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Saturday, January 7, 2023

Uma a cada 3 crianças atendidas na atenção básica tem vacina atrasada - UOL Confere

Entre janeiro e novembro de 2022, 33,1% de bebês e crianças (até 11 anos) atendidos em consultas na atenção básica pelo país estavam sem a vacinação em dia.

Os dados foram retirados pela coluna do relatório de produção do Sisab (Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica), do Ministério da Saúde.

O percentual de 2022 é o maior dos últimos cinco anos, período em que o país viu as taxas de cobertura vacinal do calendário nacional despencarem.

  • 2018 - 29,6%
  • 2019 - 30,2%
  • 2020 - 30,8%
  • 2021 - 25,8%
  • 2022* - 33,1%

* Dados até novembro

A coluna apresentou os dados à SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), que afirma que a hesitação vacinal tem muitos fatores, que vão desde a dificuldade de acesso até a falta de informações dos pais das crianças.

Por mais que a gente fale do risco altíssimo de uma doença como paralisia infantil retornar, os pais de hoje não viram essas doenças; então é pouco provável que consigam enxergar esses riscos. E o Ministério da Saúde não faz uma comunicação adequada há muito tempo. Não adianta marcar campanha, avisar na véspera e não comunicar o porquê dela."
Isabella Ballalai, vice-presidente da SBIm

De referência à queda

O Brasil possui, desde 1973, o PNI (Programa Nacional de Imunizações). O modelo do país se tornou uma referência internacional em vacinação. O SUS aplica hoje de forma gratuita mais de 30 imunizantes para proteger contra diversas doenças:

  • 17 vacinas para crianças
  • 7 para adolescentes
  • 5 para adultos e idosos
  • 3 para gestantes

Mas os bons índices de cobertura vacinal vêm caindo desde 2016, e o país amarga quedas consecutivas.

Os dados de cobertura vacinal em 2022 ainda não foram fechados.

O tema vacinação está entre as 10 emergências que foram traçadas pela transição do governo e foi citado no discurso de posse da ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Para 2023, o governo deve ter dificuldade para ampliar a cobertura vacinal, porque o governo Bolsonaro não fez um planejamento para a reserva de compra de imunizantes para ampliar o estoque.

Ou seja, o número de doses para este ano é suficiente apenas para manter os atuais patamares, que não chegam a 75% em nenhum dos principais imunizantes. Para uma cobertura vacinal eficiente, é preciso manter a taxa acima de 90%.

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Friday, January 6, 2023

Dieta mediterrânea é eleita a melhor do ano pela 6ª vez; veja lista - VivaBem

Se você segue a dieta mediterrânea, continue assim. Ela foi classificada como a melhor dieta do ano pela 6ª vez consecutiva, de acordo com o ranking do US News & World Report, um conglomerado de mídia dos Estados Unidos que faz esse tipo de lista há mais de 30 anos.

Na sequência, os especialistas colocaram a dieta Dash e a dieta flexitariana empatadas em 2º lugar.

O que é cada uma:

  • Dieta mediterrânea: inclui frutas, legumes, peixes, azeite, oleaginosas, grãos e cereais. Leites e queijos são consumidos com parcimônia, e o vinho também está presente durante as refeições. A carne vermelha é consumida raramente. Estão fora da dieta os embutidos, enlatados e os alimentos ultraprocessados.
  • Dieta Dash: é focada para casos de hipertensão. Não à toa, o principal foco dela é a alimentação com menos sódio, além da mudança de hábito. A dieta inclui ainda vegetais, carboidratos integrais, grãos, leites e queijos, óleos vegetais, castanhas e carnes magras ao cardápio.
  • Dieta flexitariana: é como um "vegetarianismo flexível", que tem como proposta excluir o consumo de proteína animal em alguns dias da semana, sem precisar abrir mão para sempre do consumo de carne, frango, porco e derivados do leite.

O que elas têm em comum: as três dietas reduzem ou eliminam totalmente os alimentos processados. Eles focam em frutas, verduras, leguminosas como feijões e lentilhas, grãos integrais, nozes e sementes.

Você pode aprender as lições e a abordagem do padrão alimentar mediterrâneo e aplicá-lo a qualquer cozinha de qualquer país. Gretel Schueller, editora-chefe de saúde do US News & World Report, à CNN.

Qual objetivo da dieta mediterrânea?

