48% desses casos de SRAG e 84% dos óbitos atribuídos a casos virais da síndrome estão associados ao SARS-CoV-2, se forem consideradas as últimas quatro semanas.

Segundo a Fiocruz, a análise das últimas seis semanas aponta tendência de aumento nos casos de SRAG em Aracaju, Belém, Boa Vista, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. 

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Entre as unidades da federação, o sinal de crescimento foi detectado em 18: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Em crianças de até 4 anos, o boletim aponta que continua a predominância do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) entre as causas de SRAG. Em segundo lugar está o rinovírus, seguido pelo Sars-CoV-2 e pelo metapneumovírus. 

A pesquisa mostra ainda que, no Rio Grande do Sul, há presença de casos positivos para Influenza A (gripe) em diversas faixas etárias nas semanas recentes, com sinal de possível crescimento, ainda que em volume relativamente baixo.

No ano epidemiológico 2022, já foram notificados 141.808 casos de SRAG no Brasil, sendo 72.092 (50,8%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 50.753 (35,8%) negativos e ao menos 11.521 (8,1%) aguardando resultado laboratorial. Entre os positivos para vírus respiratórios desde janeiro, 81,5% foram causados pelo SARS-CoV-2, 8,1% pelo vírus sincicial respiratório e 5,1% pelo Influenza A.

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Diabetes: Sinais e sintomas na pele - Internet Group

É preciso estar atento às mudanças no corpo quando se tem diabetes
Arquivo pessoal
É preciso estar atento às mudanças no corpo quando se tem diabetes

Ter diabetes exige uma rotina de cuidados que vão além da medicação ou do monitoramento da glicemia. É preciso ter disciplina e estar atento a toda mudança que o nosso corpo apresente. Um detalhe diferente que aparece pode ser um sinal de alerta e, nesse caso, a pele tem um papel fundamental. Quando o controle do diabetes não está bom, alguns sinais e sintomas podem aparecer. Os principais são:  

  • Coceira
  • Ressecamento
  • Frieira
  • Micose
  • Cicatrização lenta
  • Perda de sensibilidade

Para te ajudar entender melhor sobre esses sinais e sintomas de glicose alta que aparecem na pele, eu entrevistei o médico dermatologista e pesquisador Felipe Ribeiro.

Felipe Ribeiro
Divulgação

Felipe Ribeiro é dermatologista e pesquisador

Tom Bueno: De que forma a pele pode ser afetada pelo nível alto de glicose no sangue?
Felipe Ribeiro: A hiperglicemia leva a um desajuste na função da pele porque machuca lentamente os vasos. Com isso, o sangue e a água não chegam à pele, que necessita deles para funcionar, ingerir nutrientes e se hidratar. Outro mecanismo é que a hiperglicemia afeta o sistema imunológico, fazendo com que a pele fique menos eficiente em combater as infecções, mesmo as mais simples e benignas.

Tom Bueno: Quais são os sinais ou sintomas mais comuns quando a glicose está alta?
Felipe: Pele seca, descamação, coceira, frieiras, micoses na pele e nas unhas, feridas que não cicatrizam, áreas escuras em pescoço, axilas ou virilhas, manchas amarelas nas pernas e bolhas que podem aparecer sem a pessoa ter se machucado.

Tom Bueno: As frieiras e micoses são frequentes por quais motivos? Em pessoas com diabetes existe alguma característica diferente?
Felipe: Os fungos, que são os causadores das micoses e frieiras, estão naturalmente presentes na pele de quem tem ou não diabetes. Eles existem ali em harmonia com o organismo, sem causar doença. Nos pacientes em descontrole glicêmico, há um desarranjo nessa convivência e alguns fungos conseguem acessar camadas da pele onde eles não deveriam estar. O sistema imunológico desse paciente já não consegue mais combater esse avanço dos fungos e surgem as micoses e frieiras.

Tom Bueno: O que é pseudo-acantose nigricante e por que ela também pode ser um sinal de glicose alta? Ela desaparece com o tempo?
Felipe: É o escurecimento que pode aparecer mais frequentemente no pescoço, mas também axilas e virilhas de pessoas com resistência à insulina. São placas marrons, as vezes com textura áspera ou aveluda e sem sintoma algum. Com o controle da glicemia elas tendem a sumir. Pseudo-acantose tem esse prefixo "pseudo" para diferenciá-la da acantose nigritante verdadeira, que tem as mesmas características, mas é uma manifestação do câncer.

Tom Bueno: Caso a pessoas apresente alguns desses sinais ou sintomas, qual a orientação?
Felipe: Para notar esses sinais e sintomas, é fundamental que a pessoa conheça o seu corpo. Olhar para si com frequência faz com que as alterações sejam notadas mais rapidamente. Caso o paciente observe algo diferente na pele, deve procurar o médico, que vai conduzir a um dermatologista.

No perfil @umdiabetico no Instagram e no canal do Youtube você acompanha mais informações sobre diabetes que vão te ajudar a conviver e entender melhor sobre diabetes.  

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Thursday, May 26, 2022

ANS autoriza reajuste máximo de 15,5% em planos de saúde individuais - Globo

Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação — Foto: TJPE/Divulgação

Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação — Foto: TJPE/Divulgação

Após um inédito reajuste negativo no ano passado, os planos de saúde individuais ou familiares poderão subir até 15,5% este ano. O percentual máximo de reajuste que poderá ser aplicado às mensalidades foi fixado nesta quinta-feira (26) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (27).

É o maior percentual de reajuste já aprovado pela agência. O maior até então havia sido de 13,57%, em 2016, de acordo com os dados da série histórica da ANS, iniciada em 2000 (veja mais abaixo o histórico dos reajustes).

O reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98).

O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em 2021, foi determinado um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em razão da queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, com adiamento de procedimentos como cirurgias e exames.

Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a oscilação de 2021 para baixo e de 2022 para cima são efeitos dessa transferência das despesas médicas por conta do período de isolamento para o combate da pandemia.

“O que aconteceu esse ano foi uma comparação partindo de base baixa, agravado pelos procedimentos represados pela Covid de 2020 para 2021”, diz Renato Casarotti, presidente da Abramge.

“Olhando para o biênio de pandemia, é como se tivéssemos dois reajustes de aproximadamente 3%”, afirma.

Histórico de reajustes

Em nota, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) criticou o reajuste aprovado pela ANS. Segundo a entidade, a decisão "vem em um momento de intensa dificuldade econômica, com o aumento dos preços de alimentos, serviços e do custo de vida em geral da população. Com o bolso mais vazio, as pessoas se veem em um cenário preocupante de endividamento e, sobretudo, de vulnerabilidade".

“Causa espanto um percentual tão elevado, considerando que nos últimos anos os lucros aumentaram, com entrada de consumidores no mercado durante a pandemia. A questão é que essa metodologia foi pensada para situações de normalidade sanitária. O comportamento dos custos na pandemia foi extremamente atípico, o que demandaria uma reavaliação do reajuste deste ano”, afirma em nota Ana Carolina Navarrete, coordenadora do Programa de Saúde do Idec.

Para Rafael Robba, advogado especialista em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, o índice de reajuste "não é razoável no atual momento econômico que estamos enfrentando, com a inflação derretendo o poder de compra das famílias".

"Embora seja aplicado a uma parcela inferior a 20% do total de usuários de planos de saúde, o índice aprovado funciona como um ponto de partida para os reajustes dos planos coletivos empresariais e por adesão, que nunca foram inferiores aos da ANS. Infelizmente, poderemos ver muitas pessoas deixando os convênios médicos e enfrentando dificuldades para conseguir um novo produto no mercado", completa.

Estimativas

A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) estimava que o percentual de reajuste ficaria "próximo a 15,8%". Já a Federação Nacional de Saúde Suplementar projetava "reajuste de 15,7% neste ciclo".

"O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste", afirma a FenaSaúde.

Segundo a Abramge, a retomada dos atendimentos adiados no ano anterior e a segunda onda da Covid-19, "muito maior do que a primeira", pesaram no custo das despesas médico-hospitalares em 2021.