  • Optar por este padrão alimentar trará benefícios à sua saúde. No entanto, comer grandes quantidades dos alimentos (mesmo os preconizados na dieta) e gastar poucas calorias pode resultar em quilos a mais.
  • É importante lembrar que o objetivo da dieta não é o emagrecimento. Se você deseja reduzir o número da balança, o ideal é fazer acompanhamento com um profissional de saúde.
  • Ela é considerada segura por combinar não só a diversidade na alimentação como também um modo de vida mais saudável.

Como o ranking é feito

Um painel de especialistas analisou 24 dietas e as classificou com base em várias categorias, incluindo a facilidade de segui-las e o quanto promovem a perda de peso (tanto a curto quanto a longo prazo).

Algumas dietas foram integradas em categorias existentes, incluindo cinco na dieta mediterrânea. Duas novas dietas —cetogênica e Pritikin— foram adicionadas à lista.

Os resultados da pesquisa

  • A dieta mediterrânea teve a pontuação geral mais alta com 4,6/5,0. Tanto a dieta Dash quanto a flexitariana receberam pontuação de 4,4.
  • A dieta Dash, na verdade, teve uma pontuação mais alta do que a dieta mediterrânea na perda de peso, mas a mediterrânea recebeu uma pontuação mais alta em saúde.
  • A dieta mediterrânea pontuou alto na categoria de redução do colesterol. A dieta flexitariana foi listada como a mais adequada para a família, enquanto a Dash foi a melhor para a saúde dos ossos e das articulações.

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Estudo confirma relação entre Covid e risco de danos neurológicos a longo prazo - Revista Galileu

Pacientes que desenvolveram a Covid-19 correm mais risco de apresentar danos cerebrais até um ano após a infecção, de acordo com uma pesquisa que analisou mais de 150 mil casos e foi conduzida pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

Outros artigos já haviam relacionado o coronavírus com sintomas neurológicos tardios mas, nesse estudo, o diferencial está no grande número de pacientes envolvidos, além do comparativo com a evolução de indivíduos não infectados durante um longo período de acompanhamento.

Na pesquisa, publicada pela revista Nature Medicine, os cientistas avaliaram uma ampla gama de distúrbios neurológicos, incluindo problemas de cognição e memória, acidente vascular cerebral, transtornos de movimento como tremores e contrações involuntárias, perdas sensoriais, crises de enxaqueca, convulsões e até doenças como Alzheimer e Parkinson, entre dezenas de outras.

O risco de todos esses transtornos foi maior naqueles infectados pelo coronavírus, mesmo em pacientes jovens e casos leves da doença. Destaca-se que alguns quadros, como cognitivos e sensitivos, foram mais comuns nos adultos jovens. Já distúrbios mentais como ansiedade e depressão, além de alterações de movimento, ocorreram com maior frequência nos mais idosos.

Covid no cérebro

Há várias hipóteses para explicar os danos neurológicos causados pela Covid-19. O vírus pode provocar uma cascata inflamatória capaz de afetar a comunicação entre os neurônios, as chamadas sinapses. Também pode haver influência dos fragmentos do RNA do vírus, o que estimularia uma reação imunológica do organismo.

"Muitas vezes, a manifestação é muito sutil, mas tudo isso prejudica o funcionamento das células", explica o neurologista Marco Aurélio Borges, do Hospital Israelita Albert Einstein, em Goiânia. “Por isso, a região do cérebro que foi afetada passa a funcionar de forma incorreta.”

Dependendo da área acometida, há chance de surgir sintomas relacionados a fadiga crônica, perda de sensibilidade, olfato, memória, linguagem e tantos outros. Além disso, se a pessoa tem predisposição a alguma doença, como Parkinson ou Alzheimer, o contato com o coronavírus pode acelerar o processo.

A hora de procurar um médico

Qualquer sintoma com uma duração maior do que 15 ou 30 dias merece atenção. A recomendação médica é: caso a pessoa perceba que não tolera mais fazer esforço físico e mental ou, ainda, que sinta muitas dores, cansaço excessivo ou comprometimento muscular, vale procurar atendimento especializado.

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Thursday, January 5, 2023

Lucia Helena - Aspirina: não caia na polêmica de que ela aumentaria riscos para o coração - VivaBem

Foi noticiado lá fora e também repercutiu na imprensa brasileira: pesquisadores da Universidade de Leuven, na Bélgica, publicaram um artigo na revista da Sociedade Europeia de Cardiologia afirmando que tomar aspirina não apenas seria uma atitude completamente inútil para prevenir encrencas em pessoas com risco cardiovascular como até aumentaria em 26% a propensão de elas desenvolverem insuficiência cardíaca. Pra quê!

Acendeu-se o pavio da polêmica e a bomba explodiu nas mãos de gente com doença coronariana que faz uso diário do remédio com prescrição médica e que, compreensivelmente, ficou bastante assustada. À toa — vou logo avisando.

"Sem o olhar de quem conhece ciência, esse trabalho leva a um.problema de interpretação", avisa o cardiologista Andrei Sposito, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que publicou na mesmíssima revista dos europeus, por doce ironia, uma cuidadosa metanálise — no caso, a comparação de quatro grandes estudos sobre o tema —, assinando ao lado de colegas de outras instituições, como a UCB (Universidade Católica de Brasília) e a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Os cientistas brasileiros mostram que não é bem. É preciso voltar alguns passos para todo mundo compreender essa história.

Depois de um infarto

O ácido acetilsalicílico, nome do princípio ativo da velha aspirina, é reconhecido desde os anos 1980 por reduzir a mortalidade de quem já sofreu um infarto. E sobre isso não há muita discussão.

"Ele evita que as plaquetas do sangue se agreguem, o que é a etapa fundamental para formar um trombo". O coágulo seria capaz de obstruir a passagem da circulação em uma artéria do coração, por exemplo. Daí, já viu, é um infarto.

Entenda: o músculo cardíaco nunca sai dele como se nada tivesse acontecido. A área que ficou sem ser abastecida de sangue oxigenado não volta a ser a mesma. O resultado é uma perda de força para bombear a circulação — a tal da insuficiência.

Diga-se de passagem que, tirando amor não correspondido, tudo o que faz o coração de alguém sofrer — não só o infarto — termina em insuficiência cardíaca. E ela mata metade dos pacientes em cinco anos.

Portanto, voltando ao comprimido de aspirina, ao evitar um trombo, ele impede que um coração já castigado sofra outras vezes, complicando esse quadro. Para esse grupo de pacientes, temer o remédio por ter ouvido falar das "revelações" do estudo feito na Bélgica é o que pode aumentar o risco, isso sim.

E antes de o sujeito infartar?

O estudo belga, aliás, não é o primeiro a levantar a desconfiança de que a aspirina pode fazer mais mal do que bem. A confusão começa quando os cientistas tentam entender qual seria o benefício desse remédio antes de um infarto propriamente dito.

No passado, surgiu uma onda de que qualquer um deveria criar o hábito de engolir uma aspirina todo santo dia para proteger o coração. E, não, ela não vai ser a protetora do peito de quem é saudável e não tem muita probabilidade de desenvolver uma doença cardiovascular. Logo, sem a menor indicação, o uso constante só irá elevar o risco de hemorragias, entre outros estragos.

"No Brasil, essa ideia de uma ação protetora virou de domínio leigo e, pior, aqui temos a aspirina infantil", comenta Sposito. "Aí mesmo é que as pessoas acham que tudo bem se automedicarem porque, afinal, a dose seria baixinha, até criança poderia tomar sem qualquer prejuízo. É um enorme engano. Para um adulto, a dose pode ser baixa para ele obter o efeito anti-inflamatório que esse remédio tem. Mas já é suficiente para um bloqueio total de suas plaquetas."

Portanto, nunca é para engolir ácido acetilsalicílico a troco de nada. Muito menos diariamente.

No entanto, existe uma zona cinzenta — a das pessoas que ainda não infartaram, mas que acumulam uma série de fatores para isso acontecer mais dia, menos dia. "Ser de meia-idade ou até mais velha, apresentar um colesterol alto, ter hipertensão... Tudo isso conta pontos, assim como o resultado do exame de escore de cálcio e o ultrassom da carótida para avaliar as placas nas artérias", exemplifica Sposito.

Os cardiologistas usam essas informações para estratificar o risco de cada um — o meu pode ser maior do que o seu, ou vice-versa. Se ele é nas alturas, muitas vezes os médicos consideram receitar a aspirina diária, enxergando a possibilidade de um infarto dobrando a esquina, com a insuficiência cardíaca de carona.

A estratégia de usar a aspirina antes do infarto — o que em Medicina é chamado de prevenção primária — é que está na berlinda. Alguns pesquisadores apontam pouca vantagem diante de efeitos colaterais. Valeria, então, a pena?