"Outros fatores que impactaram foram a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta exponencial do dólar, moeda atrelada a grande parte dos insumos médico-hospitalares utilizados no Brasil", destacou a entidade, acrescentando que os planos de saúde foram o único setor regulado com reajuste negativo em 2021.

Importante destacar que apenas o reajuste dos planos de saúde individuais é definido pela ANS. Nos planos de saúde coletivos (empresarial ou por adesão), os aumentos são estabelecidos diretamente pelas operadoras.

A partir de quando o reajuste passa a valer?

Após o cálculo e a definição do índice pela ANS, o reajuste será aplicado pelas operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte.

Isso significa que o teto máximo de aumento poderá ser usado como referência até abril de 2023 .

Planos individuais x planos coletivos

Os planos de saúde individuais são a minoria no mercado e a oferta tem diminuído. Em março deste ano, havia 49,1 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021. Já o número de clientes de planos individuais é de cerca de 8 milhões, ou 16,3% do total.

Nos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo, uma vez que não dependem de autorização da ANS. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado.

Os planos coletivos costumam ser comercializados com um custo de mensalidade menor. O Idec alerta, porém, que migrar de um plano individual para um coletivo pode não ser vantajoso ao longo dos anos.

"O plano coletivo tem menos proteção que plano individual: uma é o teto, que produz reajustes mais baixos, e outra outra é proteção contra cancelamento imotivado. No plano individual, a operadora só pode cancelar em caso de fraude ou não pagamento", destaca a coordenadora do instituto.

A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país.

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ANS autoriza reajuste máximo de 15,5% em planos de saúde individuais - Globo
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SUS: Sancionada lei que amplia prevenção de câncer em mulheres - PEBMED

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Foi sancionada a Lei nº 14.335 que amplia a prevenção, a detecção e o tratamento dos cânceres de colo uterino, de mama e colorretal em mulheres pelo Sistema Único de Saúde (SUS) independente da idade.

Mulheres a partir da puberdade terão direito de realizar os exames de mamografia, citopatologia e colonoscopia gratuitamente. Antes, esses procedimentos eram oferecidos apenas para mulheres de 40 anos ou mais.

A publicação ocorreu no Diário Oficial da União (DOU), na última terça-feira (10/5), e a lei entra em vigor em 180 dias.

câncer

Lei anterior x lei atual

A lei anterior garantia para as mulheres com deficiência as condições e os equipamentos adequados para o atendimento em relação a essas doenças. Com as mudanças, esse direito é estendido também para as pacientes idosas.

O texto amplia o rol de procedimentos que devem ser ofertados para diagnóstico dos cânceres e deixa de fazer referência especificamente aos exames citopatológicos e mamográficos.

Já o exame de câncer colorretal, que não estava entre as ações de prevenção para mulheres, agora foi incluído no SUS.

Outra conquista importante é que a lei concede ao médico a permissão de solicitar a substituição ou complementação dos exames de suas pacientes.

Leia também: Atualizações no screening de câncer colorretal — o que dizem os novos guidelines?

Importância do diagnóstico precoce

Esses tipos de cânceres apresentam grande incidência na população feminina, especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além de incluir a atenção ao câncer colorretal entre as ações previstas pela lei, promove outras alterações relevantes, como a garantia de acesso à colonoscopia e a eliminação de referências etárias.

Segundo especialistas, com a nova lei será possível a realização do diagnóstico precoce. E, assim, o tratamento tende a ser mais simples e efetivo para a mulher, assim como garantir a redução de despesas para o SUS com procedimentos complexos, necessários em casos de níveis avançados de câncer.

O senador Marcelo Castro (MDB-PI), que é médico e já foi ministro da saúde, destacou que o câncer colorretal é o segundo que mais afeta as mulheres, depois do câncer de mama. Também médica, a senadora Zenaide Maia (Pros-RN) destacou a importância do diagnóstico precoce. A proposta inicial (PLS 374/2014) é da ex-senadora Vanessa Grazziotin (AM) (PL 6.554/2019).