"Nessa decisão, os meus colegas americanos ainda estão em cima do muro", conta Sposito. "Já os cardiologistas europeus, vendo que tinham de escolher entre o risco de sangramentos gastrointestinais e o de um infarto que provavelmente não será fatal, entenderam que não faria sentido trocar uma doença por outra." Ou seja, na Europa as diretrizes já não recomendam a aspirina para pacientes com alto risco, mas que nunca infartaram.

Só que, em países em desenvolvimento como o Brasil, o cenário é outro — o infarto ainda mata um bocado e os casos de insuficiência cardíaca, por diversos fatores, aumentam sem parar. Então, antes de descartar a alternativa, é preciso olhar com mais carinho para a aspirina nos casos em que o risco cardiovascular é estratosférico.

Quando o risco é relativo

Os cientistas de Leuven — aqueles que acusaram um aumento do risco, na direção oposta do resultado esperado — olharam para os dados de 30 mil americanos e europeus com idade média de 67 anos para ver o possível efeito da aspirina na prevenção da insuficiência cardíaca. É, de fato, um número de pessoas pra lá de razoável.

Um quarto delas relatou que engolia o comprimido diariamente para evitar problemas do coração. Assim, os pesquisadores compararam quem tomava e quem não tomava o remédio. Daí, observaram o tal aumento de 26% no risco de insuficiência cardíaca propagado na mídia leiga. Mas — opa! — falta o um adjetivo aí que faz total diferença: eles falavam em risco relativo. Re-la-ti-vo.

Andrei Sposito faz uma analogia: "Você ouve que o preço das coisas aumentou 26% e deduz, só a partir dessa informação, que tudo ficou caro demais para conseguir pagar. Mas, se for o valor de um palito de fósforo, ele continuará sendo barato mesmo assim. Já se for um carro, talvez essa diferença o torne caro demais para as suas economias."

É isso: o risco relativo depende do ponto de partida de cada um, se já tinha sinais da doença ou não, o que os belgas não têm a mínima noção. "Eles usaram um banco de dados que já existia", lembra Sposito.

Explico: as 30 mil pessoas tinham participado originalmente de outro estudo, o qual não foi planejado para avaliar o uso da aspirina. "Por isso, não ficou registrado há quanto tempo usavam o remédio, se já tinham ou não sinais de insuficiência e — algo importante de saber — se elas tomavam o comprimido por conta própria ou se tinham passado no médico", diz o cardiologista.

Pense: quem passa pelo médico e sai com uma receita de aspirina supostamente já tem algum problema nas coronárias. "Sendo assim, sem o remédio haveria uma explosão de infartos nesse grupo e um aumento ainda maior do risco de insuficiência."

O artigo belga ainda arrisca hipóteses a respeito dos motivos pelos quais a aspirina causaria mais insuficiência cardíaca. Aponta, por exemplo, a anemia provocada por eventuais sangramentos no trato digestivo — e, sim, um sangue anêmico piora a situação para o músculo cardíaco.

Para Sposito, porém, hipóteses assim servem de papo para elevador. "Seria preciso um sangramento muito grave para mexer com o ferro e, por sua vez, a anemia deveria ser crônica para interferir no coração", garante o professor da Unicamp. A ameaça de a aspirina deixar a situação chegar a esse ponto é remota.

Um aumento discretíssimo no risco

Em sua metanálise, Sposito e colegas se debruçaram, primeiro, sobre 1909 trabalhos, mas descartam a maioria deles justamente porque tinham uma falha aqui, outra lá.

"Queríamos comparar dados de estudos randomizados, isto é, em que as pessoas tivessem sido sorteadas para tomar aspirina ou um remédio falso, mas sem saberem se estavam em um grupo ou em outro para não haver qualquer interferência", explica.

No final, a análise foi de quatro estudos envolvendo um total de 40.418 pacientes. E a conclusão é tranquilizadora: menos de 1% de todos os que tomaram aspirina, minoria absoluta, teve um aumento no risco de insuficiência cardíaca maior do que 15%.

O importante, como ressalta o cardiologista, é você procurar orientação do seu médico ao ler qualquer coisa diferente sobre a medicação que está usando antes de tomar a decisão de abandoná-la. Aliás, o recado não vale só para aspirina.

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Ator de 'Todo Mundo Odeia o Chris' mostra tanquinho e diz que chegou a pesar 47kg devido à doença grave - QUEM Acontece

Tyler James Williams, sempre lembrando pelos fãs brasileiros como o protagonista de Todo Mundo Odeia o Chris, uma das séries mais queridas dos anos 2000, surpreendeu os seguidores ao postar uma foto sem camisa, ostentando o tanquinho, em seu Instagram, nesta quinta-feira (5). Mas a imagem da revista Men's Health não foi "biscoitagem: Tyler quis mostrar que pessoas com condições de saúde séria podem obter uma boa forma física e cuidarem saúde - ele tem Doença de Chron, grave condição inflamatória que afeta o sistema digestivo.

"Este é para os pacientes de Crohn, aqueles que não conseguem ganhar corpo, as crianças magras e aqueles que prosperam enquanto lutam contra doenças invisíveis. Que todos nós continuemos aprendendo a ouvir nossos corpos e tratá-los melhor", escreveu o ator. " Obrigado à Men's Health pela matéria e por narrar minha história até hoje", disse ele.

A Doença de Crohn é uma doença inflamatória séria do trato gastrointestinal. Ela afeta predominantemente a parte inferior do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon), mas pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal. Ela habitualmente causa diarreia, cólica abdominal, às vezes febre, e sangramento retal. Tyler, hoje com 30 anos, contou que em 2017, mesmo treinando muito, não conseguia passar dos 60 quilos, até que seu corpo deu sinais de algo que não estava bem.

Tyles James Williams — Foto: Reprodução/Instagram e Getty Images

Tyles James Williams — Foto: Reprodução/Instagram e Getty Images

Ele tinha uma dor de estômago lancinante e não conseguia engolir nada, e descobriu que seu intestino estava tão inflamado e obstruído que tinha menos de um centímetro de espaço em seu íleo terminal, parte do intestino delgado perto da pélvis. O ator estava tendo um surto da Doença de Crohn e precisou passar por uma cirurgia de emergência para remover quinze centímetros do intestino grosso. Como o órgão estava muito machucado para cicatrizar, Tyler teve o intestino perfurado e teve que receber alimentação intravenosa com auxílio de uma bolsa de ostomia por vários meses, chegando a pesar 47 quilos.

“O último pensamento que tive foi 'puta merda, pode ser isso. Se for isso, não estou feliz. Eu trabalhei muito. Eu fiz muitas coisas. Eu não gostei de nada disso. Não pode ser isso'", lembrou o ator, falando sobre a septicemia que teve. Hoje com 65 quilos de músculos, ele conta que após o diagnóstico procurou profissionais para orientá-lo com uma alimentação que ajudasse a controlar a doença e também passou a fazer meditação - o estresse é um dos gatilhos para crises. Os exercícios também passaram a ser pensados de outra forma, com foco no condicionamento físico a longo prazo e um trabalho muscular sólido.

Para isso, ele teve a ajuda do irmão caçula, Tylen, que também descobriu ter a doença e com quem ele vive. Os dois cortaram bebida, café e carne vermelha e, em vez de três grandes refeições, fazem almoço e jantar menores, com proteína magra e vegetais cozidos no vapor, e tomam vários shakes e suco verde ao longo do dia.

Tyles James Williams como Chris, em Todo Mundo Odeia o Chris — Foto: Getty Images

Tyles James Williams como Chris, em Todo Mundo Odeia o Chris — Foto: Getty Images

Tyles James Williams como Chris, em Todo Mundo Odeia o Chris — Foto: Getty Images

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Wednesday, January 4, 2023

Entenda o que é fibrose pulmonar, doença que causou a morte da cantora Rita de Cássia - Globo

Morre a cantora Rita de Cássia

Morre a cantora Rita de Cássia

Rita de Cássia é conhecida como uma das principais compositoras do forró, tendo suas músicas gravadas por bandas e artistas como Mastruz com Leite, Amelinha, Aviões do Forró e Frank Aguiar. São delas composições como "Meu Vaqueiro, Meu Peão", "Saga de um Vaqueiro" e "Jeito de Amar".

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De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, a fibrose pulmonar idiopática é uma forma crônica e progressiva de pneumonia; ou seja, uma forma da doença que não se cura rapidamente e avança pelos pulmões.

A doença também causa fibroses (cicatrizes) nos pulmões, que levam ao endurecimento dos tecidos pulmonares, dificultando assim a respiração. Segundo o Ministério da Saúde, o termo idiopático, que dá nome à doença, é utilizado quando as causas da enfermidade são desconhecidas.