“A sanção da lei Nº 14.335 cria uma política de rastreamento para cânceres prevalentes que são causa de mortalidade evitável entre mulheres brasileiras. Essa modificação da lei cria condições para uma ampliação de possibilidades diagnósticas desses agravos no âmbito do Sistema Único de Saúde. A utilização da autonomia do profissional médico para utilização da ampliação das coberturas dessa lei precisa ser sempre reforçada pela utilização da Medicina Baseada em Evidências, para adequadamente indicar o rastreamento desses agravos para as populações alvo, não investigando desnecessariamente populações assintomáticas que não se beneficiem desses exames. Por outro lado, a possibilidade de se utilizar desses exames para diagnóstico em populações que anteriormente teriam dificuldade de acesso por não estarem alocadas na faixa etária de disponibilidade do exame contribui enormemente para a programação de planos de cuidado mais bem estruturados em todo o país no âmbito do SUS”, disse o médico de família, Marcelo Gobbo, docente do IMEPAC Centro Universitário e colunista da PEBMED, em entrevista para o portal.

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Wednesday, May 25, 2022

GDF restringe visitas a pacientes internados com Covid em UTIs - Metrópoles

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) voltou a restringir visitas a pacientes com Covid-19 internados em unidades de terapia intensiva (UTIs). Agora, será permitida apenas a entrada de acompanhantes. A decisão aparece publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (25/5).

A pasta considera a doença de “alta transmissibilidade”, e os acompanhantes devem seguir o protocolo de uso de máscaras e da imunização completa para reduzir risco de disseminação do novo coronavírus.

Veja o documento: 

Foto da publicação do Diário Oficial do DF

As visitas haviam sido autorizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 28 de abril. Cada gestão hospitalar deveria adequar os fluxos de atendimento, definindo os critérios para a liberação de visitantes.

As visitas estavam proibidas desde março de 2020 como medida para impedir novas infecções pela doença. Com o avanço da vacinação, a pasta autorizou as visitações em UTIs apenas para pacientes acordados. Pacientes idosos, crianças e com deficiência não sofreram restrições de visitas ao longo da pandemia.

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Quem era o adolescente que abriu fogo e deixou 21 mortos em escola no Texas - GZH

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Quem era o adolescente que abriu fogo e deixou 21 mortos em escola no Texas  GZH
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O que acontece se você não comer depois do treino? - VivaBem

As pessoas que praticam exercício físico regularmente possuem diferentes objetivos: desempenho esportivo, mudanças de composição corporal e bem-estar de uma forma geral. Independente da motivação, a atividade física promove uma série de mudanças, influenciando a capacidade do músculo se adaptar, sendo a dieta um importante fator para modular os resultados.

Sempre reforço a importância da alimentação e como ela é uma super aliada para seu treino e não só antes e após, mas também para a recuperação. Algumas pessoas, pensando em reduzir o peso corporal, acabam se alimentando menos do que precisam para conquistar seu objetivo —inclusive depois de treino— e acabam "remando contra a maré".

Essa não é uma boa estratégia, já que, depois da atividade física, seu corpo está passando por um turbilhão de processos metabólicos. Afinal, você acabou de utilizar uma preciosidade de combustíveis altamente energéticos e essenciais para seu treino e também para simples atividades do dia a dia.

Pense que o metabolismo está "faminto" para repor todos os nutrientes que ele utilizou durante o exercício —e até antes, pois no pré-treino temos uma ação involuntária para que seu corpo se prepare para o exercício e isso consome muita energia. Portanto, essa é a hora de você retribuir todo o "gás" que seu organismo deu para te manter bem durante a atividade física.

Faça uma refeição saudável com uma fonte de proteínas, carboidratos e fibras. Exemplo: um banana com aveia e um iogurte; ou um purê de mandioquinha com um filé de frango e salada. Essa refeição proporcionará uma recuperação adequada no pós-treino, melhorando seu desempenho durante o dia e evitando lesões.