Rita de Cássio morreu de fibrose pulmonar, doença que causa cicatrizes nos pulmões e dificulta a respiração — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

Rita de Cássio morreu de fibrose pulmonar, doença que causa cicatrizes nos pulmões e dificulta a respiração — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

Os principais sintomas são tosse (normalmente é seca), falta de ar e fadiga ao realizar pequenos esforços, que e costumam piorar com o passar do tempo. A ocorrência desta doença é mais comum em homens com mais de 50 anos e pode estar associada ao tabagismo.

Como prevenir?

Segundo o Ministério da Saúde, acredita-se que a doença pulmonar pode ter relação com o tabagismo, mas, atualmente, a causa certa da doença é desconhecida.

Evolução da doença

Quem foi Rita de Cássia

Quem foi Rita de Cássia

Na maioria das vezes, a evolução da doença é lenta e progressiva, levando à grave insuficiência respiratória (dificuldade de respirar) e podendo evoluir para óbito (morte). Não existem estudos descrevendo o número de pacientes acometidos pela doença no Brasil.

Tratamento no SUS

O Ministério da Saúde do Brasil ainda não possui Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para tratamento da fibrose idiopática.

Atualmente, os tratamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são:

  • antitussígenos: medicamentos que aliviam a tosse;
  • morfina: para alívio de dores;
  • corticoterapia: tratamento com corticoides, que reduzem inflamação;
  • oxigenoterapia: assistência na respiração do paciente;
  • transplante: possibilidade de realização do transplante de pulmão.
Rita de Cássia compôs sucessos como "Meu Vaqueiro, Meu Peão" e "Saga de um Vaqueiro". — Foto: Divulgação

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Veja mais notícias no g1 em 1 minuto:

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Irmã de Jeremy Renner, astro da Marvel, dá update sobre seu estado de saúde após cirurgias - Revista Monet

A irmã do ator Jeremy Renner trouxe boas novas em relação ao estado de saúde do astro da Marvel. O intérprete do herói Gavião Arqueiro nos filmes da franquia ‘Vingadores’ está internado em um hospital do estado de Nevada após ser vítima de um acidente envolvendo um veículo removedor de neve. Ele ficou com lesões graves nas pernas e no tórax.

Kim Renner falou sobre o estado de saúde do irmão em depoimento enviado ao canal de TV norte-americano CBS 13.

Jeremy Renner interpreta o Gavião Arqueiro em filmes da Marvel — Foto: divulgação

Jeremy Renner interpreta o Gavião Arqueiro em filmes da Marvel — Foto: divulgação

“Estamos muito empolgados com o progresso dele”, disse Kim Renner. “Quem conhece o Jeremy sabe que ele é um lutador e não brinca em serviço. Ele está superando todas as expectativas de progresso”.

A fala de Kim Renner veio à público logo depois do irmão dela fazer seu primeiro post nas redes sociais após o acidente. O ator compartilhou uma selfie na qual aparece deitado em seu leito hospitalar, com lesões nos olhos e cortes no rosto.

Jeremy Renner e o veículo que passou sobre sua perna — Foto: reprodução/Instagram

Jeremy Renner e o veículo que passou sobre sua perna — Foto: reprodução/Instagram

Renner escreveu na legenda: “Obrigado a todos pelas palavras de carinho. Estou muito machucado agora para digitar. Mas muito amor para todos vocês”.

O acidente envolvendo Renner está sob investigação das autoridades do estado de Nevada. No entanto, análises iniciais do ocorrido levam a crer que tudo não passou de um acidente, sem culpados.

Jeremy Renner no filme A Chegada — Foto: divulgação

Jeremy Renner no filme A Chegada — Foto: divulgação

O xerife do Condado de Washoe, em Nevada declarou sobre o ocorrido: “Não acreditamos que o Sr. Renner tenha sido de alguma forma prejudicado, tudo leva a crer que o que ocorreu foi um acidente trágico”.

Além de seus trabalhos na Marvel como o Gavião Arqueiro, Renner também é lembrado por seus trabalhos em ‘A Chegada’ (2016), ‘Atração Perigosa’ (2010) e `Guerra ao Terror` (2008) - ele recebeu indicações ao Oscar por esses dois últimos.

Jeremy Renner e Mark Ruffalo em cena de Vingadores (2012) — Foto: Reprodução

Jeremy Renner e Mark Ruffalo em cena de Vingadores (2012) — Foto: Reprodução

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Governo de Minas entrega 11 ônibus do Transporta SUS em Curvelo - Agência Minas Gerais

Seguindo a meta de levar os serviços de saúde cada vez mais próximos ao cidadão, o Governo de Minas , por meio da Secretaria de Estado de Sa...