Durante um treino, seu corpo utiliza reservas de energia, incluindo glicogênio, a forma armazenada de carboidratos que seu corpo prefere como combustível. Assim, como disse anteriormente de forma mais fácil, o glicogênio é utilizado como fonte energética mais rápida e, durante o treinamento de força, ele é liberado dos estoques musculares e hepáticos.

Uma vez que o glicogênio é utilizado, o corpo depende de outras formas de energia, como as gorduras que estão armazenadas como combustível e, eventualmente, proteína. Embora a proteína seja menos utilizada para produção de energia, ainda é essencial para o reparo tecidual pós-treino e, dessa forma, é ideal reabastecer suas reservas de glicogênio enquanto também consome proteína suficiente para reparar os músculos após o seu treinamento.

Já os ácidos graxos, antioxidantes, vitaminas e minerais também são importantes para a recuperação pós-treino, pois auxiliam na reparação tecidual, na redução da inflamação e a dor pós-treino.

Agora, se você é aquela pessoa que acredita que não comer após o treino vai te trazer inúmeros benefícios, saiba que evitar alimentos de forma frequente após o seu treinamento ou mesmo limitar a ingestão durante o resto do seu dia —por exemplo, pessoas que treinam pela manhã e ficam o dia todo após o treinamento sem comer ou com uma dieta muito restritiva em nutrientes essenciais—, pode levar a efeitos indesejados para à saúde, como:

A falta de alimentos pode desencadear cansaço constante. As causas do cansaço podem ser várias, incluindo o estresse do dia a dia, o próprio estresse do exercício —se é um novo estímulo—, causado por quadro de fadiga, têm algumas pessoas que vivem tão cansadas que sofrem com um quadro de depressão por fadiga crônica, a falta de descanso e, não menos importante, a falta de alimentação.

Problemas no controle de peso. Se tem como objetivo perder peso e utilizar como estratégia o "não comer" (principalmente sem nenhuma orientação profissional), você provavelmente começará a se sentir incapaz de realizar qualquer exercício —aliado ao sintoma acima de cansaço constante e falta de energia—, resultando em uma diminuição do desempenho e do gasto calórico geral. Dessa forma, você pode se frustrar dizendo que "não consegue emagrecer ou mesmo atingiu seu platô" e ficar desmotivado. Isso tudo porque seu corpo está sem energia suficiente para que você atinja seus objetivos. A saúde é muito mais complexa do que o número na balança. Comer o suficiente e garantir a densidade de nutrientes auxiliará na busca por um peso saudável e outros aspectos da sua saúde.

Ficar doente de forma frequente. Sua imunidade é muito dependente de uma boa alimentação e fica super-responsiva com a prática de atividade física. Exercícios moderados com duração de até uma hora e 15 minutos são superbenéficos para nosso sistema de defesa. Já o sedentarismo e o extremismo na duração da atividade física deixam o sistema de defesa deprimido e com o quadro de "janela aberta", mais propenso a infecções, principalmente respiratórias. Imagine você com o sistema de defesa debilitado e se alimentando mal?

Dificuldade na definição da musculatura. Consumir uma refeição pós-treino é ideal para reparar e construir massa muscular, ou para preservar os músculos durante um déficit calórico. Não consumir uma refeição com proteínas e carboidratos após o treino significa que você pode perder alguns benefícios adquiridos durante o pós-treino (janela de treino). Após um treino, seu corpo está preparado para absorver proteína, por meio da resposta à insulina do corpo e da proteína disponível, e seus músculos podem absorver aminoácidos de forma especialmente eficaz para reparar e estimular o crescimento muscular. No entanto, se você preferir não comer logo após o treino, ainda poderá obter benefícios com uma refeição completa consumida em algum momento após o treino, mesmo que seja algumas horas depois.

Redução do desempenho. Se você não se alimentar adequadamente após os treinos, pode afetar seu desempenho. Se você sentir dor muscular após o treino, por exemplo, sem alimentação e nutriente suficientes, levará mais tempo para se sentir recuperado. Além disso, após exercícios cardiovasculares e de resistência, seu corpo está esgotado de reservas de glicogênio e, sem reabastecê-las, você pode ficar muito cansado para treinar de maneira ideal durante sua próxima sessão.

Menstruação irregular. Se você sempre teve uma menstruação regular e quando começou a treinar —e se alimentar mal— notou que sua menstruação está irregular, chegou a hora de ligar um alerta. A alimentação precária durante a prática esportiva pode ser uma das razões, dentre várias, que levam a manutenção insuficiente dos níveis hormonais. O desequilíbrio hormonal pode causar danos futuros, levando até a osteoporose.

Consumir uma refeição imediatamente após o treino não é necessário e, para alguns, pode ser muito difícil. No entanto, há casos, como durante uma fase de construção muscular, em que ter carboidratos e proteínas pós-treino é vital para os melhores resultados.

Se você não comer imediatamente após o treino, certifique-se de consumir uma refeição completa dentro de algumas horas. Inclua carboidratos complexos, proteínas magras e gorduras saudáveis

Veja dicas legais de alimentação nos links abaixo para cada tipo de treinamento pela nutricionista clínica e esportiva Ana Paula Hayashi:

Exercício e recuperação: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paola-machado/2020/11/02/sua-alimentacao-pode-otimizar-a-recuperacao-e-te-preparar-para-o-treino.htm

Alimentação pré e pós-treino aeróbico: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paola-machado/2020/11/09/o-que-devo-ingerir-antes-e-depois-do-treino-aerobio.htm

Alimentação e musculação: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paola-machado/2020/11/23/quer-saber-o-que-comer-para-aumentar-a-sua-massa-muscular.htm

Alimentação e HIIT: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paola-machado/2020/11/16/por-que-me-sinto-mal-durante-o-treino-hiit.htm

O mais importante, independentemente da sua estratégia, é procurar um nutricionista para te orientar e planejar estratégias que respeitem suas necessidades individuais e objetivo de treino.

Referências:

NIH. Dietary Supplements for Exercise and Athletic Performance. Disponível em: https://ift.tt/MWdys29
Müller MJ, Enderle J, Pourhassan M, et al. Metabolic adaptation to caloric restriction and subsequent refeeding: the Minnesota Starvation Experiment revisited, The American Journal of Clinical Nutrition, Volume 102, Issue 4, October 2015, Pages 807-819, https://ift.tt/MHOPg8l
Haun C, Vann C, Osburn S, et al. Muscle fiber hypertrophy in response to 6 weeks of high-volume resistance training in trained young men is largely attributed to sarcoplasmic hypertrophy. PLoS One. 2019;14(6):e0215267. doi:10.1371/journal.pone.021526
King JA, Wasse LK, Stensel DJ. Acute exercise increases feeding latency in healthy normal weight young males but does not alter energy intake. Appetite. Volume 61, 1 February 2013, Pages 45-51.
Tipton KD, van Loon LJC (eds): Nutritional Coaching Strategy to Modulate Training Efficiency. Nestlé Nutr Inst Workshop Ser. Nestec Ltd. Vevey/S. Karger AG Basel, © 2013, vol 75, pp 73-83. doi: 10.1159/000345821
Aragon AA, Schoenfeld BJ (2013) Nutrient timing revisited: is there a post-exercise anabolic window?, Journal of the International Society of Sports Nutrition, 10:1, DOI: 10.1186/1550-2783-10-5
Murray B, Rosenbloom C. Fundamentals of glycogen metabolism for coaches and athletes, Nutrition Reviews, Volume 76, Issue 4, April 2018, Pages 243-259, https://ift.tt/aFlUtvw
Craven, J., Desbrow, B., Sabapathy, S. et al. The Effect of Consuming Carbohydrate With and Without Protein on the Rate of Muscle Glycogen Re-synthesis During Short-Term Post-exercise Recovery: a Systematic Review and Meta-analysis. Sports Med - Open 7, 9 (2021). https://ift.tt/ySpZnDW.

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Seguindo a meta de levar os serviços de saúde cada vez mais próximos ao cidadão, o Governo de Minas , por meio da Secretaria de Estado de Sa...